{"id":27690,"date":"2025-05-06T19:20:15","date_gmt":"2025-05-06T22:20:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/?p=27690"},"modified":"2025-05-06T19:30:16","modified_gmt":"2025-05-06T22:30:16","slug":"evolucao-dos-investimentos-em-pesquisa-mineral-2003-2023","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/evolucao-dos-investimentos-em-pesquisa-mineral-2003-2023\/","title":{"rendered":"EVOLU\u00c7\u00c3O DOS INVESTIMENTOS EM PESQUISA MINERAL 2003-2023"},"content":{"rendered":"<p><strong>Por David Siqueira Fonseca e Mathias Heider<sup>1<\/sup><\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0(<sup>1<\/sup>Especialistas em Recursos Minerais da Ag\u00eancia Nacional de Minera\u00e7\u00e3o -ANM)<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>Pesquisa mineral \u00e9 a fase da ind\u00fastria mineral em que se pretende encontrar novos recursos minerais (projetos <em>greenfield<\/em>) ou ampliar os j\u00e1 existentes (projetos <em>brownfield<\/em>). No caso de projetos <em>greenfield<\/em> \u00e9 uma atividade de alto risco e, segundo Marini (2016), de cada 1.000 alvos preliminares (ocorr\u00eancias minerais), apenas 1 torna-se efetivamente uma mina, sendo que as descobertas de grandes dep\u00f3sitos no mundo t\u00eam sido cada vez mais escassas e profundas, o que faz com que as empresas incorram em custos mais elevados. No Brasil, os titulares de alvar\u00e1s de pesquisa declaram a pesquisa <em>greenfield<\/em> via Declara\u00e7\u00e3o de Investimentos em Pesquisa Mineral \u2013 DIPEM e os investimentos <em>brownfield<\/em> no Relat\u00f3rio Anual de Lavra \u2013 RAL. Este artigo objetiva detalhar o que foi declarado na DIPEM ao longo do per\u00edodo de 20 anos (2003 a 2023).<\/p>\n<p>A DIPEM foi institu\u00edda pela Portaria n\u00ba 259, de 16 de julho de 2004, do Diretor-Geral do ent\u00e3o DNPM (Departamento de Produ\u00e7\u00e3o Mineral), com base no inciso II do art. 13 do C\u00f3digo de Minera\u00e7\u00e3o, no inciso VIII do art. 3\u00ba da Lei n\u00ba 8.876, de 1994, e no inciso VIII do art. 25 do Regulamento do C\u00f3digo de Minera\u00e7\u00e3o, que tratam da obrigatoriedade do fornecimento de informa\u00e7\u00f5es ao \u00f3rg\u00e3o para a implanta\u00e7\u00e3o e gerenciamento de bancos de dados, de forma a subsidiar as a\u00e7\u00f5es de pol\u00edtica mineral necess\u00e1rias ao planejamento governamental. Em 2013, a Portaria foi atualizada pela de n\u00ba 519\/DNPM, no qual a entrega da DIPEM passou a ser apenas por meio eletr\u00f4nico.<\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li><strong>Evolu\u00e7\u00e3o da DIPEM e da Pesquisa Mineral<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>O gr\u00e1fico 1 apresenta a evolu\u00e7\u00e3o do investimento em pesquisa mineral de 2003 a 2023. Para compara\u00e7\u00e3o, inserimos os investimentos mundiais em explora\u00e7\u00e3o mineral no mesmo per\u00edodo, referentes a minerais n\u00e3o ferrosos, conforme pesquisa da S&amp;P Global. Nota-se que a DIPEM acompanha a tend\u00eancia da pesquisa mineral mundial, com quedas em 2009, devido \u00e0 crise do Subprime, e em 2020, in\u00edcio da pandemia do COVID.<\/p>\n<p><strong>Gr\u00e1fico 1 \u2013 Evolu\u00e7\u00e3o dos investimentos em pesquisa mineral de 2003 a 2023<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_27691\" aria-describedby=\"caption-attachment-27691\" style=\"width: 500px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/itm100-mercado-grafico1-e1745949300294.