O Comitê Técnico convida a todos os interessados para submeterem trabalhos científicos para apresentação durante o 11º Congresso Internacional da Sociedade Brasileira de Geofísica, que se realizará de 24 a 28 de agosto, no Bahia Convention Center, em Salvador (BA). Os mais renomados cientistas nacionais e internacionais estão presentes no 11º CISBGf.Os autores deverão submeter os resumos expandidos pelo site: http://salvador2009.sbgf.org.br até 31 de março de 2009.
A comissão de Minas e Energia da Câmara criou grupo de trabalho para tratar de recursos minerais, elegendo como coordenador o deputado Vitor Penido (DEM/MG). O grupo deverá realizar audiência pública para a qual será convidado o Diretor-Presidente do Instituto Brasileiro de Mineração - IBRAM, Paulo Camillo Vargas Penna, um representante da Associação dos Mineradores de Minas Gerais, e o Prof.º da UNB e membro da Agência para o Desenvolvimento Tecnológico da Indústria Mineral Brasileira (ADIMB), João Onildo Marini.
O Governo Federal anunciou a isenção, por 90 dias, do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) que incide sobre materiais da indústria ceramista - uma alíquota que hoje gira em torno de 5%.
A medida atende a uma reivindicação da Associação Paulista das Cerâmicas de Revestimento (ASPACER) e dos prefeitos da região do polo ceramista de Santa Gertrudes, que envolve as cidades de Rio Claro, Limeira, Cordeirópolis, Piracicaba, Ipeúna, Araras e a própria Santa Gertrudes. Esse polo responde por 85% da produção estadual de revestimentos e é considerado o maior das Américas e o segundo do mundo.
Para o prefeito de Santa Gertrudes, João Carlos Vitte, “A indústria cerâmica é o principal setor produtivo de Santa Gertrudes. Devido aos reflexos da crise econômica mundial, está passando por grandes dificuldades e com isso, demitindo. Hoje, Santa Gertrudes depende desse setor e esperamos que esta medida venha a evitar uma crise ainda maior ao município.”
Já para o presidente da Apacer, João Oscar Bergstron, “A isenção do IPI para os revestimentos cerâmicos, mesmo que de forma temporária, demonstra a importância da indústria ceramista para as políticas públicas de geração de emprego e renda. Nosso setor, que gera mais de 200 mil empregos diretos e indiretos, é sem dúvida uma das principais forças industriais do Estado e do Brasil.”
Os integrantes da Diretoria e do Conselho da Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração, eleitos para a gestão 2009/2010, serão empossados no próximo dia 22, às 18 horas, em cerimônia a ser realizada na sede da entidade, à Rua Antonio Comparato, 218, Campo Belo, São Paulo.
Assume como presidente da Diretoria o engenheiro Karlheinz Pohlmann em substituição ao engenheiro José Armando de Figueiredo Campos. Sócio da ABM há 32 anos, Pohlmann é diretor desde 1991, tendo sido presidente na gestão 2002/2003, representante de sócio-patrocinador na gestão 2004/2005, presidente do Conselho entre 2005 e 2006 e vice-presidente no biênio 2007/2008.
A chapa eleita é composta por 123 nomes (http://www.abmbrasil.com.br/news/noticia_integra.asp?cd=3011), tendo como vice-presidente, Nelson Guedes de Alcântara (UFSCar) e como diretor de Patrimônio, Hideyuki Hariki (Usiminas). Como presidente do Conselho será empossado o engenheiro José Luiz Brandão (CSN). HomenagensNa cerimônia de posse, a ABM homenageará os engenheiros Vicente Falconi e Vicente Chiaverini que darão nome a duas novas categorias da Medalha de Prata, respectivamente, nas áreas de Gestão e Processos.
Autor de seis livros na área de Gestão Empresarial, que venderam mais de um milhão de exemplares, Vicente Falconi Campos é professor emérito da UFMG, consultor de grandes grupos empresariais e de órgãos públicos e membro da Câmara de Gestão da Crise de Energia Elétrica, designado pelo Presidente da República.Engenheiro civil e metalurgista, Vicente Chiaverini é professor aposentado da Escola Politécnica da Usp e sócio honorário da ABM, da qual foi fundador (1944) e presidente (1962). Pela relevante contribuição nos campos da Metalografia e da Metalurgia Física brasileiras foi
Entre outros importantes cargos, Chiaverini foi coordenador do Conselho de Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo, diretor do Centro e Federação das Indústrias do Estado de São Paulo e presidente da Companhia do Metropolitano de São Paulo.
Chiaverini é reconhecido pelos trabalhos e livros publicados, que são utilizados como fonte de pesquisas e estudos pelos engenheiros. Ele também foi o responsável pela introdução no Brasil da técnica da metalurgia do pó, pela qual são produzidas peças para a indústria automobilística e de eletroeletrônicos.
A Anglo American estabeleceu uma parceria com a CARE Brasil, que integra a CARE Internacional, uma das maiores ONGs de ação social no mundo, para a implementação de um novo projeto em Barro Alto (GO) – o de promover o desenvolvimento socioeconômico por meio de capacitação de empreendedores, diversificação da economia e melhoria do sistema educacional, atingindo tanto a área urbana quanto a rural.
Na esteira do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e da necessidade de estimular a economia, o governo e o Congresso vão retomar a articulação para aprovar um projeto de lei que permita a exploração em terras indígenas de recursos minerais - desde que considerados essenciais para o País - por empresas privadas.O assunto é polêmico e divide os povos indígenas, mas o governo encontrou uma solução que deve atender tanto as comunidades contrárias à exploração como as favoráveis: os índios serão consultados previamente pelo governo e poderão barrar a exploração dos recursos minerais em suas terras.As comunidades que aceitarem a exploração poderão autorizar o ingresso das empresas. Receberão, como contrapartida, o pagamento pela ocupação e retenção da área, terão participação nos resultados e serão indenizados por eventuais danos. Os indígenas que não quiserem a mineração terão autoridade para vetar o acesso dos mineradores e o governo terá de respeitar a decisão.A exploração de minérios nas terras indígenas é hoje vedada. Nem mesmo aos indígenas é permitida a lavra. A Constituição libera a atividade, mas exige para isso a aprovação de lei específica para regular a prática. Como essa lei nunca foi aprovada, nada pode ser feito.O governo esteve prestes a aprovar a proposta no final do ano passado, mas a articulação não foi concluída no Congresso. Agora, quer se valer do interesse do setor privado pela exploração das riquezas minerais em terras indígenas para acelerar a votação do estatuto dos povos indígenas. Por isso, atrelou uma proposta à outra.
RECURSOS HÍDRICOS
O poder dado às comunidades indígenas para vetar a mineração não deve valer para a exploração dos recursos hídricos para produção de energia nas terras dos índios. Se for de interesse nacional e houver a autorização do Congresso, o governo poderá construir, por exemplo, uma hidrelétrica em terra indígena, mesmo que a comunidade seja contra.As lideranças indígenas não concordam com esses termos, mas o governo adiantou que não abre mão. Argumentam os técnicos da área que o interesse da população de um Estado inteiro não pode ser prejudicado por uma comunidade. Mesmo assim, o responsável pelo empreendimento deverá compensar as comunidades com o pagamento de indenização equivalente a 0,5% do valor da energia produzida.
Fonte: O Estado de São Paulo
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