A Cabral Gold realizou a primeira fundição de ouro na Fase 1 da mina Cuiú Cuiú, localizada na região do Tapajós, no Pará, produzindo cerca de 1.130 onças de ouro (Figura 1). O marco, que coloca a junior company canadense entre o grupo de produtoras de ouro no Brasil, foi possível com a entrada em operação do circuito úmido da mina, já que a operação do circuito seco havia sido concluída em julho de 2026. A empresa planeja, agora, intensificar a lavra de minério, visando alcançar uma taxa de empilhamento de 3 mtpd para entrar em produção comercial até o final deste ano.
“Este momento crucial para a Cabral é o culminar de um longo processo e o primeiro passo em nossa jornada para desbloquear o potencial de todo o distrito de Cuiú Cuiú. Esta conquista demonstra a disciplina, a capacidade de execução e a determinação de toda a nossa equipe, que concluiu a Fase 1 da operação de lixiviação em pilha antes do prazo previsto. Avançamos da exploração e engenharia para o desenvolvimento e, finalmente, para a produção, gerando valor para nossos acionistas, parceiros locais e comunidades, mantendo nossos compromissos com a segurança, a gestão ambiental e a participação econômica local”, declarou Alan Carter, presidente e CEO da mineradora.
Parabenizando Luiz Celaro, vice-presidente de Operações da Cabral Gold, que gerenciou a construção do projeto, pelo êxito em sua conclusão, o executivo diz que o foco da empresa se voltará para o aumento da produção comercial, a otimização da recuperação de recursos e a redução dos custos unitários do processo. “Este marco é apenas o começo. Continuaremos a crescer de forma responsável e focados na criação de benefícios de longo prazo para nossos acionistas e nossa comunidade”, afirmou Carter.
“Foi um privilégio liderar nossa equipe de profissionais, levando o projeto da etapa de conceito em 2023 à primeira fundição de ouro em menos de três anos. A Fase 1 da mina, que processa ouro em material oxidado, foi moldada por melhorias e otimizações contínuas, mantendo um cronograma muito apertado para a primeira produção e geração de fluxo de caixa”, acrescentou John Sestan, Vice-Presidente de Desenvolvimento de Projetos da Cabral Gold. Para ele, a base operacional e a experiência adquirida com o desenvolvimento e implantação da Fase 1 devem simplificar e reduzir os riscos da expansão planejada para a Fase 2 do projeto.
No distrito aurífero de Cuiú Cuiú, antiga área de garimpo, a Cabral Gold definiu até o momento três depósitos principais – Central, MG e Machichie. As áreas somam recursos indicados de 12,29 Mt a 1,14 g/t de ouro (450.200 oz) em material fresco do embasamento e de 13,56 Mt a 0,50 g/t de ouro (216.182 oz) em material oxidado. Os recursos inferidos são de 13,63 Mt a 1,04 g/t de ouro (455.100 oz) em material fresco do embasamento e de 6,4 Mt a 0,34 g/t de ouro (70.569 oz) em material oxidado.
