DA GEOLOGIA AO NETWORKING: A MINEIRIDADE DA DATAMINE

DA GEOLOGIA AO NETWORKING: A MINEIRIDADE DA DATAMINE

Não é fácil resumir o que a Datamine faz em uma frase. E talvez seja justamente aí que reside a sua força. A empresa não extrai minério, não opera mina, não é mineradora. É a tecnologia que sustenta quem faz tudo isso.

Nascida em Bristol, no Reino Unido, com mais de 40 anos de atuação global e 29 escritórios espalhados pelo mundo, a companhia chegou ao Brasil há mais de três décadas e hoje tem sede em Belo Horizonte (MG). Ou seja, a empresa é quase um símbolo da Exposibram, já que foi justamente na capital mineira que a Exposibram 2026 foi realizada.

O portfólio da Datamine cobre a cadeia minerária do início ao fim: exploração mineral, geologia, planejamento de mina, laboratórios, produção e, cada vez mais, sustentabilidade. Há softwares para o geólogo, para o engenheiro de minas, para o topógrafo: cada etapa do processo tem, nos bastidores, uma ferramenta da empresa rodando.

A companhia começou pela geologia, e é aí que sua reputação global ainda pesa mais. O discurso interno, porém, já não separa mais “a área forte” das demais: a ambição, hoje, é atender a mineração como um todo, sem hierarquia entre frentes. Entre os clientes, nomes como Vale, Samarco e Anglo American dão a dimensão da confiança conquistada, e explicam por que a empresa ocupa, ano após ano, um dos estandes mais visitados da feira.

A Datamine quer deixar de ser conhecida só por quem já convive com seus softwares no dia a dia e ganhar visibilidade além da mina, espalhando a marca por todas as regiões do país, de norte a sul, de leste a oeste.

Na estratégia para a Exposibram 2026 há um ingrediente a mais: jogar em casa. Para o diretor executivo da empresa, Eduardo Cançado, receber os clientes em Belo Horizonte reforça algo que nenhum catálogo de produto traduz: o acolhimento como parte da experiência. Em um mercado dominado por especificações técnicas, a aposta da Datamine parece ser simples: colocar o cliente no centro, e deixar que a tecnologia fale por si.

“Esse aprendizado acumulado ao longo desses mais de 30 anos no relacionamento com os clientes aí é algo que não se copia. Quando a gente fala de diferencial competitivo, a gente tem alguns critérios para definir isso, e eu diria que a experiência vivida junto aos nossos parceiros é algo muito difícil de ser replicado”, diz ele.

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