EVOLUÇÃO DAS EXPORTAÇÕES DE MINÉRIO DE FERRO NO BRASIL: 1961-2024 (II)

EVOLUÇÃO DAS EXPORTAÇÕES DE MINÉRIO DE FERRO NO BRASIL: 1961-2024 (II)

Por Mathias Heidere David Siqueira Fonseca, especialistas em Recursos Minerais da Agência Nacional de Mineração (ANM)

Parte II de artigo anterior:

EVOLUÇÃO DAS EXPORTAÇÕES DE MINÉRIO DE FERRO NO BRASIL: 1961-2024 (I)

Cotações

A partir do crescimento da demanda da China, o modelo das cotações anuais – Sistema de Benchmark utilizado por cerca de 4 décadas e vigente até 2009 – foi sofrendo alterações na sua periodicidade e metodologia (da negociação anual para trimestral/mensal), adotando o modelo de variação diária das cotações, com a existência de vários índices (IODEX, PLATTS, CRF/Dalian, Stell Index, Metal Bulletim). Em 2012, a China lançou uma plataforma online de negociação de minério de ferro, com o objetivo de definir um preço único. Essa plataforma é operada pela Beijing Iron Ore Trading Center Corporation (COREX), em parceria com a China Beijing International Mining Exchange (CBMX) e outras entidades do setor.

Em 2013 foram lançados os contratos futuros de minério de ferro na China (Dalian Commodity Exchange – DCE), sendo os primeiros do mundo atrelados a entregas físicas, e hoje, a principal referência para o mercado asiático, influenciando os preços globais. As negociações refletem demanda chinesa, oferta global e expectativas sobre políticas econômicas e de aço na China (geralmente com referências complementares na Bolsa de Cingapura – SGX). Além disso, visam oferecer aos compradores chineses (mineradoras e siderúrgicas) ferramentas de proteção (hedging) contra a volatilidade dos preços do minério de ferro.

As cotações do minério de ferro têm como referência o teor de 62% com prêmios e/ou penalizações conforme a qualidade do lote de minério. Já existem estudos para precificar o minério de ferro com teores de 61%. O Índice de Minério de Ferro da Platts (da S&P Global) continua sendo o índice de referência de preços mais utilizado.

Com a crise econômica iniciada em 2008 houve uma queda na demanda mundial por minério de ferro e, embora tenha havido uma recuperação parcial, a exemplo da China, ela não ocorreu de forma sustentada, o que causou redução nos preços a partir de 2011, afetando o lucro das mineradoras. A crise do subprime e ajustes na economia chinesa impactam na redução das cotações do minério de ferro até dezembro de 2015, como mostra o Gráfico 01.

Em 2008 surgia a mineradora FMG (Fortescue Metals Group), que desenvolveu ativos de mineração de classe mundial na região de Pilbara, na Austrália Ocidental. É a terceira maior produtora de minério de ferro da Austrália e quarta maior do mundo. Em 2014 era iniciado o projeto Minas-Rio da Anglo American, no qual a Vale passou a ter participação de 15% em 2024 para viabilizar o aproveitamento do depósito mineral Serpentina na mesma região.

Reduções de oferta de minério por parte de paralisação e fechamento de minas, devido aos desastres das barragens de Mariana (Samarco) e Brumadinho (Vale), impactaram na redução da oferta de minério de ferro, valorizando as cotações.

Em maio de 2021, a cotação do minério de ferro no Platts 62% Fe (IODEX) atingiu o recorde de US$ 233,1 por tonelada seca (dmt). A produção de aço bruto da China aumentou de forma constante para 1,065 bilhão de toneladas em 2020, ante 928 milhões de toneladas em 2018. A Índia teve forte crescimento no setor siderúrgico atingindo a marca de 101,5 milhões de toneladas em 2017. Segundo a avaliação da Shanghai Metals Market (SMM), espera-se que a meta de capacidade de aço bruto de 300 milhões de toneladas estabelecida pela Política Nacional do Aço (2017) da Índia seja atingida em apenas cerca de 80%, resultando na capacidade de aproximadamente 240 milhões de toneladas até 2030.

Vale encerrou o ano de 2021 com um lucro recorde de R$ 121,2 bilhões, valor 353% maior do que o registrado em 2020. A receita operacional líquida da empresa totalizou R$ 293,5 bilhões em 2021, um aumento de R$ 87,4 bilhões em relação a 2020, refletindo as melhores condições de mercado. Os preços recordes do minério de ferro em 2021 refletiram na arrecadação da CFEM (Compensação Financeira pela Exploração Mineral) no Brasil, que atingiu R$ 10,3 bilhões, dos quais R$ 8,7 bilhões referentes ao minério de ferro. Para efeito comparativo, a Rio Tinto informou lucro líquido recorde em 2021 de US$ 21,09 bilhões, mais do que dobrando os ganhos de US$ 9,77 bilhões do ano anterior.