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-27691 size-full\" src=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/itm100-mercado-grafico1-e1745949300294.jpg\" alt=\"itm100-mercado-grafico1\" width=\"500\" height=\"299\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-27691\" class=\"wp-caption-text\">Fonte: DIPEM, em R$, valores \u00e0 esquerda, e S&amp;P Global (Mining Exploration Trends Overview 2023 | S&amp;P Global), em U$ bilh\u00f5es, valores \u00e0 direita<\/figcaption><\/figure>\n<p>Andrade (2001) em sua Tese de Doutorado, mostra a diminui\u00e7\u00e3o dos investimentos em pesquisa mineral no Brasil no per\u00edodo 1982 a 1998, que iniciaram com US$ 279 milh\u00f5es e terminaram a s\u00e9rie hist\u00f3rica com US$ 68 milh\u00f5es, um quarto do valor inicial, com forte concentra\u00e7\u00e3o nos minerais met\u00e1licos. De fato, a d\u00e9cada de 1990 \u00e9 conhecida pela paralisa\u00e7\u00e3o dos investimentos, reduzidas cota\u00e7\u00f5es das commodities minerais e aus\u00eancia de empregos para profissionais da \u00e1rea de Geologia\/Engenharia de Minas.<\/p>\n<p>Conforme o Gr\u00e1fico 1, o panorama da pesquisa mineral mudou nos anos 2000, com a retomada dos investimentos devido ao crescimento de economias emergentes, como a China e a \u00cdndia, e a entrada do mundo no chamado\u00a0superciclo das <em>commodities<\/em>, <em>boom <\/em>que gerou um aumento no n\u00famero de\u00a0<a href=\"https:\/\/blog.jazida.com\/requerimento-de-pesquisa-passo-a-passo-detalhado-2\/\">requerimentos de pesquisa mineral<\/a>\u00a0no Brasil. A partir de\u00a02020, o cen\u00e1rio mineral come\u00e7ou a mudar com a descarboniza\u00e7\u00e3o da economia, que passou a ser uma meta global, e a demanda por tecnologias de energia limpa levou a um aumento na explora\u00e7\u00e3o de\u00a0<a href=\"https:\/\/blog.jazida.com\/explorando-novos-caminhos-para-a-transicao-energetica-o-papel-dos-minerais-criticos-no-brasil\/\">metais de transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica<\/a>, como l\u00edtio, cobalto, grafite e terras raras.<\/p>\n<p>Atualmente est\u00e3o registrados na ANM (Ag\u00eancia Nacional de Minera\u00e7\u00e3o) 23.707 requerimentos de pesquisa, 102.915 autoriza\u00e7\u00f5es de pesquisa e 3.898 direitos de requerer a lavra, fase na qual o Relat\u00f3rio Final de Pesquisa j\u00e1 foi aprovado pela ANM (base abril de 2025, dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/geo.anm.gov.br\/portal\/apps\/dashboards\/3a3d30677bb743e2901818e906257ce4\">https:\/\/geo.anm.gov.br\/portal\/apps\/dashboards\/3a3d30677bb743e2901818e906257ce4<\/a>). A s\u00e9rie hist\u00f3rica dos t\u00edtulos miner\u00e1rios, desde 1988, pode ser obtida em: <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/anm\/pt-br\/centrais-de-conteudo\/mineracao-em-numeros\/copy_of_estatisticas\/evolucao-dos-titulos-minerarios-no-brasil\/evolucao-dos-direitos-minerarios-1988-2024.pdf\">https:\/\/www.gov.br\/anm\/pt-br\/centrais-de-conteudo\/mineracao-em-numeros\/copy_of_estatisticas\/evolucao-dos-titulos-minerarios-no-brasil\/evolucao-dos-direitos-minerarios-1988-2024.pdf<\/a><\/p>\n<p>Com a transforma\u00e7\u00e3o do DNPM em ANM e a atualiza\u00e7\u00e3o da legisla\u00e7\u00e3o miner\u00e1ria\/medidas regulat\u00f3rias, o Brasil adotou o conceito de recursos e reservas, editando a Resolu\u00e7\u00e3o 94\/2022. Essa resolu\u00e7\u00e3o disciplina a classifica\u00e7\u00e3o das reservas minerais, com base em padr\u00f5es internacionalmente aceitos de declara\u00e7\u00e3o de resultados, nos termos do \u00a7 4\u00ba do art. 9\u00ba do Decreto n\u00ba 9.406, de 12 de junho de 2018, e d\u00e1 outras provid\u00eancias.