{"id":29247,"date":"2025-11-27T14:09:52","date_gmt":"2025-11-27T17:09:52","guid":{"rendered":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/?p=29247"},"modified":"2025-11-27T14:14:02","modified_gmt":"2025-11-27T17:14:02","slug":"evolucao-das-exportacoes-de-minerio-de-ferro-no-brasil-1961-2024-parte-i","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/evolucao-das-exportacoes-de-minerio-de-ferro-no-brasil-1961-2024-parte-i\/","title":{"rendered":"EVOLU\u00c7\u00c3O DAS EXPORTA\u00c7\u00d5ES DE MIN\u00c9RIO DE FERRO NO BRASIL: 1961-2024 (I)"},"content":{"rendered":"<h5><strong>Por Mathias Heider<sup>\u00a0<\/sup>e David Siqueira Fonseca, <sup>1<\/sup>Especialistas em Recursos Minerais da Ag\u00eancia Nacional de Minera\u00e7\u00e3o (ANM)<\/strong><\/h5>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>No Brasil, com a operacionaliza\u00e7\u00e3o da ent\u00e3o Companhia Vale do Rio Doce \u2013 CVRD (atual Vale), em 1942, foi dado o passo inicial para a consolida\u00e7\u00e3o do pa\u00eds no mercado mundial de min\u00e9rio de ferro. Ao longo dos anos seguintes, o desenvolvimento da infraestrutura log\u00edstica (ferrovias, portos, minerodutos) e produtiva (novas minas\/expans\u00f5es) do segmento alavancaram a conquista de novos mercados.<\/p>\n<p>A ind\u00fastria de min\u00e9rio de ferro funciona, fundamentalmente, baseada no setor sider\u00fargico e varia em fun\u00e7\u00e3o de sua demanda, que influencia seu pre\u00e7o no mercado mundial. O ciclo de alta, notadamente observado a partir de 2004, mostrou a domin\u00e2ncia da Vale, BHP e Rio Tinto. A exuber\u00e2ncia das exporta\u00e7\u00f5es das commodities minerais beneficiou notadamente a Austr\u00e1lia e o Brasil (contribuindo muito com a forma\u00e7\u00e3o das reservas cambiais, dentre diversos outros benef\u00edcios). Em 2008 surgiria, na Austr\u00e1lia, um novo player, a FMG (Fortescue Metals Group) que se consolidaria como a quarta produtora mundial de min\u00e9rio de ferro.<\/p>\n<p>Para atender a esse mercado, a Vale realizou investimentos estrat\u00e9gicos em 2000\/2001, adquirindo diversas mineradoras no Brasil (MBR, Samitri\/Samarco, Ferteco, Socoimex e, posteriormente, a MCR e a Ferrous), otimizando o mix de produtos em Minas Gerais. Tamb\u00e9m elevou a produ\u00e7\u00e3o no Sistema Norte, em Caraj\u00e1s, aproveitando suas vantagens competitivas (escala\/custo de produ\u00e7\u00e3o, sinergias, reservas, log\u00edstica otimizada e qualidade do min\u00e9rio de ferro). O min\u00e9rio de ferro de elevado teor de Caraj\u00e1s tem, no mercado mundial, b\u00f4nus (pr\u00eamio) pela sua qualidade, refletindo o menor impacto ambiental e maior produtividade nos altos fornos no processo de fabrica\u00e7\u00e3o do a\u00e7o.<\/p>\n<p>A Austr\u00e1lia, por sua vez, tem a vantagem da maior proximidade da China, com menor custo de frete, como pode ser visto na figura 01. Em 2005, as exporta\u00e7\u00f5es de min\u00e9rio de ferro da Austr\u00e1lia ultrapassaram as do Brasil, refletindo as expans\u00f5es e novos projetos na regi\u00e3o de Pilbara.<\/p>\n<figure id=\"attachment_29248\" aria-describedby=\"caption-attachment-29248\" style=\"width: 700px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/fluxo-minerio-de-ferro-brasil-china.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-29248 size-full\" src=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/fluxo-minerio-de-ferro-brasil-china.png\" alt=\"fluxo min\u00e9rio de ferro brasil-china\" width=\"700\" height=\"461\" srcset=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/fluxo-minerio-de-ferro-brasil-china.png 700w, https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/fluxo-minerio-de-ferro-brasil-china-300x198.