AURA MINERALS ANUNCIA OS RESULTADOS DO 1T26

AURA MINERALS ANUNCIA OS RESULTADOS DO 1T26

A Aura Minerals protocolou suas Demonstrações Financeiras Consolidadas Auditadas e Relatório da Administração (em conjunto, “Resultados Financeiros e Operacionais”) para o período encerrado em 31 de março de 2026. A versão completa dos Resultados Financeiros e Operacionais pode ser visualizada no site da Companhia em www.auraminerals.com, no SEDAR+ em www.sedarplus.ca, na SEC www.sec.com e na CVM.

Rodrigo Barbosa, Presidente e CEO da Aura comenta: “No 1T26, a Aura deu mais um passo firme em suas três principais frentes de criação de valor: avançamos o crescimento da produção por meio da Mina de Borborema, recém-construída, e do trabalho contínuo para melhorar as condições da mina em nosso projeto MSG, adquirido recentemente. Também entregamos um expressivo crescimento nas Reservas Minerais, com as Reservas Provadas e Prováveis crescendo de 3,4 milhões de GEO para 7,2 milhões de GEO desde o nosso IPO na Nasdaq. Ao mesmo tempo, aprimoramos substancialmente a liquidez, com o volume médio diário negociado passando de US$31 milhões no 4T25 para US$94 milhões no 1T26. Além disso, obtivemos a licença para início da construção de Era Dorada, seguida da aprovação plena pelo Conselho; em Borborema, também obtivemos aprovação para a relocação da rodovia pelo DNIT, permitindo o aumento das Reservas Minerais e o início do planejamento para uma possível expansão. Esse progresso, combinado com um EBITDA recorde de US$244 milhões, nos permitiu anunciar mais um dividendo recorde de ~US$65 milhões, ou US$0,78 por ação, no trimestre. Olhando para frente, esperamos um segundo semestre mais forte, impulsionado pelo sequenciamento favorável das minas, que reforça nosso Guidance para o ano. Continuamos avançando a construção de Era Dorada, as expansões em Almas e Borborema, e a atualização do estudo de viabilidade de Matupá”. 

Destaques:

  • Mais um Trimestre de Produção Recorde: A produção total do 1T26 atingiu 82.137 onças equivalentes de ouro (GEO), acima do trimestre anterior e 37% superior ao 1T25 a preços correntes dos metais. A preços constantes, a produção trimestral da Aura cresceu 1% em relação ao 4T25 e 41% acima do 1T25. Destaques do 1T26:
      • Almas: 15.838 GEO (+21% sobre o 1T25);
      • Borborema: 17.101 GEO (progresso do ramp-up com maior taxa de processamento); e
      • MSG: produção de 8.580 GEO no trimestre.
    • Vendas: As vendas do 1T26 foram de 81.368 GEO, alta de 1% frente ao 4T25 e 35% em relação ao 1T25 a preços correntes, principalmente em função do maior volume de produção, apesar do impacto negativo da conversão de GEO em Aranzazu.
    • Receita Líquida Recorde: O 1T26 atingiu US$382.606, alta de 19% frente ao 4T25 e 136% em relação ao 1T25, impulsionada pelos preços mais elevados do ouro e pela produção; Borborema/MSG contribuíram com 34% da receita total no 1T26.
      • Preço médio realizado do ouro: 1T26: US$4.873/oz (+19% frente ao 4T25, +70% em relação ao 1T25).
      • Preço médio realizado do cobre: 1T26: US$5,81/lb (+12% frente ao 4T25, +27% em relação ao 1T25).
    • EBITDA Ajustado Recorde: O 1T26 atingiu US$243.868 (sétimo recorde trimestral consecutivo), alta de 17% frente ao 4T25 e 199% em relação ao 1T25. Impulsionado por maior produção/vendas e preços dos metais.
    • All-in Sustaining Cost (AISC): O AISC do 1T26 foi de US$1.829/GEO, alta de 20% frente ao 4T25 a preços correntes e de 25% em relação ao 1T25, principalmente em função da adição da MSG (US$3.735/GEO), bem como da conversão de GEO em Aranzazu, sequenciamento da mina em Apoena e impacto negativo do câmbio, devido à expressiva valorização do Real brasileiro e do Peso mexicano. A preços constantes do 1T25 e excluindo a MSG, o AISC foi de US$1.512/GEO, aumento de 4% em relação ao 1T25 e de 11% frente ao 4T25. A Companhia espera que o AISC consolidado de 2026 fique dentro do intervalo do Guidance da Companhia (US$1.720 – US$1.865/oz), com redução esperada principalmente no segundo semestre, à medida que a produção aumenta e as iniciativas de redução de custos na MSG começam a apresentar resultados.
    • Forte Geração Recorrente de Fluxo de Caixa Livre no 1T26:  US$94.852, em linha com o 4T25 e 253% acima do 1T25, impulsionado pelo EBITDA Ajustado recorde, parcialmente compensado por pagamentos anuais de impostos, perdas realizadas com hedge de ouro (US$33 milhões) e consumo temporário de capital de giro (principalmente contas a pagar e estoque em processo).
    • Lucro Líquido:  US$95,2 milhões, apesar das perdas não caixa relacionadas ao MTM dos collars de ouro (US$24 milhões). Excluindo as perdas não caixa, o Lucro Líquido Ajustado foi positivo em US$109,5 milhões, impulsionado pela melhora nos resultados das operações e menores despesas financeiras frente ao 4T25 e ao 1T25, além de menores impostos correntes em Borborema e Almas, em função de benefícios fiscais no Brasil (Sudene e Sudam).
    • Melhora na Posição de Dívida Líquida no 1T26: US$115.181 (0,16x Dívida Líquida/EBITDA LTM).

Para acessar os materiais completos divulgados, acesse aqui.

Foto: Operação Almas, da Aura Minerals (Divulgação)

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.