<\/p>\n<p>Uma das formas de financiamento de pesquisa mineral \u00e9 o modelo das bolsas de valores, como as de Toronto (TMX) e Austr\u00e1lia (ASX), modelo que as entidades do setor no Brasil envidam esfor\u00e7os para trazer ao pa\u00eds, o que poderia levar a um incremento na pesquisa mineral. Como mecanismos de incentivo h\u00e1 o <em>Flow to Share<\/em>, usado no Canad\u00e1, em que os investidores podem deduzir os custos da pesquisa como incentivo fiscal.<\/p>\n<p>Em termos de inova\u00e7\u00e3o na pesquisa mineral nos \u00faltimos anos cita-se o uso da Intelig\u00eancia Artificial (IA) no processamento dos dados e informa\u00e7\u00f5es, geoprocessamento, digitaliza\u00e7\u00e3o e integra\u00e7\u00e3o de dados e an\u00e1lises geoestat\u00edsticas. A pesquisa mineral se insere na chamada Minera\u00e7\u00e3o 4.0, em que o algoritmo inteligente de estat\u00edstica e otimiza\u00e7\u00e3o realiza tarefas complexas, como a modelagem geol\u00f3gica e a avalia\u00e7\u00e3o inicial de viabilidade econ\u00f4mica.<\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li><strong>Principais subst\u00e2ncias<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s subst\u00e2ncias minerais, \u00e9 importante ressaltar que no mundo, segundo a publica\u00e7\u00e3o S&amp;P Global 2021, os or\u00e7amentos de explora\u00e7\u00e3o mineral foram alocados no per\u00edodo 2010-2020, entre as subst\u00e2ncias n\u00e3o ferrosas, principalmente para ouro (60%), cobre (28%), chumbo\/zinco (7%) e n\u00edquel (5%). No Brasil, selecionamos para o per\u00edodo 2003-2023 as principais subst\u00e2ncias em termos de valor investido, conforme mostrado na Tabela 1 e visualmente no gr\u00e1fico 2.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Tabela 1: Valor e percentual de investimento por subst\u00e2ncia, acumulado de 2003 a 2023<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"85\"><strong>Posi\u00e7\u00e3o<\/strong><\/td>\n<td width=\"142\"><strong>Subst\u00e2ncia<\/strong><\/td>\n<td width=\"113\"><strong>R$ Bilh\u00f5es<\/strong><\/td>\n<td width=\"142\"><strong>% do total<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"85\">1\u00ba<\/td>\n<td width=\"142\">OURO<\/td>\n<td width=\"113\">4,6<\/td>\n<td width=\"142\">28,78%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"85\">2\u00ba<\/td>\n<td width=\"142\">FERRO<\/td>\n<td width=\"113\">2,4<\/td>\n<td width=\"142\">15,00%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"85\">3\u00ba<\/td>\n<td width=\"142\">COBRE<\/td>\n<td width=\"113\">1,8<\/td>\n<td width=\"142\">11,12%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"85\">4\u00ba<\/td>\n<td width=\"142\">GRANITO<\/td>\n<td width=\"113\">0,88<\/td>\n<td width=\"142\">5,52%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"85\">5\u00ba<\/td>\n<td width=\"142\">N\u00cdQUEL<\/td>\n<td width=\"113\">0,66<\/td>\n<td width=\"142\">4,16%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"85\">6\u00ba<\/td>\n<td