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-29248\" class=\"wp-caption-text\">Figura 01: Fluxo de transporte de min\u00e9rio da China (Brasil e Austr\u00e1lia)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Em 2024, a Austr\u00e1lia produziu cerca de 930 Mt de ferro (37,2% da produ\u00e7\u00e3o global), com exporta\u00e7\u00f5es no valor de AU$ 141 bilh\u00f5es (US$ 95 bilh\u00f5es). No mesmo ano, o Brasil exportou US$ 29,9 bilh\u00f5es (338,7 Mt) e produziu 447 Mt. Em julho de 2025, as exporta\u00e7\u00f5es do Brasil apresentaram volume recorde mensal com 41,1 Mt, gerando uma receita de US$ 2,62 bilh\u00f5es, conforme dados da SECEX (Secretaria de Com\u00e9rcio Exterior).<\/p>\n<p>O cen\u00e1rio futuro das exporta\u00e7\u00f5es de ferro \u00e9 desafiador. A depend\u00eancia das importa\u00e7\u00f5es chinesas, reciclagem do a\u00e7o e o aumento mundial da oferta com novos projetos\/expans\u00f5es &#8211; produ\u00e7\u00e3o na \u00c1frica, a exemplo da mina de Simandou, na Guin\u00e9, com capacidade anual estimada em 90 Mt &#8211; podem impactar na eleva\u00e7\u00e3o da oferta do min\u00e9rio de ferro e\/ou redu\u00e7\u00e3o do consumo mundial, refletindo fortemente nas cota\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Hist\u00f3rico<\/strong><\/p>\n<p>No come\u00e7o, pelos idos de 1942\/45, o min\u00e9rio de ferro era extra\u00eddo nas minas do Brasil na base da picareta e do pic\u00e3o, carregado manualmente em carro\u00e7as de burros, que saiam do alto do Pico do Cau\u00ea e seguiam por quase dois quil\u00f4metros at\u00e9 a Esta\u00e7\u00e3o de Itabira, em Minas Gerais. O min\u00e9rio era, ent\u00e3o, jogado manualmente, com o uso de p\u00e1s, em cima de vag\u00f5es ferrovi\u00e1rios, que formavam comboios puxados pelas \u201cmarias-fuma\u00e7as\u201d, com destino ao porto em Vit\u00f3ria (ES), onde a opera\u00e7\u00e3o manual era repetida para sua descarga. O navio ingl\u00eas SS Baron Napier, que fez o primeiro embarque de min\u00e9rio de ferro da Vale para o exterior, em 27 de julho de 1942, tinha capacidade de carga de 5.500 toneladas. Nessa \u00e9poca, os maiores navios do mundo comportavam 30 mil toneladas de carga e no Cais de Atalaia, em Vit\u00f3ria, (ES), inaugurado pela Vale em 1950, os navios da linha Liberty carregavam 10 mil toneladas.<\/p>\n<figure id=\"attachment_29249\" aria-describedby=\"caption-attachment-29249\" style=\"width: 700px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Foto1-e1762375942690.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-29249 size-full\" src=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Foto1-e1762375942690.jpg\" alt=\": Cais de Atalaia e Paul, da Vale, em Vit\u00f3ria (ES), no final da d\u00e9cada de 1950Fonte: Vale \" width=\"700\" height=\"504\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-29249\" class=\"wp-caption-text\">Foto 01: Cais de Atalaia e Paul, da Vale, em Vit\u00f3ria (ES), no final da d\u00e9cada de 1950.\u00a0 Fonte: Vale<\/figcaption><\/figure>\n<p>Tudo evoluiu incrivelmente. O min\u00e9rio passou a ser detonado, os equipamentos de produ\u00e7\u00e3o se tornaram maiores e as \u201cmarias-fuma\u00e7as\u201d foram sendo substitu\u00eddas. Os navios foram elevando sua capacidade de carga e reduzindo o custo de frete, o que foi viabilizando a venda de min\u00e9rio de ferro da Vale em novos mercados. Em 1940\/41 era inaugurado o cais comercial do Porto de Vit\u00f3ria. Em 1942, a Vale iniciava suas exporta\u00e7\u00f5es com 35.407 toneladas, representando 11,2% do total brasileiro (316.033 t). Em 1950, a Vale j\u00e1 exportava 721.765 toneladas, de um total de 890.125 t no Brasil. Em 1946 era tamb\u00e9m criada a CSN (Cia.Sider\u00fargica Nacional), que tinha a Mina Casa de Pedra, em Congonhas (MG).