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Gráfico 01: Cotações do minério de ferro (US$/t)

Fonte: https://www.macrotrends.net/3359/global-iron-ore-prices

Desenvolvimento tecnológico, logístico e sustentabilidade do setor

O processamento do minério de ferro apresentou contínuo desenvolvimento nos processos de concentração (flotação e separação magnética). Na década de 1990 foram implementadas em diversas usinas o uso de espirais e jigagem, visando enriquecer a fração do sínter feed. Importante citar também o aproveitamento de itabiritos compactos, estendendo a vida útil de diversas operações, notadamente Itabira com os projetos Cauê, Conceição I e II (a partir de 2013) e Vargem Grande (além de outras operações em diversas mineradoras – Usiminas, CSN, ArcelorMittal etc.). Como exemplo, a operação da mina de Abóboras (Vale) será prolongada de 2029 para 2050. No aproveitamento dos itabiritos compactos, a Vale tem estudos para expansão de minas no Quadrilátero Ferrífero (Mariana, Pico, Fábrica etc.). Na Mina S11D, no Pará, iniciada em 2016, foram adotadas várias soluções como o transporte do minério lavrado por correias transportadoras (sistema truckless) e seu beneficiamento a umidade natural, reduzindo os custos de produção e a emissão de CO2.

As operações com rejeitos também apresentaram expressivo desenvolvimento, com adoção de sistemas de filtragem (uso de filtro prensa) após a classificação por ciclonagem (separando a fração grossa – agregados e a fração fina –lamas). As mineradoras pioneiras na filtragem de rejeitos foram a Vallourec e a Minerita. A lama, fração fina do rejeito obtida após a etapa de ciclonagem, é filtrada e empilhada no Sistema de Disposição de Rejeitos Filtrados – Dry Stacking, eliminando a necessidade de barragens de rejeito.

Por outro lado, houve um forte desenvolvimento no reaproveitamento dos rejeitos, seguindo as premissas da Economia Circular e Agenda ESG. Em 2023, a Vale concluiu a implantação de sua quarta planta de filtragem, na mina Cauê do Complexo de Itabira. As outras três estão instaladas nos complexos de Vargem Grande, Brucutu e Itabira (mina Conceição), também em Minas Gerais. Juntas, elas têm capacidade de filtrar 60 Mtpa. Destaca-se ainda o enorme investimento na descaracterização de barragens de rejeitos. Os processos de beneficiamento a seco (umidade natural) também estão sendo implementados, além da utilização de tecnologias inovadoras (magnéticas) para minérios de menor teor (FDMS – Fines Dry Magnetic Separation). Também estão sendo construídas estruturas extras de contenção de rejeitos, dentre outras ações (monitoramento etc.) visando segurança das barragens de rejeitos e pilhas de estéril.

Para garantir regramento e segurança jurídica do setor, a ANM (Agência Nacional de Mineração) desenvolveu procedimentos regulatórios (rejeitos, barragens, pilhas de estéril etc.), que são continuamente revisados. Cabe destacar a crescente complexidade existente nas atividades de mineração, que vão desde a etapa de pesquisa mineral até o fechamento da mina e pós-uso das áreas mineradas. A relação com as partes interessadas (stakeholders) mostra o crescente empoderamento e protagonismo desses agentes, exigindo novas abordagens e estratégias. Somado a isso destaca-se a importância da Licença Social para Operar (LSO) e o relacionamento com as comunidades. Citamos ainda os Hubs de inovação em mineração (Mining Hub) conectando mineradoras, startups e fornecedores para desenvolver soluções tecnológicas sustentáveis, eficiência operacional, segurança, ESG e otimizar a cadeia do setor gerando um ecossistema de inovação.

A análise avançada de grandes volumes de dados (advanced analytics aplicada a big data) permite depuração das operações nas minas e aplicação das técnicas de Inteligência Artificial (IA). Os processos de digitalização, automação e controle remoto aumentam a segurança e produtividade das operações.

A Vale também otimiza a sua logística e operações ao longo de toda a cadeia do minério de ferro. Citamos o Memorando de Entendimento (MoU) com o Porto do Açu para estudar o desenvolvimento de um Mega Hub em São João da Barra, litoral fluminense, destinado à produção de HBI (Hot Briquetted Iron), também denominado ferro-esponja. Esse modelo visa implementar complexos industriais voltados à fabricação de produtos siderúrgicos de baixo carbono, semelhante ao que está sendo implantado pela empresa em três países do Oriente Médio (Arábia Saudita, Emirados Árabes e Omã).