width=\"142\">BAUXITA<\/td>\n<td width=\"113\">0,5<\/td>\n<td width=\"142\">3,13%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"85\">7\u00ba<\/td>\n<td width=\"142\">FOSFATO<\/td>\n<td width=\"113\">0,47<\/td>\n<td width=\"142\">2,95%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"85\">8\u00ba<\/td>\n<td width=\"142\">ZINCO<\/td>\n<td width=\"113\">0,43<\/td>\n<td width=\"142\">2,69%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"85\">9\u00ba<\/td>\n<td width=\"142\">AREIA<\/td>\n<td width=\"113\">0,4<\/td>\n<td width=\"142\">2,48%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"85\">10\u00ba<\/td>\n<td width=\"142\">MANGAN\u00caS<\/td>\n<td width=\"113\">0,36<\/td>\n<td width=\"142\">2,25%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"85\">11\u00ba<\/td>\n<td width=\"142\">L\u00cdTIO<\/td>\n<td width=\"113\">0,32<\/td>\n<td width=\"142\">2,02%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"85\">12\u00ba<\/td>\n<td width=\"142\">POT\u00c1SSIO<\/td>\n<td width=\"113\">0,29<\/td>\n<td width=\"142\">1,80%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"85\">13\u00ba<\/td>\n<td width=\"142\">CALC\u00c1RIO<\/td>\n<td width=\"113\">0,27<\/td>\n<td width=\"142\">1,70%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"85\">14\u00ba<\/td>\n<td width=\"142\">DIAMANTE<\/td>\n<td width=\"113\">0,27<\/td>\n<td width=\"142\">1,69%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"85\">15\u00ba<\/td>\n<td width=\"142\">ARGILA<\/td>\n<td width=\"113\">0,26<\/td>\n<td width=\"142\">1,65%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"85\">16\u00ba<\/td>\n<td width=\"142\">\u00c1GUA MINERAL<\/td>\n<td width=\"113\">0,19<\/td>\n<td width=\"142\">1,17%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" width=\"227\">Total DIPEM<\/td>\n<td width=\"113\">16,01<\/td>\n<td width=\"142\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>Fonte: DIPEM, 2003 a 2023<\/strong><\/p>\n<p><strong>Gr\u00e1fico 2 \u2013 Percentual de investimento por subst\u00e2ncia, acumulado de 2003 a 2023<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_27692\" aria-describedby=\"caption-attachment-27692\" style=\"width: 500px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/itm100-mercado-grafico2-e1745949469170.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-27692 size-full\" src=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/itm100-mercado-grafico2-e1745949469170.jpg\" alt=\"itm100-mercado-grafico2\" width=\"500\" height=\"391\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-27692\" class=\"wp-caption-text\">Fonte: DIPEM 2003 a 2023<\/figcaption><\/figure>\n<p>Fonte: DIPEM 2003 a 2023<\/p>\n<p><strong>Segue o detalhamento das principais subst\u00e2ncias:<\/strong><\/p>\n<p>&#8211; <strong>Ouro<\/strong>: foi primeiro lugar nos investimentos em quase toda a s\u00e9rie, menos em 2021, quando perdeu para o ferro. O melhor ano foi em 2009 quando representou 46% do total dos investimentos. No acumulado de 2003 a 2023 foram investidos R$ 4,6 bilh\u00f5es, ou 28,78% do total da DIPEM;<\/p>\n<p>&#8211; <strong>Ferro<\/strong>: n\u00e3o aparece na s\u00e9rie hist\u00f3rica de forma significativa at\u00e9 2007. Em 2008 assumiu a segunda posi\u00e7\u00e3o dos investimentos e ficou de forma relevante at\u00e9 o final da s\u00e9rie. Em 2021 foi o \u00fanico ano em que assumiu a primeira posi\u00e7\u00e3o, com 36,4% dos investimentos, o que indica uma boa resposta \u00e0s cota\u00e7\u00f5es recordes observadas naquele ano. No acumulado de 2003 a 2023 foram investidos R$ 2,4 bilh\u00f5es, o que representa 15% do total;<\/p>\n<p>&#8211; <strong>Cobre<\/strong>: sempre relevante na s\u00e9rie, no mesmo patamar da bauxita at\u00e9 2008, e depois quase sempre alternando com o ferro na segunda coloca\u00e7\u00e3o. Em 2022 representou 19,4% dos investimentos e, em 2023, ficou com 14,8% de participa\u00e7\u00e3o. No acumulado de 2003 a 2023, os investimentos em cobre somaram R$ 1,8 bilh\u00e3o ou 11,2% do total da DIPEM;<\/p>\n<p>&#8211; <strong>Granito<\/strong>: aparece entre as dez principais subst\u00e2ncias minerais em toda a s\u00e9rie hist\u00f3rica, mostrando a import\u00e2ncia e potencial for\u00e7a das rochas ornamentais no Brasil, al\u00e9m do seu uso na constru\u00e7\u00e3o civil (brita). Em 2005 e 2006 ocupou o segundo lugar no ranking de investimentos, com 20% e 16% do total, respectivamente. No acumulado de 2003 a 2023, os investimentos em granito somaram R$ 883 milh\u00f5es, equivalentes a 5,52% do total da DIPEM;<\/p>\n<p>&#8211; <strong>N\u00edquel:<\/strong> relevante at\u00e9 2008, sendo que, em 2007, representou 20,2% dos investimentos, atr\u00e1s apenas do ouro. No acumulado de 2003 a 2023, os investimentos em n\u00edquel somaram R$ 666 milh\u00f5es (4,16% do total da DIPEM);<\/p>\n<p>&#8211; <strong>Bauxita:<\/strong> aparece de forma relevante de 2003 a 2012, sendo que, em 2004, atingiu a segunda posi\u00e7\u00e3o com 11,9% dos investimentos totais. No acumulado da s\u00e9rie 2003 a 2023 foi a sexta subst\u00e2ncia que mais recebeu investimentos, com R$ 501 milh\u00f5es, representando 3,13% do total da DIPEM;<\/p>\n<p>&#8211; <strong>Fosfato e Pot\u00e1ssio:<\/strong> o fosfato s\u00f3 aparece na s\u00e9rie de forma relevante em 2009, refletindo a alta de pre\u00e7os, e ficou entre as 10 primeiras subst\u00e2ncias at\u00e9 2019, sendo que em 2014 e 2015 representou mais de 7% dos investimentos totais. Foi a s\u00e9tima subst\u00e2ncia no acumulado de 2003 a 2023, com R$ 472 milh\u00f5es investidos. O pot\u00e1ssio, por sua vez, ficou entre as dez maiores subst\u00e2ncias de 2011 a 2014, sendo que, em 2013, representou 6,1% dos investimentos totais. De 2003 a 2023 foi a d\u00e9cima segunda maior subst\u00e2ncia em valores investidos, com R$ 289 milh\u00f5es;<\/p>\n<p>&#8211; <strong>Zinco:<\/strong> aparece em v\u00e1rios anos da s\u00e9rie e em 2017 e 2018 ultrapassou os 6% de participa\u00e7\u00e3o nos investimentos. No acumulado 2003 a 2023 foi a oitava maior subst\u00e2ncia, com R$ 430 milh\u00f5es de investimentos, correspondentes a 2,69% do total da DIPEM;<\/p>\n<p>&#8211; <strong>Areia<\/strong>: possui baixos valores de investimentos por processo, mas devido \u00e0 quantidade acaba sendo relevante na s\u00e9rie. No acumulado 2003 a 2023 ficou na nona posi\u00e7\u00e3o, com R$ 397 milh\u00f5es;<\/p>\n<p>&#8211; <strong>Mangan\u00eas<\/strong>: nunca teve uma participa\u00e7\u00e3o muito significativa, mas entre 2019 e 2021 aparece entre os primeiros colocados, com 5,1% de participa\u00e7\u00e3o em 2020, coincidente com os aumentos de pre\u00e7os. No acumulado 2003 a 2023 ocupa a d\u00e9cima posi\u00e7\u00e3o, com R$ 359 