<\/p>\n<p>Ap\u00f3s imensas dificuldades e novos aportes financeiros, a situa\u00e7\u00e3o da Vale come\u00e7ou a melhorar em 1948, quando o pre\u00e7o do min\u00e9rio de ferro saltou de US$ 5,22\/t, em 1947, para US$ 6,67\/t e as vendas no mercado interno e exporta\u00e7\u00f5es voltaram a crescer, principalmente para os Estados Unidos (EUA). Na d\u00e9cada de 1950 surgiam, nos EUA, os processos de concentra\u00e7\u00e3o e aglomera\u00e7\u00e3o (sinteriza\u00e7\u00e3o\/pelotiza\u00e7\u00e3o), possibilitando o aproveitamento do min\u00e9rio taconito.<\/p>\n<p>Em 1956, o mercado internacional come\u00e7a a exigir maior multiplicidade de tipos de min\u00e9rios. No Brasil, com a elei\u00e7\u00e3o de Juscelino Kubitschek para a Presid\u00eancia da Rep\u00fablica, foi lan\u00e7ado o Plano de Metas que previa a maior participa\u00e7\u00e3o do capital estrangeiro no pa\u00eds, a acelera\u00e7\u00e3o da industrializa\u00e7\u00e3o e a migra\u00e7\u00e3o de investimentos para o interior. Entre os itens destacados estava a maior exporta\u00e7\u00e3o do min\u00e9rio de ferro brasileiro e a expans\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7o.<\/p>\n<h3><strong>Log\u00edstica<\/strong><\/h3>\n<p>Apesar da queda dos pre\u00e7os de US$ 12,93\/t, entre 1951 e 1954 (devido \u00e0 Guerra da Coreia), para US$ 7,99\/t, entre 1960 e 1972, a log\u00edstica passou a ser essencial na redu\u00e7\u00e3o dos custos, bem como os contratos de longo prazo, com o Jap\u00e3o, por exemplo, que fez sua primeira compra em 1955. Os contratos com a Samitri e a Ferteco garantiam um tipo de venda casada com o min\u00e9rio da Vale para sider\u00fargicas na Alemanha e B\u00e9lgica, quando foram ampliados os ramais ferrovi\u00e1rios para escoar a produ\u00e7\u00e3o dessas empresas. O porto de Tubar\u00e3o (ES) passou por constantes expans\u00f5es, de modo a atender, entre outros, navios de grande porte que reduziram ainda mais os custos de frete.<\/p>\n<p>A Vale diversificou seus mercados, passando a vender mais para a Europa (e o leste Europeu). Em 1960, a empresa exportou 4,3 Mt de min\u00e9rio de ferro, sendo 28,91% para os EUA (em 1951, foram 1,3 Mt, 81,3% para os EUA), um ano depois de se tornar acionista de quatro empresas sider\u00fargicas: Usiminas, CSN, Cosipa e Cofavi.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a mineradora criou, em 1960, a Docenave (Vale do Rio Doce Navega\u00e7\u00e3o), que fazia o transporte internacional de min\u00e9rio de ferro na ida e, na volta, trazia petr\u00f3leo ou carv\u00e3o metal\u00fargico para as sider\u00fargicas nacionais, reduzindo consideravelmente seus custos. Em 2001, a Vale encerrou as atividades da Docenave e, em 2008, reavaliou a decis\u00e3o, passando a adquirir os navios classe Valemax, com 400 mil toneladas de capacidade de carga. Em 2014, a empresa tinha uma frota de 34 Valemax, 19 pr\u00f3prios e os demais fretados. O Valemax representou ganhos de escala, redu\u00e7\u00e3o de custos, maior efici\u00eancia nos portos e redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es de CO2. Em 2024 foram iniciados testes para o uso de velas rotativas, compostas de cinco rotores cil\u00edndricos, com cerca de 35 m de altura e 5 m de di\u00e2metro cada, gerando redu\u00e7\u00e3o de consumo de combust\u00edvel.