IDS DA MINERAÇÃO TABOCA E O CASE: “MATRIZES DA AMAZÔNIA”

IDS DA MINERAÇÃO TABOCA E O CASE: “MATRIZES DA AMAZÔNIA”

Desafio

Conciliar a atividade minerária na Amazônia com a conservação e o desenvolvimento socioeconômico regional. O que começou em Pitinga como uma obrigação de compensação ambiental demandava uma evolução para se transformar em um legado sustentável de longo prazo, gerando valor real para as comunidades do entorno.

Estratégia

A Mineração Taboca estruturou uma atuação integrada em duas frentes sinérgicas: o Viveiro de Pitinga (foco técnico e operacional) e o Viveiro de Presidente Figueiredo (foco social e comunitário), este último gerido em parceria com a Prefeitura Municipal desde 2006.

O Viveiro de Pitinga funciona como o “coração biológico” do projeto. Com capacidade para 100 mil mudas/ano, o espaço possui um banco científico consolidado de 374 matrizes selecionadas de espécies nativas. Daqui sai a base genética que abastece o Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) da própria mineradora — apenas em 2025, 40 mil mudas foram direcionadas para plantios primários e secundários.

Essa excelência técnica foi estendida para o Viveiro de Presidente Figueiredo, cuja estrutura de 8.100 m² foi inicialmente povoada por matrizes de Pitinga. A parceria converteu a capacidade produtiva em impacto social em três pilares:

  • Desenvolvimento agroflorestal: fomento ao cultivo de espécies frutíferas de alto valor comercial, como cupuaçu e açaí, gerando renda para os produtores locais;
  • Consciência ecológica: campanhas contínuas de Educação Ambiental em escolas, praças e parques;
  • Engajamento cultural: doação massiva de mudas em grandes eventos regionais, como a tradicional Festa do Cupuaçu (foto).

Resultados

 Ao longo de duas décadas, a iniciativa alcançou a marca histórica de mais de 1 milhão de mudas distribuídas gratuitamente. A parceria transformou o cenário socioambiental de Presidente Figueiredo, convertendo a conformidade legal da mineração em um modelo vivo de bioeconomia, restauração florestal e emancipação comunitária na Amazônia.

Foto: Prefeitura de Presidente Figueiredo/Divulgação

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