{"id":27653,"date":"2025-04-23T19:04:29","date_gmt":"2025-04-23T22:04:29","guid":{"rendered":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/?p=27653"},"modified":"2025-04-23T19:08:44","modified_gmt":"2025-04-23T22:08:44","slug":"um-orientador-de-futuros-mestres-e-doutores-em-engenharia-mineral","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/um-orientador-de-futuros-mestres-e-doutores-em-engenharia-mineral\/","title":{"rendered":"UM ORIENTADOR DE FUTUROS MESTRES E DOUTORES EM ENGENHARIA MINERAL"},"content":{"rendered":"<p>Ele se define como profundamente endog\u00eanico: nascido, criado, casado e trabalhando na hist\u00f3rica cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais. Em maio pr\u00f3ximo completar\u00e1 32 anos na profiss\u00e3o que abra\u00e7ou quando jovem, ainda durante o emprego como T\u00e9cnico de Minera\u00e7\u00e3o na lend\u00e1ria Paulo Abib Engenharia: a de professor do curso de Engenharia de Minas da n\u00e3o menos lend\u00e1ria Escola de Minas da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Na institui\u00e7\u00e3o, onde exerce tamb\u00e9m o cargo de Vice-Coordenador do Programa de Mestrado e Doutorado em Engenharia Mineral, j\u00e1 orientou mais de 125 teses de engenheiros da pr\u00f3pria Escola de Minas ou vindos de v\u00e1rias outras universidades, do estado como a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e do pa\u00eds, em sua trajet\u00f3ria rumo aos t\u00edtulos de doutores e mestres.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Margarida da Silva \u00e9 considerado um especialista em lavra subterr\u00e2nea. Ele declina do t\u00edtulo logo no in\u00edcio da entrevista, dizendo-se apenas um estudioso. N\u00e3o \u00e9 a impress\u00e3o que se tem quando, com voz pausada e confiante, o vemos discorrer sobre aspectos diversos da minera\u00e7\u00e3o em subsolo. Desde sua ocorr\u00eancia e caracteriza\u00e7\u00e3o no Brasil, passando pelos m\u00e9todos de lavra, evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, desafios e riscos de Sa\u00fade e Seguran\u00e7a, treinamento e impactos ambientais.<\/p>\n<p>O docente, tamb\u00e9m \u00e9 Coordenador e Conselheiro Titular da CEGM &#8211; C\u00e2mara Especializada de Geologia e Engenharia de Minas &#8211; do Conselho Regional de Engenharia de Minas Gerais (CREA-MG), ainda encontra tempo para realizar trabalhos sociais na igreja cat\u00f3lica que frequenta e mantem a disposi\u00e7\u00e3o de realizar um p\u00f3s-doutorado no exterior, projeto tentado na forma de doutorado-sandu\u00edche, mas inviabilizado pela dissolu\u00e7\u00e3o do conv\u00eanio \u00e0 \u00e9poca, que pode retomar agora com o mesmo entusiasmo de antes.<\/p>\n<p>Um novo projeto \u00e9 o de criar uma Associa\u00e7\u00e3o Internacional de Ventila\u00e7\u00e3o de Minas, reunindo professores, consultores e fornecedores ligados \u00e0 minera\u00e7\u00e3o, para promover eventos, formar grupos de pesquisa e ampliar o debate sobre o tema considerado cr\u00edtico pelo setor. A jovens estudantes de Engenharia de Minas &#8211; e poss\u00edveis futuros orientandos \u2013 alerta que o estudo e a atualiza\u00e7\u00e3o como inevit\u00e1veis e fundamentais e que se mantenham atentos \u00e0s novas tend\u00eancias e ao uso correto \u2013 baseado em conhecimento e com esp\u00edrito cr\u00edtico \u2013 da tecnologia.