<\/p>\n<p>Em 1966 era inaugurado o Porto de Tubar\u00e3o, em Vit\u00f3ria (ES), a um custo da ordem de US$ 100 milh\u00f5es na \u00e9poca, com capacidade de receber navios de 100 mil toneladas (os Ore-Oil), estabelecendo o conceito de \u00a8dist\u00e2ncia econ\u00f4mica\u00a8 e viabilizando o mercado japon\u00eas. Cabe destacar a vis\u00e3o de Eliezer Batista, que aos 36 anos em 1961, j\u00e1 era presidente da Vale. Gra\u00e7as a ele, a empresa entrou numa fase de crescimento vertiginoso e passou de uma produ\u00e7\u00e3o de 10 Mtpa, em 1966, para 18 Mtpa em 1970, atingindo a marca de 56 Mtpa em 1974, ano em que a ent\u00e3o estatal assumiu a lideran\u00e7a mundial na exporta\u00e7\u00e3o de min\u00e9rio de ferro.<\/p>\n<h3><strong>Produ\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<p>Em 1967, uma equipe de ge\u00f3logos pousou na regi\u00e3o de Caraj\u00e1s (PA) a servi\u00e7o da Meridional (US Steel), identificando imensos dep\u00f3sitos de min\u00e9rio de ferro. Em 1970 foi constitu\u00edda a joint venture Amaz\u00f4nia Minera\u00e7\u00e3o (AMZA), composta pela Vale (51%) e pela Companhia Meridional de Minera\u00e7\u00e3o (49%). Em 1977, a Vale acabou fechando acordo pelos ativos da Meridional em Caraj\u00e1s por cerca de US$ 50 milh\u00f5es. O Programa Grande Caraj\u00e1s (PGC) foi regulamentado pelos Decreto-lei n\u00ba 1.813, de 24 de novembro de 1980\u00a0e Decreto do\u00a0<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Poder_Executivo\">Poder Executivo<\/a>\u00a0n\u00b0 85.387, de 24 de novembro de 1980,\u00a0que criou o conselho interministerial do\u00a0PGC\u00a0para supervisionar o programa. A opera\u00e7\u00e3o de lavra foi iniciada em 1985 na mina N4E (em ritmo inicial de 25 Mtpa), com v\u00e1rias expans\u00f5es. A posterior inaugura\u00e7\u00e3o pela Vale das minas Serra Leste (2014) e S11D (2016\/17), consolidaram o sistema Norte com elevada qualidade e reduzido custo de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No Brasil, o aproveitamento dos itabiritos seria viabilizado a partir do in\u00edcio da d\u00e9cada de 1970, atrav\u00e9s do processo de flota\u00e7\u00e3o, em opera\u00e7\u00e3o a partir de 1973 na Mina do Cau\u00ea, do Sistema Sul da Vale, em Minas Gerais. A primeira usina de pelotiza\u00e7\u00e3o da mineradora (2 Mtpa) havia sido inaugurada em 1969, no porto de Tubar\u00e3o (ES). Em 2014 j\u00e1 havia oito usinas no complexo. Para maiores informa\u00e7\u00f5es, vide em <a href=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/evolucao-do-parque-de-pelotizacao-no-brasil\/\">https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/evolucao-do-parque-de-pelotizacao-no-brasil\/<\/a>. Desde 2023, uma dessas usinas, com ajustes de processo, produz briquetes, coroando uma promissora inova\u00e7\u00e3o da Vale. Uma segunda unidade tem implementa\u00e7\u00e3o prevista para 2025.<\/p>\n<p>Em 1973 era iniciada a produ\u00e7\u00e3o na Mina de \u00c1guas Claras, da MBR (Minera\u00e7\u00f5es Brasileiras Reunidas), hoje da Vale, possibilitando uma nova expressiva eleva\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o nacional. No mesmo ano, ainda, foi realizada a primeira venda de min\u00e9rio de ferro para a China, consolidando a Docenave no transporte transoce\u00e2nico de min\u00e9rio de ferro.<\/p>\n<p>Em 1977 eram inaugurados o projeto Germano (Samarco) e a usina de pelotiza\u00e7\u00e3o de Ubu (ES), al\u00e9m da expans\u00e3o da mina de F\u00e1brica (Ferteco), com separa\u00e7\u00e3o magn\u00e9tica e usina de pelotiza\u00e7\u00e3o (3,5 Mtpa). A Samarco foi fundada pela Marcona, operadora de uma grande mina no Peru, que j\u00e1 tinha experi\u00eancia na concentra\u00e7\u00e3o e pelotiza\u00e7\u00e3o. A Vale tamb\u00e9m prosseguiu com a amplia\u00e7\u00e3o de sua produ\u00e7\u00e3o, com a implanta\u00e7\u00e3o dos projetos Timbopeba e Minas do Meio, em Minas Gerais, e opera\u00e7\u00e3o da Urucum Minera\u00e7\u00e3o, no Mato Grosso (1977); do Complexo de Concei\u00e7\u00e3o (1979) e da Mina Capanema (1982), tamb\u00e9m em Minas Gerais, entre outros ativos miner\u00e1rios. Em 1977, ainda, foi iniciada a constru\u00e7\u00e3o do Sistema Norte em Caraj\u00e1s (PA), interligando mina, ferrovia e porto.