A mineradora está, ainda, implementando o seu polo de produção de briquetes, tendo firmado acordo com a Midrex Technologies para o desenvolvimento de uma solução técnica para o uso de briquetes em plantas de redução direta (DRI). Malásia, Filipinas e Omã são usados como hubs logísticos para redistribuição para outros países, principalmente a China. Dessa forma, a Vale otimiza seu portfólio de produtos, refinando o processo de blendagem e mistura de minérios. O minério ‘high-grade’ tem se tornado ainda mais valioso nos últimos anos porque é o único que pode ser usado em processos mais sustentáveis de produção de aço — hoje a principal aposta das siderúrgicas para reduzir suas emissões.

A mineração de ferro enfrenta pressões crescentes por práticas mais sustentáveis. No Brasil, iniciativas de empresas incluem:

– Redução de emissões de carbono;

– Uso de energia renovável nas operações;

– Recuperação de áreas mineradas;

– Mineração 4.0: uso de drones e automação-digitalização;

– Tecnologias para redução e reaproveitamento de rejeitos.

Maiores importadores de minério de ferro do Brasil

Na tabela 01 podemos verificar o impacto da China em relação aos demais países importadores, com valor total da ordem de US$ 272,31 bilhões nas exportações de minério de ferro entre 1997 e 2024. Em 1997, as importações chinesas de minério do ferro do Brasil atingiram US$ 179,43 milhões e, em 2020, US$ 18,69 bilhões. Em 2024, foram US$ 20,06 bilhões e, em 2021, ano do recorde das cotações, US$ 29,02 bilhões. A China responde por cerca de 70% das exportações de minério de ferro do Brasil.

Em 1980, a China produzia 37 Mtpa de aço, atingindo 61 Mtpa em 1990 e 128,5 Mtpa em 2000.  Em 2022 atingia 1,022 Bt e, em 2024, um total de 1,005 Bt. A Vale, na apresentação “Vale Day 2025”, estima redução na produção de aço da China para 950 Mt em 2030.

 

Maiores importadores de Minério de Ferro do Brasil (1997 a 2024)
Principais Países US$ Bilhões
China 272,31
Japão 39,27
Malásia 19,17
Coreia do Sul 18,05
Países Baixos 17,10
Alemanha 15,99
Italia 11,86
Argentina 11,77
Barein 10,79
França 10,62
Egito 7,22
Filipinas 6,77
Subtotal (Top 12) 440,92
Total Geral de Exportações 517,88
Percentuais (%)
China/total 52,58
12 maiores países/total 85,14

Tabela 01: Principais importadores de minério de ferro do Brasil – 1997 a 2024
Fonte: ANM (Sumários, Anuários) / Comexstat (MDIC)

Efeito China e Geopolítica

Em 2022, a formação do China Mineral Resources Group (CMRG) representa a mais recente tentativa de usar o poder estatal para suprimir o poder de mercado. O CMRG foi criado com o objetivo de representar as siderúrgicas chinesas como comprador de minério de ferro, impedindo a competição entre elas, sendo atualmente o maior importador de minério de ferro do mundo. A entidade mantém estoques substanciais de minério de ferro em diversos portos, formando uma reserva nacional que pode ser liberada por curtos períodos para suavizar a volatilidade ou, como medida de segurança, em situações como a atual proibição de importações para algumas empresas/países, manter o fornecimento para as siderúrgicas (enquanto pressiona exportadoras como a BHP, com suspensão das compras em setembro/2025).

A China espera ter maior poder de mercado, controlando as cotações, com exigências para não aplicação do Índice Platts, contratos com prazos mais longos e pagamento em moeda chinesa. Isso mostra que o mercado mundial de minério de ferro está com capacidade de oferta (além da redução da atividade siderúrgica na China e no Mundo). A Worldsteel, associação global de produtores de aço, divulgou que a produção mundial de aço bruto alcançou 143,3 Mt em outubro de 2025, uma queda de 5,9% na comparação a outubro de 2024. Em 2024, a Austrália representou 54,3% das exportações globais de minério de ferro, enquanto a China importou 73,4% da oferta global.