<\/p>\n<p><strong>ITM: Como especialista em minera\u00e7\u00e3o subterr\u00e2nea, o senhor pode explicar como esse tipo de opera\u00e7\u00e3o mineral ocorre no Brasil, em termos de subst\u00e2ncias minerais e localiza\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Margarida:<\/strong> Eu n\u00e3o me considero especialista, mas um estudioso porque a vida vai nos desafiando e vamos aprendendo sempre. A lavra subterr\u00e2nea \u00e9 opera\u00e7\u00e3o com desafios bastante espec\u00edficos. No Brasil, os estados de Minas Gerais e Bahia t\u00eam o maior n\u00famero de minas subterr\u00e2neas de min\u00e9rios met\u00e1licos. Em Santa Catarina temos ainda as minas de carv\u00e3o.<br \/>\nAs regi\u00f5es Centro-Oeste e Norte do pa\u00eds tamb\u00e9m t\u00eam acrescentado algumas minas subterr\u00e2neas nos \u00faltimos anos. De toda forma, nosso percentual desse tipo de opera\u00e7\u00e3o \u00e9 menor em rela\u00e7\u00e3o ao das minas a c\u00e9u aberto e mesmo em compara\u00e7\u00e3o ao de muitos outros pa\u00edses, equivalendo a cerca de 16% de participa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>ITM: Essa participa\u00e7\u00e3o tende a aumentar?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Margarida: <\/strong>Sim. N\u00e3o podemos perder de vista de que, a exemplo de alguns pa\u00edses, n\u00f3s teremos mais minas subterr\u00e2neas no futuro, inclusive de min\u00e9rio de ferro, que n\u00e3o s\u00e3o comuns ainda no Brasil, e de l\u00edtio e cobre, tanto pela necessidade de realizarmos a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica quanto porque os bens minerais s\u00e3o essenciais \u00e0 sociedade. Temos ainda os exemplos das minas de pot\u00e1ssio e rochas ornamentais, que tamb\u00e9m devem se encaminhar para o subsolo, assim como o prov\u00e1vel aprofundamento das minas de carv\u00e3o e do aproveitamento de suas reservas em S\u00e3o Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina para abastecer as termel\u00e9tricas do pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>ITM: Em sua opini\u00e3o por que o percentual de minas subterr\u00e2neas no Brasil \u00e9 menor que o de outros pa\u00edses?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Margarida: <\/strong>Eu acredito que tem a ver com a nossa pr\u00f3pria cultura de lavra em subsolo e da expertise que fomos adquirindo ao longo do tempo. Tivemos o complexo de minera\u00e7\u00e3o Morro Velho, em Nova Lima, Minas Gerais, operado pela Saint John del Rey Mining, companhia inglesa, e hoje pertencente \u00e0 AngloGold Ashanti, que foi nossa principal escola em termos de minas subterr\u00e2neas. Do mesmo modo, tivemos minas em S\u00e3o Paulo, tamb\u00e9m operadas por europeus, que nos foram transmitindo essa cultura e esse conhecimento. \u00c9 claro que o potencial futuro depende da ocorr\u00eancia de recursos minerais que justifiquem a implanta\u00e7\u00e3o da mina. Considerando nosso hist\u00f3rico levamos muito tempo para nos tornarmos mais aut\u00f4nomos na minera\u00e7\u00e3o subterr\u00e2nea.<\/p>\n<p><strong>ITM: Quais os m\u00e9todos de lavra empregados nesse tipo de minera\u00e7\u00e3o, sua aplica\u00e7\u00e3o e seus principais diferenciais em rela\u00e7\u00e3o aos m\u00e9todos utilizados em minas a c\u00e9u aberto?