<\/p>\n<figure id=\"attachment_29250\" aria-describedby=\"caption-attachment-29250\" style=\"width: 438px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Foto2.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-29250 size-full\" src=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Foto2.png\" alt=\"Primeira pelotiza\u00e7\u00e3o da Vale em Vit\u00f3ria\/ES (1969)- Fonte: IBGE\" width=\"438\" height=\"587\" srcset=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Foto2.png 438w, https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Foto2-224x300.png 224w\" sizes=\"auto, (max-width: 438px) 100vw, 438px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-29250\" class=\"wp-caption-text\">Foto 02: Primeira pelotiza\u00e7\u00e3o da Vale em Vit\u00f3ria\/ES (1969)- Fonte: IBGE<\/figcaption><\/figure>\n<p>Em 1997 houve a privatiza\u00e7\u00e3o da Vale, com vit\u00f3ria do Cons\u00f3rcio Brasil (CSN\/Bradesco\/Fundos de pens\u00e3o), que arrematou 41,73% das a\u00e7\u00f5es com direito a voto da estatal por R$ 3,338 bilh\u00f5es.\u00a0O principal concorrente foi o Cons\u00f3rcio Valecom, liderado pelo Grupo Votorantim, com participa\u00e7\u00e3o de grupos como a Anglo American e fundos de pens\u00e3o.\u00a0Em 2025, a Anglo realizou a fus\u00e3o com a Teck Resources, passando a ser denominada AngloTeck, ap\u00f3s as duas empresas serem alvos de aquisi\u00e7\u00f5es (respectivamente pela BHP e Glencore), em neg\u00f3cio estimado em US$ 53 bilh\u00f5es.<\/p>\n<h3><strong>Expans\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<p>Na d\u00e9cada de 1990 houve o aviltamento das cota\u00e7\u00f5es do min\u00e9rio de ferro, levando as sider\u00fargicas europeias Thyssen e Arbed, que tinham opera\u00e7\u00f5es no Brasil, a venderem suas opera\u00e7\u00f5es para a Vale, marcando um vigoroso processo de fus\u00f5es e aquisi\u00e7\u00f5es a partir dos anos 2000. Na Austr\u00e1lia, a BHP e a Rio Tinto se consolidaram, formando, com a Vale, as \u201c3 BIG\u201d mundiais. Em 2008, a FMG (Australia) iniciava suas opera\u00e7\u00f5es, se tornando a quarta maior empresa no mundo. Posteriormente, as empresas ArcellorMittal, Usiminas e Gerdau iriam adquirir opera\u00e7\u00f5es de ferro no Brasil para reduzir seus custos e depend\u00eancia no mercado interno. Com a crise do subprime em 2008\/2009, houve redu\u00e7\u00e3o na procura do min\u00e9rio de ferro, impactando em suas cota\u00e7\u00f5es, com ciclo de baixa at\u00e9 janeiro de 2016 (<a href=\"https:\/\/www.marketindex.com.au\/iron-ore\">https:\/\/www.marketindex.com.au\/iron-ore<\/a>).<\/p>\n<p>Em 2021, as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de min\u00e9rio de ferro atingiram US$ 44,66 bilh\u00f5es com as cota\u00e7\u00f5es da commodity batendo recordes de valores. A Vale investiu cerca de US$ 2 bilh\u00f5es para desenvolver um complexo industrial no\u00a0<a href=\"https:\/\/www.google.com\/search?sca_esv=da5792c7619f0cb2&amp;cs=0&amp;sxsrf=AE3TifPqy8V6FfBX3eYOS5IDr2i4GQQllA%3A1759371552429&amp;q=Porto+de+Sohar%2C+em+Om%C3%A3&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwizko3juYSQAxUbnpUCHQJvG_EQxccNegQIBBAB&amp;mstk=AUtExfBVikP150kvuCcc7etVhMWd4r8-pW4BNW2C-LYva2asEfGCyY2FuBuBExqnSsoN3lOOyjEn-ztG6bIVxEbXeYq0AqrQv1bQwFYF0onzGtgzen-6ySmNUOLlhryk8U6keb07xOWPRtgEaZCu3zk-hnxp7BnMYF779Juhflei9U5RWaA&amp;csui=3\">Porto de Sohar, em Om\u00e3<\/a>,\u00a0que inclui uma unidade de pelotiza\u00e7\u00e3o (operacionalizada em 2012) com capacidade de 9 Mtpa e um centro de distribui\u00e7\u00e3o, utilizando a localiza\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica para atender aos mercados de a\u00e7o da regi\u00e3o.