2º SIMPÓSIO SUL-BRASILEIRO DE ESPELEOLOGIA

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O Grupo Universitário de Pesquisas Espeleológicas (GUPE) promoverá nos dias 22 a 25 de julho de 2010, o 2º Simpósio Sul Brasileiro de Espeleologia (UEPG). O evento, que será realizado no Campus Uvaranas da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), tem como objetivo a consolidação da parceria do GUPE com o GEEP- Açungui (Grupo de Estudos Espelelógicos do Paraná), além de integrar os Grupos com os Espeleológos do Sul do Brasil – incentivando os trabalhos de pesquisa, exploração e conservação das cavidades subterrâneas.O primeiro Simpósio foi organizado pelo Grupo de Estudos Espeleológicos do Paraná – GEEP-Açungui, há 20 anos, na cidade de Curitiba (PR) e nesta segunda edição o grupo terá o papel de abrir o evento, numa apresentação que abordará a história da espeleologia e dos principais trabalhos realizados no Estado do Paraná.

O Simpósio, que trará o tema “A Espeleologia do Sul do Brasil’’, oferecerá um espaço técnico-científico específico para troca de experiências dos espeleólogos da região Sul e é aberto para demais os pesquisadores sul-americanos.

Haverá uma palestra ministrada por José Ayrton Labegalini- ex-presidente da União Internacional de Espeleologia (UIS) e membro de Espeleo Grupo de Monte Sião-MG (SBE G020) e também uma mesa-redonda sobre feições cársticas em rochas não carbonáticas, conduzida pelos professores Mário Sérgio de Melo da EUPG e Ângelo Spoladore. Além disso, o evento contará com mini-cursos e saída de campo para o Parque Estadual de Vila Velha, que contarão a participação dos Professores Mario Cezar Lopes (UEPG/GUPE) e Gilson Burigo Guimarães (UEPG).

As vagas nas oficinas , mini-cursos e no alojamento são limitadas. Aos interessados, no site da Sociedade Brasileira de Espelologia(www.sbe.com.br/2ssbe.asp) há maiores informações e a ficha de inscrição.

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A Magnesita, maior produtora de refratários da América do Sul e terceira no mundo, divulgou os resultados obtidos no quarto trimestre de 2009 e o consolidado do ano. Com arrecadação 11,2% maior que no terceiro trimestre, a empresa somou R$ 537,7 milhões. A lucratividade bruta atingiu R$ 183,6 milhões e o lucro líquido foi de R$ 20,06 milhões. No segundo semestre, a Magnesita obteve lucro líquido de R$ 44,5 milhões. No ano, a empresa saiu de um prejuízo anual de R$ 62,7 milhões em 2008 para um resultado negativo de R$ 29,6 milhões em 2009.

Tal desempenho revela o aquecimento do mercado siderúrgico e a trajetória contínua de crescimento da empresa, depois do ciclo de resultados negativos ocasionados pela crise financeira. Em 2009, o recuo de 18,6% na receita líquida em relação ao ano anterior (de R$ 833 mi para R$ 678 mi) foi inferior à redução de 21,4% verificada na produção do aço bruto. O endividamento recuou 31,3%, reduzindo de R$ 2,05 bilhões para R$ 1,4 bilhão.

“Foi um ano de avanços em muitas frentes. Além das medidas que adotamos para combater os efeitos da crise, do processo de incorporação das unidades da LWB e da reestruturação nas operações da América do Sul que já estava em curso, outras ações foram determinantes para, gradativamente, melhorarmos o desempenho da Companhia. A renegociação dos covenants financeiros, por exemplo, resultou na amortização antecipada de US$ 175 milhões do endividamento por meio do aumento do capital e, principalmente, nos deixou em situação mais confortável para dar continuidade ao plano de crescimento. O maior equilíbrio financeiro, aliado à melhora operacional da Empresa, também permitiu que a Moody´s elevasse nosso rating de B2, com perspectiva negativa; para B1, com perspectiva estável. Todos esses fatos corroboraram para aumentar a confiança na Administração da Companhia e, consequentemente, diminuir a percepção de risco pelo mercado de um modo geral.”, afirma o diretor-presidente da Magnesita, Ronaldo Iabrudi.

Um dos destaques da empresa em 2009 foi o avanço na exportação de soluções do exclusivo modelo de negócio: CPP (cost per performance) Trata-se de um modelo de negócio em que a remuneração está relacionada diretamente à performance do cliente e não à prática usual do mercado, que paga pelo volume (em toneladas) de refratários vendidos. Recentemente, a empresa fechou quatro novos contratos nesta modalidade: Charlote (Gerdau - EUA), Asa (Gerdau - Chile), Pindamonhangaba (Gerdau – Brasil) e Steetley na Inglaterra (produtor de cal e dolomita). Este último tem importância estratégica não só por ser o primeiro desta modalidade no continente Europeu, como também por ser a primeira vez que a Magnesita firma um contrato de CPP com um cliente fora da área siderúrgica. Em 2009, foram 12 novos contratos firmados, entre os quais oito para atender plantas no exterior. “Há uma avenida de crescimento para a companhia nessa área”.

