Estação gás - Samarco

O projeto de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo( MDL) da Samarco Mineração teve início há dois anos e já foi aprovado por uma empresa de certificação. Agora, está na etapa final do processo de habilitação para venda de créditos de carbono. Com novos projetos visando a diminuição da emissão de gás carbônico, a empresa projeta, em 10 anos, gerar até R$ 45 milhões em créditos de carbono.

Nesse sentido, no dia 27/05 a Samarco deu início ao uso do gás natural ( no lugar de óleo combustível) no processo de queima dos fornos de pelotização, na região de Ubu, (Anchieta – ES). A empresa que irá fornecer o novo combustível é a Petrobras Distribuidora – BR, que concluiu a instalação de quatro quilômetros de dutos, possibilitando a interligação da UTG ( Unidade de Tratamento de Gás da Região Sul da Petrobras) à Samarco.

Com o uso do gás natural, a empresa reduzirá as emissões de Gases de Efeito Estufa em pelo menos 10%, contribuindo na melhora das condições ambientais nas comunidades próximas às suas instalações. “O uso do gás natural nos fornos de pelotização, considerando a expressiva redução das Emissões de Gases de Efeito Estufa, é mais um passo da empresa rumo à incessante busca por melhores condições de vida das pessoas e ao interesse coletivo”, afirma o diretor de Operações e Sustentabilidade da Samarco, Ricardo Vescovi de Aragão.

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Em divulgação recente, a Georadar ( empresa mineira de serviços geológicos e geofísicos) anunciou a criação de uma subsidiária para prospecção e pesquisa, através da realização de uma join venture junto a Top Venture. O investimento, que pode chegar a R$ 100 milhões nos próximos meses, é uma forma da empresa expandir seus negócios para o segmento mineral – minério de ferro, ouro e fertilizantes. O objetivo é criar ativos minerais, por meio do desenvolvimento de projetos  integrados, que envolvam a alocação de investimentos e recursos para avaliação de áreas potenciais. Um dos alvos, que já se mostra promissor, é a área aurífera da região de Paracatu (MG).

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No intervalo de 7 a 9 de junho, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo(FIESP) junto ao Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP) , realizará a XII Semana de Meio Ambiente, na sede da FIESP, em São Paulo(SP).

O evento discorrerá sobre diversos temas importantes com relação ao meio ambiente e a sociedade na qual vivemos.O tema do primeiro dia é ‘Gerencimento de riscos no Estado de São Paulo’ e dentro dessa proposta ocorrerão palestras como ‘ A Urbanização Paulista – histórico e perspectivas’, ministrada por José Pedro de Oliveira Costa, Prof. da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU/USP) e ‘ Gestão e Prevenção de Riscos Naturais e Tecnológicos’ elaborada pelo Coronel da Polícia Militar Elizeu Eclair Teixeira Borges, assessor especial do Governador e secretário executivo do Projeto Serra do Mar.

Nos outros dias, haverão mais palestras com discussões referentes à temas como ‘Macrometrópole’, ‘Gerenciamento e controle ambiental’ e ‘ As questões ambientais da região metropolitana de São Paulo’ .

No dia 9, às 17h, há ainda o lançamento da publicação Fiesp/Ciesp/Cetesb: "Licenciamento Ambiental da Atividade Industrial na RMSP".

*A programação completa está disponível no site da FIESP: http://www.fiesp.com.br/eventos/evento.aspx?evt=657

*Aos interessados, o link para a inscrição: http://bit.ly/9t3N8F

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Pelo terceiro ano consecutivo, o World Economic Fórum divulga o relatório “Global Enabling Trade Report 2010”, que disponibiliza informações a respeito das instituições e do ambiente de negócios nos países, além de apontar uma série de atributos a serem desenvolvidos para facilitar o comércio entre as nações.

O documento identifica obstáculos e elementos básicos do comércio exterior, contribuindo assim, para a recuperação financeira.O principal indicador apresentado, o IVC, incorpora instituições e políticas públicas que facilitam o livre fluxo de bens entre os países. Para se chegar ao resultado, o WEF combina dados estatísticos de fontes públicas e resultados da Executive Opinion Survey (EOS) – pesquisa desenvolvida em parceria com sua rede de organizações ao redor do mundo.

De acordo com os resultados obtidos, as economias asiáticas (Singapura e Hong Kong) continuam a ocupar as primeiras posições, seguidas pela Dinamarca, Suécia e Suíça. A Alemanha apresenta o melhor desempenho, na 13ª posição, à frente dos Estados Unidos, que caíram três posições, para 19º lugar. China (48º) e Brasil (87º) permanecem estáveis enquanto a Turquia (62º), Índia (84º) e Rússia (114º) caem no ranking.

No Brasil, a pesquisa é desenvolvida em parceria com Movimento Brasil Competitivo (MBC) e Fundação Dom Cabral. O país se manteve na 87º posição o que, segundo Erik Camarano, diretor presidente do Movimento Brasil Competitivo, não é motivo para preocupação:’ Se manter na mesma posição evidencia a força da economia brasileira, que não apenas recuperou-se muito rapidamente da maior crise internacional desde 1929, como também o fez sem necessitar de quaisquer medidas protecionistas sobre nossas atividades de comércio exterior’

O relatório na integra está disponível na página do MBC: www.mbc.org.br

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A PCP Produtos Siderúrgicos participará do 6º Colloquium Internacional SAE Brasil de Suspensões e Implementos Rodoviários & Mostra de Engenharia, que começa hoje ( dia 19) e se estende até o dia 21 de maio, no Centro de Convenções do Intercity Premium, em Caxias do Sul.

A empresa participará como expositora ao lado de sua parceira firlandesa Rautaruukki OYj, além de realizar uma palestra com o tema: Aços de alta resistência para aplicações em implementos rodoviários. Ocorrerá dia 20, às 10:40 e será ministrada pelos finlandeses da Ruukki, Pasi Leiviska e Veli-Matti Manner e pelo engenheiro da PCP Produtos, Lisandro Peliciolli.

A PCP Produtos Siderúrgicos é especializada na distribuição de chapas de aço de alta resistência mecânica e firmou parceria em 2006 com uma das maiores fabricantes mundiais de aços planos de extra-alta resistência, a Rautaruukki Oyj, divisão Metais.

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Segundo dados do Sindicato dos Condutores Elétricos, Trefilação e Laminação de Metais Não Ferrosos do Estado de São Paulo, o SINDICEL, a indústria do cobre importou US$ 200 milhões em produtos, de janeiro a março deste ano – representando um aumento do 50% em relação ao primeiro trimestre de 2009, quando as importações alcançaram US$ 133,4 milhões.

Já as exportações chegaram a US$ 111 milhões nos primeiros três meses de 2010, um crescimento de 26 % na comparação com o mesmo período de 2009, quando foram negociados para o mercado externo US$ 88 milhões em produtos. Apesar do crescimento, a análise geral do SINDICEL nos aponta para um déficit, entre janeiro e março de 2010, da ordem de US$ 89,7 milhões na balança comercial da indústria do cobre - US$ 44,2 milhões a mais do que o déficit registrado nos três primeiros meses de 2009, quando o saldo negativo foi de US$ 45,5 milhões.

O Sindicel representa as empresas do setor de fios e cabos elétricos e ópticos e de produtos semimanufaturados em cobre e outros metais não-ferrosos. É constituído por 51 empresas de todo o Brasil.

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