Resumo 07


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SERRA AZUL


UMA MINERAÇÃO DE
RESULTADOS


Dados do Ibram (Instituto Brasileiro de Mineração) apresentados por seu diretor-presidente, Paulo Camillo Vargas Penna, indicam investimentos da ordem de US$ 28 bilhões na mineração até 2011. Foram anunciados na abertura da Exposibram’2007, em 24 de setembro, na cidade de Belo Horizonte (MG). Antes, portanto, da coletiva de imprensa da Vale do Rio Doce (11 de outubro), quando a companhia divulgou um aporte de US$ 11 bilhões em seus negócios. Somente em 2008. Mais: a cifra é apenas parte de um “plano estratégico” da mineradora que prevê, nos próximos cinco anos, ou seja, até 2012, uma injeção de US$ 59 bilhões. Enfim, só essa injeção cavalar de dinheiro já nos permite revisar as estimativas do Ibram em pelo menos o dobro do que já foi considerada, na ocasião, uma previsão bastante factível, embora “a realizar-se”, como costumam anotar contabilistas em seus balanços anuais. A despeito da exuberância dos números, ainda falta segundo o presidente do IBRAM, Paulo Camillo Penna, “uma política mineral ampla, legitimamente formulada, com a participação de todas as partes interessadas e aprovada pelo Congresso Nacional”.


LEIA matéria na edição número 11 de INTHEMINE


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PERSONALIDADE


LIÇÕES DE ECONOMIA


Aos 62 anos, Frederico Lopes Meira Barboza, geólogo formado pela Universidade Federal de Pernambuco em 1966, já foi diretor do DNPM e secretário de Minas e Metalurgia. Assim como a pós-graduação em economia mineral, na Colorado School Mines (USA), as funções públicas são seu grande orgulho profissional. Hoje presidente da Chroma Consultoria, de Belo Horizonte (MG), Barboza, diz que o conhecimento do patrimônio mineral do País está muito aquém do seu potencial geológico. Lembra que parte da produção mineral nacional provém da atividade de garimpagem e que o emprego crescente de estruturas primitivas de produção inibe a adoção de métodos modernos, que respeitem o meio ambiente e permitam o melhor aproveitamento dos recursos minerais. Acrescenta, ainda, que a adequada gestão do patrimônio mineral pressupõe desenvolvimento tecnológico e que o Brasil importa grande parte dos processos industriais que utiliza. “Falta-nos capacitação técnica para gerir adequada e eficientemente a política de importação de tecnologia para o setor”, avalia..


LEIA entrevista na edição número 11 de INTHEMINE


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CAMINHÕES


MUITO BEM TRAÇADOS PARA A LAVRA


Alguém poderia chamar de “jeitinho brasileiro”. Em parte com razão. E isso porque a nova safra de caminhões de origem rodoviária com tração 10x4 que começa a chegar às minerações foi praticamente desenvolvida por aqui e na unha.E surgiram de uma provocação lançada há ano e meio pela Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) ao convocar os fabricantes de pesados e propor que desenvolvessem um veículo capaz de suportar 50 toneladas de carga líquida. Vale lembrar que os traçados 8x4 já bastante difundidos na mineração carregam 38 toneladas na média geral.A grande novidade da proposta estava em portar a meia centena de material sobre o chassi. Mas a CVRD complicou ainda mais ao exigir que não acrescentassem muitas peças novas ao inventário dos caminhões 8x4 de sua frota. Com o objetivo natural de facilitar a intercambialidade e não elevar custos com itens adicionais nos estoques estratégicos de um novo modelo de manutenção, na grande mineração, que foi reestruturado e está se consolidando..


LEIA matéria na edição número 11de INTHEMINE

 

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