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VOTORANTIM METAIS AMPLIA OPERAÇÕES NO EXTERIOR

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No dia 2 de março, a Votorantim Metais (VM) realizou encontro no World Trade Center São Paulo, na capital paulista. O objetivo foi analisar as tendências dos mercados de alumínio, níquel e zinco e debater a aplicação dos metais nas áreas de transporte, embalagens, agronegócios e infra-estrutura.

Com a presença de personalidades como Maílson da Nóbrega, economista e ex-Ministro da Fazenda; Ângelo Zavattieri, analista do banco britânico Barclays; e Maurício Cárdenas, diretor da Iniciativa para a América Latina no Instituto Brookings e presidente do Conselho para a Agenda Global sobre o Futuro da América Latina, o evento abriu o caminho para atingir um dos objetivos da VM em 2010: fortalecer o relacionamento com os seus clientes. Dentre os assuntos debatidos, pode-se destacar a internacionalização das atividades da Votorantim Metais e a preocupação com os grandes gastos energéticos nas operações do Brasil.

A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) - que hoje ao lado de Zinco e Níquel, é uma unidade de negócios da Votorantim Metais – investiu nos últimos anos cerca de R$ 5 bilhões em infra-estrutura, duplicando sua capacidade de produção. Um outro projeto relevante em desenvolvimento é a implantação de uma fábrica para a produção de alumínio em Trinidad e Tobago. A companhia buscou o país devido, sobretudo, ao menor custo energético na produção. Esse é o primeiro passo para a internacionalização das operações de alumínio e pode permitir que, no futuro, a empresa entre em novos mercados. Hoje, 25% de sua produção é exportada  principalmente para Estados Unidos, Europa e América Latina.

Na Divisão Níquel, a Votorantim Metais também reforçou recentemente sua condição de maior produtor da América Latina, ao fechar, em 2008, com a Mineração Mirabella, recém inaugurada na Bahia, a aquisição de 50% da produçao de concentrado de níquel, ampliando sua produção de 6 mil para 19 mil toneladas anuais.

Em linha com esse processo de internacionalização há também grandes investimentos na produção de zinco. A entrada em países da América do Sul começou em 2004, quando a VM comprou, no Peru, a Refinaria de Zinco Cajamarquilla. Três anos depois, em 2007, também comprou a U.S.Zinc – líder no mercado norte-americano de reciclagem de resíduos industriais. A empresa produz aproximadamente 100 mil t/ano de zinco a partir de reciclagem. Com o intuito de expandir sua capacidade, a VM também concluirá, no primeiro semestre de 2010, a duplicação da planta de Cajamarquilla (dando um salto na produção de 160 mil t/ano para 320 mil t/ano de zinco). Foram investidos, na ampliação, US$ 500 milhões.

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VANZOLINI: CAPACITAÇÃO EM OPERAÇÕES LOGÍSTICAS

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A Fundação Carlos Alberto Vanzolini, instituição independente, sem fins lucrativos e referência na produção de conhecimento, vem desde 1967 atuando nas áreas de Educação Continuada, Certificação, Projetos e Gestão de Tecnologias aplicadas à Educação. Lança agora um curso para quem está iniciando suas atividades na área de logística: o Curso de Capacitação em Gestão de Operações Logísticas. O novo programa contribui para que profissionais adquiram conhecimentos nos conceitos e práticas das operações logísticas, bem como no uso de ferramentas e metodologias capazes de buscar ganhos de desempenho na organização.

Estruturado por renomados professores de Logística e Supply Chain da Escola Politécnica da USP (POLI-USP), o curso está voltado para os conceitos e processos associados às áreas de distribuição, armazenagem e transporte. O certificado é emitido pela Fundação Vanzolini.

O objetivo do programa, ao longo de sete meses de duração, é capacitar o profissional a identificar e resolver problemas, sobretudo os que exigem soluções em gestão logística, e torná-lo apto a atuar em organizações de produção industrial ou empresas prestadoras de serviços.

As aulas são ministradas aos sábados, das 8h30 às 16h30, no Centro de Treinamento da Fundação Vanzolini, na Unidade Paulista (próximo ao metrô Trianon-Masp) ou em unidades credenciadas.

Serviço:

Curso: Capacitação em Gestão de Operações Logísticas.

Local: Fundação Vanzolini – Unidade Paulista.

Inscrições até: 22/3/2010, segunda-feira.

Informações: http://www.vanzolini.org.br/site/ccol

Investimento total: R$ 7.900,00, sendo a matrícula no valor de R$ 790,00 e mais nove parcelas de R$ 790,00. Pagamentos à vista têm 10% de desconto, no valor total do curso. Não há taxa para participação do processo seletivo.