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Margarida: <\/strong>Existe um n\u00famero expressivo de lavras subterr\u00e2neas pelo m\u00e9todo de realces em subn\u00edveis, em ingl\u00eas Sublevel Stoping. Existe tamb\u00e9m um crescimento dos m\u00e9todos de abatimento controlado, ou Sublevel Caving, por seu custo operacional e pela tecnologia que agregam ao processo de minera\u00e7\u00e3o. J\u00e1 a lavra com o enchimento das escava\u00e7\u00f5es ap\u00f3s a extra\u00e7\u00e3o do min\u00e9rio, chamada de Cut and Fill, depende das normas ambientais de cada pa\u00eds. \u00c9 o m\u00e9todo aplicado por diversas minas de ouro, inclusive no Brasil. H\u00e1, ainda, as opera\u00e7\u00f5es que empregam mais de um m\u00e9todo de lavra e aquelas que alteram esse m\u00e9todo ao longo de sua vida, devido ao aumento de profundidade que resulta na varia\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es geom\u00e9tricas e geomec\u00e2nicas do corpo de min\u00e9rio. S\u00e3o m\u00e9todos muito diferenciados dos utilizados nas minas a c\u00e9u aberto. Por vezes, empregando equipamentos de porte parecido, por exemplo. Mas, o usual s\u00e3o equipamentos rebaixados, mais adequados \u00e0 altura das escava\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>ITM: A evolu\u00e7\u00e3o se deu tamb\u00e9m com o uso de novas tecnologias para otimizar a opera\u00e7\u00e3o subterr\u00e2nea em termos de efici\u00eancia e seguran\u00e7a?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Margarida: <\/strong>Sim. Em termos hist\u00f3ricos, passamos de uma lavra de menor escala e menos mecanizada para uma lavra considerada de larga escala levando, ap\u00f3s os anos 1970, ao advento de equipamentos bastante vers\u00e1teis como a carregadeira rebaixada, tipo LHD (Load Haul &amp; Dump).<br \/>\nNo mundo como um todo, tamb\u00e9m evoluiu a tecnologia empregada nas lavras por m\u00e9todo Longwall, de abatimento controlado, aplicado principalmente em minas de carv\u00e3o e pot\u00e1ssio, entre outros min\u00e9rios, com a ado\u00e7\u00e3o de suportes hidr\u00e1ulicos auto marchantes para as escava\u00e7\u00f5es e mineradores cont\u00ednuos, que eliminaram a necessidade de desmonte da rocha por explosivos. As minas brasileiras tamb\u00e9m foram aderindo a essa evolu\u00e7\u00e3o paulatinamente. Passamos da mecaniza\u00e7\u00e3o para a automa\u00e7\u00e3o e digitaliza\u00e7\u00e3o das opera\u00e7\u00f5es, com a introdu\u00e7\u00e3o do controle remoto de equipamentos, dispositivos de comunica\u00e7\u00e3o, melhoria da ventila\u00e7\u00e3o ou ado\u00e7\u00e3o da refrigera\u00e7\u00e3o em algumas minas, contribuindo para a melhoria da produtividade e da seguran\u00e7a no trabalho. Algumas minas brasileiras j\u00e1 passaram dos mil m de profundidade encontrando desafios que trazem novas necessidades e a incorpora\u00e7\u00e3o de novas solu\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>ITM: Falando em seguran\u00e7a, quais s\u00e3o, ainda hoje, os maiores riscos da minera\u00e7\u00e3o subterr\u00e2nea?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Margarida: <\/strong>O desafio intr\u00ednseco a essa modalidade continua sendo a sustenta\u00e7\u00e3o das escava\u00e7\u00f5es realizadas com a presen\u00e7a de tetos e paredes em rocha. Como o objetivo desse trabalho \u00e9 garantir a seguran\u00e7a da opera\u00e7\u00e3o obtendo, ao mesmo tempo, lucratividade na retirada do min\u00e9rio, o custo relacionado ao dimensionamento dos suportes \u00e9 uma quest\u00e3o importante. Outros desafios s\u00e3o, evidentemente, o aumento da profundidade das minas, que devem seguir as normatiza\u00e7\u00f5es das ag\u00eancias dos \u00f3rg\u00e3os internacionais, demandando mais estudos em mec\u00e2nica de rochas, ventila\u00e7\u00e3o, drenagem, ilumina\u00e7\u00e3o e sa\u00fade e seguran\u00e7a. Relativamente aos impactos ambientais, precisamos estudar melhor a subsid\u00eancia. N\u00f3s j\u00e1 implantamos o