milh\u00f5es;<\/p>\n<p>&#8211; <strong>L\u00edtio<\/strong>: aparece de forma relevante em 2022 e 2023, sendo que nesse \u00faltimo ano da s\u00e9rie hist\u00f3rica representou quase 14,5% dos investimentos totais da DIPEM. Esses dois anos foram respons\u00e1veis por colocar a subst\u00e2ncia na d\u00e9cima primeira posi\u00e7\u00e3o entre as maiores no acumulado de 2003 a 2023, com R$ 323 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Outras subst\u00e2ncias como o calc\u00e1rio, diamante, argila e \u00e1gua mineral completam o ranking das 16 maiores subst\u00e2ncias de 2003 a 2023. O diamante foi pesquisado no Brasil de forma efetiva na s\u00e9rie hist\u00f3rica, at\u00e9 2008, registrando um recorde em 2003 com 14,5% dos investimentos totais, em segunda posi\u00e7\u00e3o, atr\u00e1s somente do ouro. O fim dos investimentos relevantes na subst\u00e2ncia coincide com a sa\u00edda da DeBeers do Brasil.<\/p>\n<p>Por fim, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s m\u00e9dias de investimentos (total de investimentos pela quantidade de processos), considerando apenas o ano de 2023, o cobre ficou com uma m\u00e9dia de participa\u00e7\u00e3o de R$ 657.378; o l\u00edtio com R$ 596.854; o n\u00edquel com R$ 489.950; o zinco com R$ 445.423; o ouro com R$ 320.243; e o ferro com R$ 296.390, sendo que o ouro \u00e9 a subst\u00e2ncia, entre as citadas, com maior quantidade de processos.<\/p>\n<ol start=\"4\">\n<li><strong>An\u00e1lise da DIPEM nos principais Estados<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o aos Estados, considerando o totalizador de 2003 a 2023, Minas Gerais, Par\u00e1 e Bahia foram os principais destinos dos investimentos na pesquisa mineral, com R$ 3,3 bilh\u00f5es, R$ 3 bilh\u00f5es e R$ 2,7 bilh\u00f5es, representando, 21%, 19% e 17% dos totais, respectivamente. Goi\u00e1s e Mato Grosso completam o rol dos cinco principais Estados que receberam mais de R$ 1 bilh\u00e3o cada no per\u00edodo, sendo R$ 1,5 bilh\u00e3o para Goi\u00e1s e R$ 1,3 bilh\u00e3o para Mato Grosso.<\/p>\n<p>Os demais Estados foram classificados como \u201cOutros\u201d representando R$ 4,1 bilh\u00f5es entre 2003 e 2023. Individualmente ficaram bem distantes dos cinco primeiros, mas, como era de se esperar, despontam de acordo com determinadas subst\u00e2ncias. Como exemplo, pode-se citar o investimento em pot\u00e1ssio no Amazonas a partir de 2011, elevando em mais de dez vezes o valor que era investido anualmente, de R$ 5 milh\u00f5es para R$ 59 milh\u00f5es em 2013. Dos demais Estados, o mais relevante foi o Rio Grande do Sul, com R$ 403 milh\u00f5es, seguido de Cear\u00e1 (R$ 377 milh\u00f5es), Tocantins (R$ 331 milh\u00f5es) e Amazonas (R$ 329 milh\u00f5es), sempre considerando os valores acumulados de 2003 a 2023. Os demais Estados receberam menos de R$ 300 milh\u00f5es no per\u00edodo apurado.<\/p>\n<p><strong>\u00a0Gr\u00e1fico 3 \u2013 Evolu\u00e7\u00e3o dos investimentos em pesquisa mineral de 2003 a 2023, por Estado<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_27693\" aria-describedby=\"caption-attachment-27693\" style=\"width: 500px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/itm100-mercado-grafico3-e1745949614694.