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MINERAÇÃO NO BRASIL: FUSÕES E AQUISIÇÕES EM ALTA

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Estudo global sobre transações no setor em 2009 apontou o País entre os principais compradores e vendedores, tendência que deve ser mantida em 2010
O Brasil foi um dos destaques nas fusões e aquisições da indústria de mineração e metais em 2009 - tendência que deve ser mantida para 2010, com crescente investimento de compradores da Ásia e Oriente Médio, a despeito da volatilidade que ainda deve se manter no mercado. É o que aponta o estudo sobre Transações Globais no Setor de Mineração e Metais em 2009 desenvolvido pela Ernst & Young.
O Brasil ficou em quarto lugar no ranking globaldos maiores mercados-alvo e na sexta posição entre os maiores compradores. "As grandes empresas brasileiras têm não apenas sido alvo de interesse, mas também têm mostrado grande apetite e potencial para aquisições visando a consolidação do mercado", explica Luiz Claudio Campos, diretor de Project Finance da Ernst & Young Brasil.
Na listagem dos principais negócios concretizados no ano passado, a Vale é mencionada duas vezes. A empresa foi alvo da maior transação do ano ao ter 5% de suas ações adquiridas pelo Barclays PLC, banco do Reino Unido, por US$ 3,5 bilhões. Além disso, a empresa também é citada por ter ampliado sua participação na ThyssenKrupp, numa operação de US$ 1,4 bilhão.
A Usiminas também foi destaque no relatório, como alvo de interesse dos compradores japoneses. A Nippon Steel gastou US$ 205 milhões para ampliar em 3,4% sua participação acionária na empresa, passando a controlar 26,7% da companhia.
O relatório da Ernst & Young mostra ainda que o Brasil está entre os Países que mais receberam investimentos na área de mineração no ano passado. Segundo Campos, o efeito mais profundo da crise financeira sobre o setor foi o travamento de projetos de crescimento da oferta, que impactam na capacidade de abastecimento. A perspectiva é de manutenção da tendência para 2010, apesar das restrições ainda existentes ao crédito. "A volatilidade do mercado e os rescaldos da crise financeira devem diminuir o apetite por transações de risco, é esperado um crescimento tanto no número quanto no volume das transações para este ano", afirma.
O estudo aponta que, no ano passado, foram 1.047 negociações de fusões e aquisições no setor de mineração em todo o planeta, que movimentaram US$ 60 bilhões (ante 919 negociações que movimentaram US$ 126,9 bilhões em 2008). A China foi responsável por 27% do volume de transações (US$ 16,1 bilhões) - nos últimos dez anos, empresas chinesas foram responsáveis por 369 negociações, totalizando mais de US$ 50 bilhões.
Sobre a Ernst & Young
A Ernst & Young é líder global em serviços de auditoria, impostos, transações corporativas e assessoria em negócios. Em todo o mundo, a empresa tem 144 mil pessoas unidas por valores compartilhados e compromisso com a qualidade. No Brasil, a Ernst & Young conta com mais de 2.200 profissionais distribuídos em nove escritórios. A empresa faz a diferença ajudando colaboradores, clientes e as comunidades em que atua a atingirem todo seu potencial.
Visite o site http://www.ey.com.br
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SEMINÁRIO:NOVAS TENDÊNCIAS EM GEOMARKETING

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No próximo dia 31 de março acontecerá o seminário Geomarketing: Novas Tendências, com o tema “Saiba como tomar decisões certeiras usando análise geográfica”. O evento, que será realizado no Bourbon Convention Ibirapuera, em São Paulo, apresentará rumos e soluções inovadoras da inteligência geográfica.
Além disso, o público terá acesso ao que há de mais importante no segmento de análises mercadológicas baseadas em localização. O seminário debaterá temas como a qualidade dos dados geoespaciais e geodemográficos; a análise geográfica nas empresas de telecom e energia; os impactos do Censo 2010 no geomarketing; a geoinformação para escolha de pontos de venda no varejo; a inteligência geográfica no setor imobiliário; as ofertas em tempo real nos celulares e navegadores; o geomarketing nas eleições de 2010, entre outras novidades.
Os participantes do evento, que são profissionais dos mais diversos setores, terão acesso às principais vantagens do uso da análise geográfica em seus negócios e também a casos de sucesso mostrando a eficácia da tomada de decisões utilizando o geomarketing, apresentadas pelos renomados palestrantes.

O encontro é uma realização da MundoGEO, com apoio das revistas InfoGEO e InfoGPS e dos portais MundoGEO, InfoGPSonline, UOL e Apontador|MapLink, além da Gristec, Instituto GeoDireito e Abec-SP. O patrocínio do seminário fica por conta das empresas Digibase, Cognatis e Inovação.
Os interessados podem acessar a grade com os temas do seminário “Geomarketing: Novas Tendências” no hotsite www.mundogeo.com/seminarios/geomarketing. Além disso, podem enviar um email para seminario@mundogeo.com, telefonar para (41) 3338 7789 e ainda seguir as novidades pelo Twitter, em http://twitter.com/seminarios.

Serviço:
Evento: Geomarketing: Novas Tendências
Local: Bourbon Convention Ibirapuera
Endereço: Av. Ibirapuera, 2927/2907, Moema – São Paulo
Data: 31 de março de 2010
Horário: das 9h às 18h
Investimento: R$ 449 até 10 de março
Informações e inscrições: (41) 3338 7789 e seminario@mundogeo.com

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