JURUTI TERÁ PLANTIO RECORDE DE 344 MIL MUDAS

JURUTI TERÁ PLANTIO RECORDE DE 344 MIL MUDAS

Em 2026, as áreas mineradas de Juruti deverão receber um plantio recorde de 344 mil mudas de espécies florestais nativas, com meta de restauração de uma área equivalente a 310 campos de futebol (ou 310 hectares). O valor total de investimento para a aquisição dessas mudas e para a contratação do serviço de plantio foi de R$10,9 milhões de reais, gerando renda, valorização e respeito dos saberes locais das comunidades.

A iniciativa faz parte do compromisso da Alcoa em Juruti com a mineração responsável e com a recomposição da biodiversidade amazônica, tendo como diferencial o protagonismo das comunidades locais em todas as etapas do processo. Esse é o maior quantitativo anual considerado na estratégia de reabilitação da companhia no Pará. Desde 2012, são 2.264 hectares (ou mais de 2 mil campos de futebol) em processo de reabilitação no município. Em 2027, a projeção é ultrapassar a marca de 500 mil mudas plantadas no ano, consolidando um dos maiores programas de reabilitação ambiental da região.

Parceria com Comunidades

O diferencial da operação reside na parceria com quatro associações comunitárias da região do Juruti Velho: Associação dos Produtores Rurais Familiares das Comunidades Nova Galileia e Nova Esperança; Associação de Produtores Rurais Familiares Grupos Unidos; Associação de Produtores Rurais Familiares Seis Unidas; e Associação de Produtores Rurais Familiares das Comunidades de Três Vistas. A atividade mobiliza cerca de 140 famílias para a produção e entrega das mudas, e mais 40 comunitários que são contratados para a realização do plantio nas áreas de reabilitação.

Somente em 2026, as famílias envolvidas no processo de produção de mudas receberam, no total, uma renda de R$2,7 milhões de reais, fruto da aquisição das 344 mil mudas solicitadas pela companhia somente este ano.

“A maior importância desse trabalho é o envolvimento direto das pessoas com áreas que são delas e que, no futuro, serão devolvidas à comunidade.  Ao plantarmos espécies valorizadas, como a castanheira, pau-rosa, itaúba e pau-cravo, estamos garantindo o retorno da biodiversidade e a segurança de que a floresta recomposta será produtiva e útil para as futuras gerações.”, destacou Luan Rosado, gerente de Reabilitação.

Essas ações são realizadas por meio dos programas: Plano de Reabilitação de Áreas Mineradas e o Programa de Desenvolvimento Local. 

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Tecnologia e Monitoramento

A reabilitação utiliza técnicas avançadas para garantir que a nova floresta seja o mais próxima possível da original. Entre as metodologias aplicadas, destaca-se o espalhamento de solo orgânico (topsoil), proveniente das áreas de supressão, que carrega consigo o banco de sementes natural da região.

Após o plantio, cada área passa por um rigoroso Monitoramento Técnico Operacional por um período de três anos. Durante essa fase, especialistas acompanham a evolução do ecossistema, o crescimento das mudas e a retomada das interações ecológicas, assegurando que o ciclo de vida da floresta seja restabelecido com sucesso.

Fotos: Alcoa Divulgação

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