\u00a0 O fundo de investimentos Apollo Global Management entrou nessa opera\u00e7\u00e3o em 2024 com recursos de US$ 600 milh\u00f5es, passando a deter participa\u00e7\u00e3o de 50% na\u00a0joint venture. A Vale continuar\u00e1 a deter 100% da Vale Oman Pelletizing Company (VOPC). A Vale ainda desenvolveu Centros de Distribui\u00e7\u00e3o na Mal\u00e1sia (Terminal Mar\u00edtimo Teluk Rubiah) em 2014 e nas Filipinas em 2012, melhorando sua competitividade no que se refere \u00e0 dist\u00e2ncia do frete em rela\u00e7\u00e3o a Austr\u00e1lia.<\/p>\n<p>Entre 2013 e 2015, a Vale lan\u00e7ou os projetos Itabiritos Cau\u00ea, Concei\u00e7\u00e3o I e II e Vargem Grande (MG), para aproveitamento de itabiritos compactos. Diversas mineradoras de ferro, como a CSN, Usiminas, ArcelorMittal e Morro do Ip\u00ea, tamb\u00e9m avaliam o aproveitamento de itabiritos compactos. Em 2016, a Vale inaugurou o projeto S11D em Caraj\u00e1s, com o min\u00e9rio sendo lavrado no sistema de \u201cTruckless\u201d, empregando transportador de correia de longa dist\u00e2ncia (TCLD) da lavra at\u00e9 a usina (com beneficiamento a umidade natural).<\/p>\n<p>O sistema portu\u00e1rio para min\u00e9rio de ferro no Brasil teve os portos de A\u00e7u e Sudeste, no Rio de Janeiro, inaugurados em 2014 e 2015, escoando a produ\u00e7\u00e3o da Anglo American e de outras mineradoras de Minas Gerais. O projeto Minas-Rio iniciava suas opera\u00e7\u00f5es em 2014.<\/p>\n<p>As barragens de rejeitos de minera\u00e7\u00e3o da Vale se romperam e provocaram dois grandes acidentes ambientais. O primeiro foi na barragem de Mariana (MG), em novembro de 2015, operada pela Samarco, joint-venture<em>\u00a0<\/em>entre a Vale e a BHP Billiton. O segundo ocorreu em janeiro de 2019, na mina de Corrego do Feij\u00e3o, em Brumadinho (MG), operada pela pr\u00f3pria Vale. Desde ent\u00e3o, com o objetivo de eliminar suas barragens de rejeito, diversas mineradoras est\u00e3o investindo na separa\u00e7\u00e3o dos rejeitos e filtragem da fra\u00e7\u00e3o fina, empilhada a seco, al\u00e9m de produzir agregados com a fra\u00e7\u00e3o grossa. Foram pioneiras na ado\u00e7\u00e3o dessa tecnologia a Vallourec e a Minerita, seguidas pela Vale, Samarco, J Mendes, Usiminas, Anglo e CSN, entre outras.<\/p>\n<p>A Samarco, paralisada desde dezembro de 2015, reiniciou suas atividades em dezembro de 2020. No per\u00edodo, a perda total de sua produ\u00e7\u00e3o \u00e9 estimada em cerca 145 Mt de pelotas. Em 2021, a empresa operou em um ritmo inicial de 26% da sua capacidade original (cerca de 8 Mtpa de pellet feed) para atender uma de suas quatro usinas em Ubu (Anchieta\/ES). A estimativa \u00e9 de que esse patamar atinja 17 Mt, com plena opera\u00e7\u00e3o em 2030 (29 Mtpa).<\/p>\n<p>Em 2025, a Vale anunciou o plano \u201cNovo Caraj\u00e1s\u201d, com investimentos da ordem de R$ 70 bilh\u00f5es no per\u00edodo de 2025 a 2030. O plano est\u00e1 voltado principalmente ao aumento da produ\u00e7\u00e3o de min\u00e9rio de ferro e expans\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de cobre. Em min\u00e9rio de ferro, a expectativa \u00e9 que a capacidade de produ\u00e7\u00e3o evolua para 200 Mtpa at\u00e9 2030, adicionando 20 Mt de capacidade na mina Serra Sul (S11D), cujo min\u00e9rio de ferro de alta qualidade \u00e9 considerado crucial para a produ\u00e7\u00e3o do chamado \u201ca\u00e7o verde\u201d, com menor pegada de carbono e uso de tecnologias a seco na usina para min\u00e9rio de ferro.