O banco BTG Pactual voltou a incluir a Aura Minerals em sua lista de cobertura, incentivando a compra de suas ações por investidores. Segundo o relatório que avalia a produtora de ouro, o metal continua sendo um ativo de baixa volatilidade e a mineradora possui uma política atraente de investimentos e uma trajetória robusta de crescimento.
A decisão foi divulgada quase um mês após o IPO da Aura na Nasdaq, bolsa norte-americana de valores, que em seu primeiro dia arrecadou US$ 196,4 milhões. Os recursos serão aplicados nos projetos Era Dorada, em Jutiapa, na Guatemala, e Matupá, no Mato Grosso, além de garantir a aquisição do projeto Serra Grande, da AngloGold Ashanti, em Crixás, Goiás, por US$ 76 milhões.
São esses projetos, somados às operações atuais, que devem suportar a meta da empresa de produzir 414 mil oz/ouro em 2026 contra as 266 mil oz/ouro registradas em 2024. Com a entrada na Nasdaq, a Aura sairá da TSX (bolsa de Toronto, Canadá) onde está listada desde 2006.
