Segundo estudo da consultoria KPMG, foram realizadas 18 operações de fusão e aquisição no setor de mineração, no Brasil, entre janeiro e setembro de 2025. Somente duas delas envolveram fundos de investimentos de private equity e venture capital. A maioria das negociações (8) foi do tipo CB1 (estrangeiras que adquiriram empresas no Brasil).
Duas foram do tipo CB3 (brasileiras que adquiriram, de estrangeiras, empresas no Brasil). Uma foi do tipo CB2 (aquisição, por brasileira, de estrangeira estabelecida no exterior) e uma do tipo CB4 (estrangeira adquirindo, de estrangeira, empresa no Brasil).
Entre as operações CB1 destacam-se a aquisição das minas de Barro Alto e Niquelândia, em Goiás, além de projetos no Pará e Mato Grosso, da Anglo American, todos de níquel, pela chinesa MMG; da Mineração Taboca, de estanho, no Amazonas, pela CNT (China Nonferrous Trade); da Mineração Serra Grande, de ouro, em Goiás, da AngloGold Ashanti, pela canadense Aura; e o aumento da participação da japonesa Itochu Corporation na CSN Mineração, de minério de ferro, em Minas Gerais, produtora pertencente a CSN (Cia.Siderúrgica Nacional). A operação do tipo CB4 foi a aquisição, pela CoreX Holding, da Turquia, dos ativos de cobre e ouro da BHP no Pará, realizada no final de 2025.