Após três décadas da confirmação da potencialidade dos depósitos de Simandou (Guiné) pela Rio Tinto, o projeto foi inaugurado em 2025 e será operado em 4 blocos. A Simfer, uma joint venture entre a Rio Tinto, a Chalco e o governo guineense, operam os Blocos 3 e 4 no sul. A produção deverá atingir 120 Mtpa de minério de ferro de alta qualidade até 2030. Para a China, o projeto Simandou, onde tem participação acionária, tem importância estratégica, elevando a oferta mundial e garantindo fornecimento de minério de elevada qualidade (acima de 65% Fe). A segunda mina em Simandou (projeto WCS), será construída pela Baowu, maior produtora de aço do mundo, em parceria com um consórcio liderado pelo Winning International Group, uma empresa de Singapura. Ao diversificar suas importações, a China ganha maior poder de negociação destacando a sua influência crescente na África, onde desenvolve diversos projetos de mineração para diversos bens minerais.

Conclusões e considerações

O minério de ferro permanece como um dos ativos mais estratégicos para a economia brasileira. Sua produção robusta, aliada à qualidade reconhecida internacionalmente, garante ao Brasil um papel central no comércio global desse minério. É a principal commodity mineral brasileira e representa uma fatia significativa da balança comercial. Em 2024, o Brasil exportou cerca de 389 Mt (veja Tabela 02, sobre produção e exportações), a maior parte para a China, que recebeu 276,7 Mt, o equivalente a 71% do total embarcado pelo Brasil. As exportações totais de minério de ferro foram importantes para a formação das reservas cambiais do Brasil, reduzindo sua vulnerabilidade e contribuindo para uma taxa de câmbio mais favorável.

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Entre 2002 e 2024, foram arrecadados no total, no Brasil, R$ 62,396 bilhões de CFEM, sendo R$ 46,201 bilhões relativos ao minério de ferro. Somente em 2021, foram R$ 10,28 bilhões de CFEM, com o minério de ferro atingindo R$ 8,7 bilhões. A Lei nº 13.540/2017 dinamizou a cobrança de CFEM com base na incidência no preço de venda do bem mineral salvo exceções.

O cenário do mercado internacional é cada vez mais complexo, com a elevação da oferta e entrada em produção de diversos projetos com participação e/ou apoio da China. A redução do consumo de aço pela China e a reciclagem de sucatas são outros aspectos impactantes. A Vale tem como vantagem a qualidade de seus minérios e a produção de briquetes de minério de ferro, com impactos positivos no processo siderúrgico e ambiental, possibilitando abrir novos mercados.

A transição em curso na economia chinesa, de um crescimento impulsionado pela construção civil e infraestrutura para um crescimento centrado no consumo, remodela as necessidades de recursos minerais do país (tecnologia, transição energética e bens de consumo). Essa mudança estrutural altera tanto o volume quanto as especificações de qualidade da demanda de minério de ferro da China.

Apesar da posição consolidada, a exportação de minério de ferro no Brasil enfrenta alguns pontos de atenção:

  • Concorrência: a Austrália mantém custo de produção e logística menores;
  • Pesquisa tecnológica (PD&I)/Automação/digitalização: Mineração 4.0;
  • Aço verde: briquetes e minérios com elevados teores (menor presença de impurezas);
  • Elevação da reciclagem do aço: aproveitamento de sucatas;
  • Ascensão de novos processos siderúrgicos (Fornos Elétricos a Arco –
  • FEA);
  • Regulação adequada/segurança jurídica;
  • Barreiras tarifárias: Tarifas dos EUA (Governo Trump);
  • Flutuações das cotações;
  • Sustentabilidade/exigências ambientais crescentes: pressão global para reduzir emissões de CO₂ na cadeia do minério e do aço; e
  • Diversificação de mercados/competição com novos fornecedores: elevada dependência da China (mais de 70%) e surgimento de novos concorrentes, elevando a oferta. Porém, surgem novos mercados como a Índia.

É necessário compreender a crescente complexidade que envolve o setor mineral no Brasil e no mundo. A tendência de redução dos teores dos minérios e/ou sua exploração em áreas de risco político ou com restrições logísticas fazem com que o custo de produção tenda a se elevar, associado com crescentes demandas ambientais. A economia circular, relação com stakeholders, redução da emissão de gases causadores do efeito estufa e a implementação das práticas ESG (Ambientais, Sociais e de Governança) exigem das empresas mineradoras profundas mudanças desde a área operacional, a formulação de estratégias completamente inovadoras e a gestão de novos indicadores (além dos operacionais e financeiros).

Com investimentos em sustentabilidade, valor agregado e infraestrutura logística, o Brasil tem condições de consolidar sua posição no mercado de minério de ferro, não apenas em volume, mas em eficiência e responsabilidade socioambiental.

Foto: Ferroport: terminal portuário de minério de ferro em São João da Barra-RJ (Ferroport Divulgação)

Referências

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Produção Mundial de aço apresenta nova queda

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