<\/p>\n<p>As mineradoras tamb\u00e9m t\u00eam investido nos conceitos da Minera\u00e7\u00e3o 4.0, IA (Intelig\u00eancia Artificial), PD&amp;I (Pesquisa, Desenvolvimento e Inova\u00e7\u00e3o), LSO (Licen\u00e7a Social para Operar) e na estrat\u00e9gia ESG (ambiental, social e de governan\u00e7a), que s\u00e3o exig\u00eancias de mercado e das partes interessadas (stakeholders), e na manuten\u00e7\u00e3o de sua competitividade. A minera\u00e7\u00e3o de ferro reflete toda a complexidade existente no setor, al\u00e9m da gest\u00e3o de riscos.<\/p>\n<p>No Brasil, a partir dos anos 2000, foram desenvolvidos diversos projetos de min\u00e9rio de ferro, visando atender a demanda mundial do produto (Tabela 01).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"99\"><strong>Ano<\/strong><\/td>\n<td width=\"364\"><strong>Principais Projetos \u2013 Min\u00e9rio de Ferro<\/strong><\/p>\n<p><strong>UF\/Empresa<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"99\">2002<\/td>\n<td width=\"364\">\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Pelotiza\u00e7\u00e3o Madeira\/MA (Vale)<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Caraj\u00e1s expans\u00e3o 70 Mtpa\/PA (Vale)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"99\">2004<\/td>\n<td width=\"364\">\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cap\u00e3o Xavier\/MG (Vale)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"99\">2005<\/td>\n<td width=\"364\">\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 F\u00e1brica Nova\/MG (Vale)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"99\">2006<\/td>\n<td width=\"364\">\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Brucutu\/MG (Vale)<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 V\u00e1rzea do Lopes\/MG (Gerdau)<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 MMX Amap\u00e1\/AP (MMX-Anglo)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"99\">2007<\/td>\n<td width=\"364\">\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Fazend\u00e3o &#8211; Expans\u00e3o\/MG (Vale)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"99\">2008<\/td>\n<td width=\"364\">\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Samarco III\/ES (Samarco)<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Vargem Grande\/MG (Vale)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"99\">2009<\/td>\n<td width=\"364\">\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Itabiritos &#8211; Vargem Grande\/Pico\/MG (Vale)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"99\">2010<\/td>\n<td width=\"364\">\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 SAFM\/MG (SAFM)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"99\">2011<\/td>\n<td width=\"364\">\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Viga\/MG (Ferrous)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"99\">2012<\/td>\n<td width=\"364\">\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Caraj\u00e1s Expans\u00e3o 40 Mt\/PA (Vale)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"99\">2013<\/td>\n<td width=\"364\">\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Concei\u00e7\u00e3o Itabiritos I\/MG (Vale)<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Tubar\u00e3o VIII \u2013 Pelotiza\u00e7\u00e3o\/ES (Vale)<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 BAMIN\/BA (ENRC)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"99\">2014<\/td>\n<td width=\"364\">\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 IV Pelotiza\u00e7\u00e3o\/ES (Samarco)<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Serra Leste\/PA (Vale)<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Minas-Rio\/MG (Anglo American)<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Itabiritos &#8211; Vargem Grande\/MG (Vale)<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 VIII Pelotiza\u00e7\u00e3o\/ES (Vale)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"99\">2015<\/td>\n<td width=\"364\">\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cau\u00ea Itabiritos II\/MG (Vale)<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Concei\u00e7\u00e3o Itabiritos\/MG (Vale)<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Mina dos Coelhos\/MG (JMN)<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Serra Leste\/PA (Vale)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"99\">2016<\/td>\n<td width=\"364\">\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 S11D\/PA (Vale)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"99\">2018<\/td>\n<td width=\"364\">\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Baratinha\/MG (Bemisa)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"99\">2021<\/td>\n<td width=\"364\">\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Separa\u00e7\u00e3o agregados dos rejeitos\/MG (Vale)<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Tombador Iron\/BA<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"99\">2022<\/td>\n<td width=\"364\">\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Barragem Gelado de finos\/PA (Vale)<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cedro Mariana\/MG (Cedro)<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 LIGGA\/PA<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Ferro Brasil\/PA<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"99\">2023<\/td>\n<td width=\"364\">\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Mina Tico Tico\/MG (Cedro)<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cadence \u2013 Reativa\u00e7\u00e3o da Mina\/AP<\/p>\n<p>\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 1\u00aa Planta briquetes\/ES (Vale)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"99\">2025<\/td>\n<td width=\"364\">\u00b7\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Capanema\/MG (Vale)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Em 2023, o Brasil apresentava 44 minas de grande porte (acima de 1 Mtpa ROM) de min\u00e9rio de ferro, 37 minas de m\u00e9dio porte (entre 100 mil e 1 Mtpa ROM) e 25 de micro\/pequeno porte (abaixo de 100 mil tpa ROM). As principais empresas do setor s\u00e3o a Vale, CSN, Samarco, Anglo American, Usiminas, Gerdau, Itaminas, ArcellorMittal e Vallourec.<\/p>\n<p>Fazem parte, ainda, do parque produtivo brasileiro a Bemisa, Minerita, Extrativa Mineral, Ferro+, Herculano, Mineral do Brasil, JMN, Morro do Ip\u00ea, Comisa, GSM, MR, SAFM, Corumbarense, V\u00e9tria, Ligga, MPP, Min\u00e9rios Nacional, Ferro+, Cedro, Esperan\u00e7a e Serra da Moeda. Na categoria de m\u00e9dio porte, se enquadram a MML, CNS, Green Metals, Serra Leste, MTransminas, MIB, Marsil, Vortice, Onix, Zona da Mata, Nogueira Duarte, Pedreira UM-Valemix, Prosper , LMA, Tombador Iron e Vetorial.<\/p>\n<p>*<strong>Continua na edi\u00e7\u00e3o 118 (Novembro\/Dezembro) da revista InTheMine<\/strong><\/p>\n<h5>Imagem em destaque: Mina Brucutu, da Vale (Foto: Gildo Mendes)<\/h5>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Como o Brasil se consolidou, passo a passo, como um dos principais players no mercado mundial de min\u00e9rio de ferro<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":29251,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[],"class_list":["post-29247","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-mercado"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - 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