Aura Minerals Inc. (NASDAQ: AUGO) (TSX: ORA) (B3: AURA33) (“Companhia” ou “Aura”) anuncia que protocolou suas Demonstrações Financeiras Consolidadas Auditadas e Relatório da Administração (em conjunto, “Resultados Financeiros e Operacionais”) para o período encerrado em 30 de junho de 2025. A versão completa dos Resultados Financeiros e Operacionais pode ser visualizada no site da Companhia em www.auraminerals.com, no SEDAR+ em www.sedarplus.ca, na SEC www.sec.com e na CVM.
“Encerramos o segundo trimestre com mais um recorde de EBITDA Ajustado, totalizando US$106 milhões, impulsionado por uma produção sólida e pelo aumento do preço do ouro, que alcançou US$3.185 por onça. Nos últimos doze meses, nosso EBITDA Ajustado atingiu US$344 milhões, com preço médio de US$2.812 por onça. Avançamos em marcos importantes para a estratégia de crescimento da Aura, como a publicação do PEA do projeto Era Dorada, a assinatura do acordo de aquisição da MSG e nossa bem-sucedida abertura de capital na Nasdaq. Também aprovamos mais uma distribuição de dividendos trimestrais, alcançando um retorno total de 7,4% aos nossos acionistas nos últimos doze meses, considerando também o programa de recompra de ações. Seguimos confiantes em atingir a produção comercial do projeto Borborema, concluir a aquisição da MSG no terceiro trimestre e cumprir com nossas metas de produção e custos para o ano.” Comentou Rodrigo Barbosa, CEO da Aura.
Destaques:
A produção total no 2T25 atingiu 64.033 onças equivalentes de ouro (GEO), um aumento de 7% em relação ao 1T25 e em linha com o mesmo período de 2024, considerando os metais à preços correntes. À preços constantes, a produção do trimestre apresentou crescimento de 9% em relação ao 1T25 e ao 2T24. Durante o trimestre, a Aura iniciou as operações da mina Borborema, a qual tem potencial para se tornar uma das maiores operações da Companhia, com um dos mais baixos Custos Caixa de produção. No acumulado do 1S25, a produção foi de 124.120 GEO, um aumento frente às 122.680 GEO produzidas no 1S24, a preços constantes. Esse volume representa 47% do limite inferior e 41% do limite superior do Guidance de 2025, reforçando a confiança da Companhia em atingir sua meta anual, mesmo com Borborema ainda em fase de ramp-up.
No trimestre, o volume de vendas no 2T25 foi de 62.452 GEO, 1% abaixo do 2T24 e 3% acima do 1T25. Esse desempenho foi em linha com as expectativas da Companhia, diante da fase de investimento da mina Apoena, e menor volume de vendas em Aranzazu, o qual foi impactado negativamente pela conversão de cobre para GEO, mesmo com o volume vendido de cobre de16.815 mil libras, 30% acima do 2T24 e 23% do 1T25. As vendas também foram afetadas queda nas vendas de Minosa, o que foi parcialmente compensado pela produção preliminar de Borborema e maior volume de vendas em Almas. Na comparação anual, a redução de vendas reflete a menor produção em Minosa e Apoena e o impacto da conversão de ouro em Aranzazu. No acumulado do 1S25, o volume de vendas caiu 7%, principalmente devido às reduções em Aranzazu (conversão GEO), Apoena e Minosa.
A Receita Líquida atingiu o recorde de US$190,4 milhões no 2T25, um aumento de 42% em relação ao 2T24 e de 18% frente ao 1T25, impulsionada principalmente pela valorização do preço do ouro. No 1S25, a Receita Líquida totalizou US$352,2 milhões, um aumento de 32% frente ao 1S24.
O preço médio líquido realizado do ouro no 2T25 foi de US$3.185/oz, um aumento de 14% em relação ao 1T25 e de 44% frente ao 2T24 (US$2.208/oz). No 1S25, o preço médio foi de US$2.986/oz, representando uma alta de 42% em relação ao 1S24.
O preço médio realizado do cobre foi de US$4,46/lb no 2T25, um aumento de 5% em relação ao 1T25 e em linha com o 2T24. No 1S25, o preço médio foi de US$4,36/lb, alta de 5% frente ao 1S24.
O EBITDA Ajustado atingiu um novo recorde histórico de US$106,2 milhões no 2T25, marcando o quarto trimestre consecutivo de recorde reportado pela Aura. O desempenho foi impulsionado por uma combinação de preços mais altos do ouro, manutenção dos custos caixa sob controle e aumento no volume de vendas no 2T25 em comparação com o 1T25. Na comparação com o 2T24, o EBITDA Ajustado apresentou crescimento de 90%.
O All-in Sustaining Cost (AISC) consolidado no 2T25 foi de US$1.449/GEO, representando uma redução de 1% em relação ao 1T25 (US$1.461/GEO) e um aumento de 9% em comparação ao 2T24, em linha com as expectativas da Companhia. Considerando os mesmos preços de metais do 2T24, o AISC teria sido de US$1.312/GEO no trimestre, representando uma redução de 41% em relação ao mesmo período do ano anterior, reflexo da queda nos custos em Almas, Aranzazu (em preços constantes) e Apoena.
A Dívida Líquida da Companhia totalizou US$280,6 milhões ao final do 2T25, refletindo um Capex de US$50,3 milhões — concentrado na fase final de construção do Projeto Borborema —, além do pagamento de dividendos de US$29,8 milhões e tributos anuais de US$29,5 milhões. Esse impacto foi parcialmente compensado pela redução de US$13,7 milhões na dívida, referente à quitação do passivo com a Nemesia SARL relacionado à aquisição da Bluestone. O índice Dívida Líquida / EBITDA dos últimos 12 meses caiu de 0,9x no 1T25 para 0,8x no 2T25.
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