Resumo 16


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ESPECIAL SUDESTE


OS “OUTROS” E A MINERAÇÃO


“Planeta Minas Gerais” dispensa apresentações quando o assunto é mineração. Só o ferro produzido em 2007 respondeu por R$ 13,8 bilhões dos R$ 16,4 bilhões alcançados pelas 11 principais substâncias minerais do estado. Não espanta, portanto, que lá o minério lidere o ranking de projetos em implantação, licenciamento, estudo ou prospecção. Com somente 35% de sua área coberta por levantamentos aerogeofísicos, Minas terá mais cerca de 22% mapeados, numa nova etapa que o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e a Codemig (Cia.de Desenvolvimento Econômico do estado) iniciam ainda este ano. Mas ao falar em mineração no Sudeste, não se pode esquecer de São Paulo, o 4º maior produtor mineral do País, contando 27 substâncias minerais, do Espírito Santo, que continua o maior produtor e exportador nacional de rochas ornamentais, e do Rio de Janeiro, um dos principais corredores logísticos do País e com produção crescente, através de
Arranjos Produtivos Locais (APL).


Saiba quais são os desafios atuais e os principais projetos em desenvolvimento no Sudeste na edição 16 de INTHEMINE


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PERSONALIDADE


O REALIZADOR DE PROJETOS


Engenheiro de minas formado pela UFOP e especialista em engenharia econômica pela UFMG, Ricardo Dequech foi superintendente em Itabira, de 1991 a 1996, onde foi incumbido de
romper o cordão umbilical entre a cidade e a mineração, garantindo a sustentabilidade de ambas no processo que se seguiria com a privatização da então CVRD. Essa foi apenas uma das missões delegadas ao engenheiro em sua trajetória profissional. Ele também esteve entre os pioneiros no início da operação de Carajás, na EFC, quando a ferrovia passou a exportar soja e no processo de reestruturação da Paranapanema. Hoje, Dequech é o diretor-superintendente da Mineração Buritirama, de manganês, em Marabá (PA). E, para não perder o hábito de encarar desafios, empenha-se em obter autorização para implantar um redutor metalúrgico “verde”, plantando florestas renováveis em áreas degradadas pela pecuária.
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LEIA entrevista na edição número 16 de INTHEMINE


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SIDERURGIA


NOVOS ELOS NA CADEIA DO AÇO



Para garantir sua exuberância atual – que no Brasil significa dobrar a capacidade de aço bruto até 2015/2016, atingindo a marca de 81 milhões de toneladas/ano, com investimentos previstos de cerca de US$ 46 bilhões, a siderurgia verticaliza atividades, da lavra de minério à certificação de operadores. . Para o setor, os desafios estão postos: eficiência energética e gestão eficaz de recursos naturais, aliadas à qualidade de produção e custos competitivos. Além disso, afirmou José Armando de Figueiredo Campos, presidente da ABM e da ArcelorMittal Brasil( foto), “o segmento tem que conviver com uma realidade, que pode se tornar um pesadelo nos dias que estão por vir: a carência de profissionais, de engenheiros, pessoal de nível técnico e operadores”.

Leia matéria na edição 16 de INTHEMINE

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