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-27693 size-full\" src=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/itm100-mercado-grafico3-e1745949614694.jpg\" alt=\"itm100-mercado-grafico3\" width=\"500\" height=\"297\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-27693\" class=\"wp-caption-text\">Fonte: DIPEM<\/figcaption><\/figure>\n<ol start=\"5\">\n<li><strong>Segmenta\u00e7\u00e3o dos investimentos<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>De 2019 a 2023, os investimentos est\u00e3o segmentados nas \u00e1reas de Infraestrutura, Geologia, Prospec\u00e7\u00e3o Geoqu\u00edmica, Sondagens, An\u00e1lise F\u00edsica, Galeria\/Shafts, Topografia\/Cartografia\/Desenho, Trincheira\/Po\u00e7o, Prospec\u00e7\u00e3o Geof\u00edsica, An\u00e1lise Qu\u00edmica, Ensaio de Beneficiamento e Outros. Desse conjunto, apenas os itens apresentados na Figura 4 s\u00e3o representativos: Sondagens (30%), Infraestrutura (21%), Geologia (13%) e An\u00e1lise Qu\u00edmica (5%).<\/p>\n<p><strong>Gr\u00e1fico 4 \u2013 Detalhamento dos investimentos em pesquisa mineral de 2019 a 2023<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_27694\" aria-describedby=\"caption-attachment-27694\" style=\"width: 550px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/itm100-mercado-grafico4.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-27694 size-full\" src=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/itm100-mercado-grafico4.jpg\" alt=\"itm100-mercado-grafico4\" width=\"550\" height=\"321\" srcset=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/itm100-mercado-grafico4.jpg 550w, https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/itm100-mercado-grafico4-300x175.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-27694\" class=\"wp-caption-text\">Fonte: DIPEM<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"6\">\n<li><strong>Conclus\u00f5es<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>A diversidade geol\u00f3gica brasileira mostra que a pesquisa mineral \u00e9 bastante abrangente em termos de subst\u00e2ncia, sendo que os maiores investimentos no per\u00edodo de 2003 a 2023 foram em ouro, cobre e ferro. Em rela\u00e7\u00e3o aos Estados, pontuam principalmente Minas Gerais, Par\u00e1 e Bahia. Quanto \u00e0 segmenta\u00e7\u00e3o das atividades, o foco est\u00e1 em sondagens, infraestrutura e Geologia.<\/p>\n<p>O potencial identificado para as argilas i\u00f4nicas em diversas unidades federativas no Brasil dever\u00e1 refletir em relevante eleva\u00e7\u00e3o na pesquisa de Terras Raras. Os minerais cr\u00edticos para a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica tamb\u00e9m permitem estimar substancial eleva\u00e7\u00e3o nos pr\u00f3ximos anos, como j\u00e1 acontece com o l\u00edtio. No entanto, como mostra a s\u00e9rie hist\u00f3rica, ouro, cobre e ferro dever\u00e3o continuar a ser as principais subst\u00e2ncias pesquisadas no Brasil.<\/p>\n<p>Uma s\u00e9rie de projetos relevantes foram resultantes desses investimentos: fosfato, na Serra do Salitre e Patroc\u00ednio (MG); chumbo, cobre e zinco, pela Karmin-Nexa (MT); bauxita em Barro Alto (GO); terras raras com a Serra Verde (GO); diamante com a Lipari (BA); van\u00e1dio com a Largo (BA); l\u00edtio com a Sigma Lithium (MG); n\u00edquel com a Atlantic Nickel (BA); cobre com Salobo, Antas North, Pedra Branca e Tucum\u00e3 (PA); ouro com a Serabi(PA), Amarillo\/Hoschchild (GO), Luna\/Equinox (MA) e Nova Xavantina (MT); e Ferro com a Bamin (BA) e a Anglo American (MG).