O editorial publicado em 5 de novembro de 2025 pela revista In The Mine, em seu website, inicia afirmando que “há coisas sobre as quais não se deve calar”. Nesse sentido, o editorial extrapolou afirmações de cunho puramente subjetivo que estão na contramão da verdade sobre a BAMIN:
– O editorial informa que a empresa está “falida”. Não é verdade. A BAMIN não possui nenhum endividamento com o mercado e que a dívida informada no balanço da empresa é com seu próprio controlador, o Grupo ERG, que realizou o aporte integral de capital por meio de mútuo direto – empréstimo firmado entre controlador e controlada.
– O editorial informa que o produto da BAMIN não interessa “sequer para blendagem”, induzindo à interpretação de baixa qualidade. Isso também não condiz com a verdade: os produtos da BAMIN foram testados em diversas siderúrgicas, mineradoras e traders nacionais e internacionais. Mais de 2 milhões de toneladas já foram comercializadas para clientes da Ásia, Europa, Oriente Médio e Brasil. Diversas amostras foram encaminhadas para testes comerciais em diferentes países e todos comprovaram a alta qualidade, consolidando o minério BAMIN como um produto high premium no cenário global.
A conjuntura global obrigou a BAMIN a buscar parceiros estratégicos para equalizar a estrutura de capital da empresa. Para tal, a BAMIN mantém negociações avançadas com três potenciais investidores, regidas por acordos de confidencialidade que nos impede disponibilizar maiores detalhes.
Reconhecendo o papel importante da In the Mine disponibilizando sempre informações verídicas, solicitamos que a nota acima, retifique os pontos mencionados no editorial.
