Resumo 07


destaque 1

PARÁ


ELDORADO BRASILEIRO


Nova frente da mineração brasileira e mundial, consolidada nas três últimas décadas, o Pará avança em números superlativos nesse setor. Somente em 2006, a indústria mineral produziu quase US$ 7 bilhões, o que representou um crescimento de 20% em relação aos US$ 5,8 bilhões de 2005. Ao todo, o setor respondeu por 83% da balança comercial paraense. Ferro em Parauapebas, bauxita em Paragominas, Oriximiná e Juruti, cobre em Marabá e Canaã dos Carajás, caulim em Aurora do Pará e Ipixuna, calcário em Brejo Grande do Araguaia, Capanema e Itaituba, granito em Rio Maria, ouro em Curionópolis e Itaituba. No Pará, quase metade dos 143 municípios do estado tem algum tipo de atividade mineral e conta com ela para fazer crescer a própria arrecadação, além de captar das mineradoras compensações em forma de investimentos sociais e de infra-estrutura.


LEIA entrevista na edição número 8 de INTHEMINE


linha


destaque2

PERSONALIDADE


PIONEIRO DE ÁGUAS CLARAS


Formado na turma de 1969 da UFMG, Juarez de Oliveira Rabello entrou na MBR (Minerações Brasileiras Reunidas) em 1970. Saiu e passou 3,5 anos trabalhando em outras mineradoras. Então voltou para a MBR e lá ficou por outros 34 anos, até janeiro de 2005, quando se aposentou. Os dois anos seguintes foram um “período sabático”, como ele os define. E quem pensou que o descanso, mais que merecido, faria Rabello abandonar a mineração, enganou-se redondamente. Ele está de volta ao mercado, agora com sua própria empresa – a J.Rabello Consultoria e Projetos, com sede em Nova Lima (MG).


LEIA matéria na edição número 8 de INTHEMINE


linha


destaque3

EXPANSÃO


O OURO VOLTA A RELUZIR EM PARACATU


Ao adquirir em dezembro de 2004 da Rio Tinto o controle total da Rio Paracatu Mineração (RPM) -- situada na região Noroeste de Minas Gerais, a 500 km de Belo Horizonte e 220 Km de Brasília -- a Kinross bancou um programa de sondagem orçado em US$ 6 milhões e sem precedentes na história da mineradora. Redefinidas as reservas, o projeto de expansão em curso foi redimensionado, ou melhor: duplicado. Ao invés de 30 Mt de minério lavrado, o board da Kinross decidiu investir em agosto do ano passado US$ 420 milhões em um projeto para 61 Mt, gerando o equivalente a 15 t de ouro, já a partir de setembro de 2008..


LEIA matéria na edição número 8 de INTHEMINE

 

comprar


espanholinglês


mineblog
mineblog
mineblog
mineshop








banner



banner