<\/p>\n<p>Cabe destacar o exitoso trabalho realizado pela Companhia Baiana de Pesquisa Mineral &#8211; CBPM, que foi nucleador de diversos projetos de minera\u00e7\u00e3o na Bahia. J\u00e1 o Projeto de Lei 5424\/2023 disp\u00f5e sobre medidas para incentivo ao capital privado para investimento em pesquisa mineral, nos moldes do j\u00e1 citado <em>Flow Through Share<\/em> adotado no Canad\u00e1.<\/p>\n<p>A pesquisa mineral \u00e9 fundamental para identificar e quantificar dep\u00f3sitos minerais (reduzindo os riscos do projeto e maximizando o aproveitamento mineral) e sua continuidade durante a etapa de lavra permite detalhar a jazida e ampliar as reservas. A reposi\u00e7\u00e3o das reservas minerais representa a continuidade da atividade mineral, garantindo o atendimento das necessidades do mercado e maximizando os benef\u00edcios da minera\u00e7\u00e3o. O mapeamento geol\u00f3gico eleva o conhecimento geol\u00f3gico em escalas apropriadas, servindo de grande est\u00edmulo \u00e0 pesquisa mineral. A const\u00e2ncia dos procedimentos de oferta p\u00fablica seguida de leil\u00e3o rep\u00f5e \u00e1reas e movimenta o setor, evitando o ac\u00famulo de \u00e1reas paradas na ANM e aumentando os investimentos em pesquisa mineral.<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/p>\n<p>ANDRADE, J. G. (2001). Competitividade na explora\u00e7\u00e3o mineral: um modelo de avalia\u00e7\u00e3o. Tese de Doutoramento, USP.<\/p>\n<p>MARINI, Onildo. Potencial Mineral do Brasil. <em>In<\/em>: <strong>Recursos Minerais do Brasil<\/strong>: Problemas e Desafios. MELFI, Adolpho et. al. (orgs.). Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Ci\u00eancias, 2016.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/mineracaosustentavel.org.br\/projetos\/projeto-de-lei-5424-2023\/\">https:\/\/mineracaosustentavel.org.br\/projetos\/projeto-de-lei-5424-2023\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/mineracaosustentavel.org.br\/especialistas-defendem-a-utilizacao-de-capital-privado-como-incentivo-a-pesquisa-mineral-no-brasil\/\">https:\/\/mineracaosustentavel.org.br\/especialistas-defendem-a-utilizacao-de-capital-privado-como-incentivo-a-pesquisa-mineral-no-brasil\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/blog.jazida.com\/exploracao-mineral-no-brasil-desafios-e-oportunidades-na-era-da-transicao-energetica\/\">https:\/\/blog.jazida.com\/exploracao-mineral-no-brasil-desafios-e-oportunidades-na-era-da-transicao-energetica\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/geo.anm.gov.br\/portal\/apps\/dashboards\/3a3d30677bb743e2901818e906257ce4\">https:\/\/geo.anm.gov.br\/portal\/apps\/dashboards\/3a3d30677bb743e2901818e906257ce4<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.gov.br\/anm\/pt-br\/centrais-de-conteudo\/mineracao-em-numeros\/copy_of_estatisticas\/evolucao-dos-titulos-minerarios-no-brasil\/evolucao-dos-direitos-minerarios-1988-2024.pdf\">https:\/\/www.gov.br\/anm\/pt-br\/centrais-de-conteudo\/mineracao-em-numeros\/copy_of_estatisticas\/evolucao-dos-titulos-minerarios-no-brasil\/evolucao-dos-direitos-minerarios-1988-2024.pdf<\/a><\/p>\n<h5>Foto: Divulga\u00e7\u00e3o CPRM<\/h5>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo mostra diversidade geol\u00f3gica, mas com maiores aportes no per\u00eddodo em ouro, cobre e ferro. 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