ATLAS REFORÇA EQUIPE COM NOVO DIRETOR TÉCNICO

ATLAS REFORÇA EQUIPE COM NOVO DIRETOR TÉCNICO

A Atlas Critical Minerals, mineradora focada em terras raras, grafite, urânio e minério de ferro com operações no Brasil e ações na Nasdaq (ATCX), anunciou a chegada de James Schloffer como diretor técnico (CTO). Engenheiro químico pela Universidade de Melbourne, ele tem mais de 15 anos de experiência em engenharia de processos, do estudo e simulação de projetos ao comissionamento, otimização de plantas e operação comercial.Na área de terras raras, Schloffer atuou em projetos na Austrália e na África, incluindo a operação Browns Range e os projetos Ngualla e Nolans Bore.

A experiência é considerada estratégica para o avanço dos projetos Alto do Paranaíba e Iporá, que colocam a Atlas entre as empresas mais ativas em terras raras no Brasil.O executivo também trabalhou em estudos e projeto de concentradores de grafite. Em Minas Gerais, a Atlas conduz o projeto de grafite Malacacheta, cujo concentrado alcançou pureza de 99,9995% de carbono em testes independentes nos Estados Unidos, nível compatível com especificações de grau nuclear e com potencial de capturar prêmios relevantes frente ao grafite convencional.

Schloffer ainda acumula experiência em projetos de urânio e vanádio, área em que a Atlas já detém posições em regiões com potencial no Brasil, e em operações de minério de ferro de grandes grupos como Fortescue, Rio Tinto, Mineral Resources e Roy Hill. Esse histórico é visto como um reforço à fase de ramp‑up do projeto de minério de ferro Rio Piracicaba, ativo já gerador de receita.O novo diretor técnico conhece o ambiente de mineração brasileiro: integrou a equipe da Atlas Lithium no desenvolvimento do projeto de lítio Neves, em Minas Gerais, e atuou como engenheiro de processos sênior em projetos da Sigma Lithium no estado, com foco em testes metalúrgicos e estudos de viabilidade.

“A Atlas controla hoje um dos maiores portfólios de minerais críticos do Brasil, com mais de 218 mil hectares em direitos minerários, e está avançando em terras raras, grafite de grau nuclear, urânio e minério de ferro – todas áreas em que atuei ao longo da carreira”, afirma Schloffer. “É uma oportunidade de combinar essa experiência com um portfólio de ativos de escala e relevância estratégica.”

Para Marc Fogassa, CEO e chairman da Atlas Critical Minerals, a contratação reforça a capacidade de tirar projetos do papel em vários vetores de minerais críticos ao mesmo tempo. “O James reúne experiência prática em terras raras, grafite, urânio e minério de ferro, algo raro em um único profissional, e isso nos ajuda a acelerar a transformação de um grande portfólio em projetos efetivos em um momento de busca por cadeias de suprimento fora da China”, diz.

A Atlas Critical Minerals detém mais de 218 mil hectares em direitos minerários no Brasil, com projetos de terras raras, grafite de grau nuclear, urânio, titânio e outros minerais críticos para a transição energética, a indústria de defesa e aplicações ligadas à inteligência artificial. Um projeto de minério de ferro da companhia entrou recentemente em operação, abrindo uma frente de geração de caixa no curto prazo.

Foto:Atlas Critical Minerals Divulgação

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