Embora o volume de transações de fusão e aquisição nos três primeiros trimestres de 2025 tenha sido 10% menor que o registrado no mesmo período de 2024, a KPMG prevê que o interesse estrangeiro por ativos minerais brasileiros de alta qualidade se mantenha em 2026. Em janeiro passado, a chinesa CMOC adquiriu as operações da Equinox Gold, de ouro, no Maranhão (Mineração Aurizona – Foto), em Minas Gerais (Mina Riacho dos Machados – RDM) e na Bahia (Minas Santa Luz e Fazenda), por cerca de US$ 1,015 bilhão.
No mês seguinte, em fevereiro, a Serra Verde Pesquisa e Mineração (SVPM), única produtora de terras raras do país, obteve um financiamento de US$ 565 milhões, junto ao DFC (International Development Finance Corporation, banco estatal dos Estados Unidos), incluindo uma opção futura de aquisição de participação minoritária na empresa.
Neste ano, ainda, o governo norte-americano convidou o Brasil a integrar uma coalizão global de minerais críticos, o que pode facilitar o aporte de novos recursos financeiros a mineradoras que atuam no país.
Foto: Crédito: Equinox Gold/Divulgação