monitoramento do sismos, da libera\u00e7\u00e3o de energia no maci\u00e7o rochoso em algumas minas. Tamb\u00e9m para o fornecimento de dispositivos de suporte de maci\u00e7os j\u00e1 h\u00e1 empresas especializadas desde o final dos anos de 1990. Quanto ao desafio da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, n\u00f3s ocupamos um lugar interessante por sermos fornecedores de min\u00e9rio e tamb\u00e9m usu\u00e1rios dos equipamentos movidos a bateria. Ent\u00e3o, precisamos pensar em como evoluir nossa participa\u00e7\u00e3o nesse mercado, definindo nossa forma de atua\u00e7\u00e3o e a maneira como responderemos \u00e0 necessidade sempre crescente de min\u00e9rios, cujo teor diminui na medida que aumenta a profundidade da lavra.<br \/>\n<strong><br \/>\nITM: O que ainda precisa mudar, ent\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Margarida: <\/strong>Talvez um maior incentivo a esse tipo de atividade e o treinamento de pessoal espec\u00edfico para a minera\u00e7\u00e3o subterr\u00e2nea. Porque a lavra a c\u00e9u aberto \u00e9 mais imediata, em taludes, com solo e materiais semelhantes. \u00c9 um pouco mais palp\u00e1vel que o trabalho em subsolo, que requer maior aten\u00e7\u00e3o ao ambiente hostil do subsolo que, embora tenha melhorado em v\u00e1rios aspectos, n\u00e3o se compara a uma opera\u00e7\u00e3o a c\u00e9u aberto. Os operadores de equipamentos, por exemplo, precisar ficar pelo menos 45 dias como auxiliares de outro operador, antes de assumirem efetivamente seus postos, devido \u00e0 especificidade do trabalho. Por vezes, ainda, o treinamento \u00e9 feito parte numa por\u00e7\u00e3o de terreno a c\u00e9u aberto e s\u00f3 depois no subsolo.<\/p>\n<p><strong>ITM: O Brasil assistiu ao fechamento de grandes minas subterr\u00e2neas. Em Minas Gerais, as minas Velha e Grande, da AngloGold Ashanti. Outras opera\u00e7\u00f5es foram paralisadas, caso de Boquira (BA), Mundo e Fortaleza de Minas (MG) e Promet\u00e1lica (MT), al\u00e9m de v\u00e1rias minas de fluorita e chumbo na Regi\u00e3o Sul e de Tungst\u00eanio, no Rio Grande do Norte. Em sua opini\u00e3o, a minera\u00e7\u00e3o pode ser retomada em algumas dessas \u00e1reas?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Margarida: <\/strong>Sim. No ouro, por exemplo, a mina de Santa Isabel, em Itabira (MG), deve retornar em breve. No min\u00e9rio de ferro, a mina C\u00f3rrego do S\u00edtio II (CDS II), que j\u00e1 era a reabertura da mina S\u00e3o Bento, em Santa B\u00e1rbara, tamb\u00e9m pode retornar. A mina Mundo, quando fechou, tinha pesquisas e sondagens em andamento no subterr\u00e2neo, mas decidiu pelo fechamento, inclusive da mina a c\u00e9u aberto. A Ero Cara\u00edba, de cobre, na Bahia, est\u00e1 aprofundando o acesso ao po\u00e7o vertical de sua mina. Temos not\u00edcias de novos corpos que v\u00e3o entrar em extra\u00e7\u00e3o em minas de ouro e diamante, assim como da retomada do projeto de abertura da mina subterr\u00e2nea de ur\u00e2nio, pela INB (Ind\u00fastrias Nucleares do Brasil), na Bahia.<\/p>\n<p><strong>ITM: A pesquisa mineral precisa ser ampliada?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Margarida: <\/strong>Claro que precisamos ampliar a pesquisa mineral, at\u00e9 para enfrentar o gargalo da escassez de recursos minerais. H\u00e1 uma previs\u00e3o de ge\u00f3logos de que, at\u00e9 2032, teremos que reavaliar as minas de ouro. A pr\u00f3pria geof\u00edsica indica que os primeiros 5 km da crosta terrestre s\u00e3o o limite atual para minas subterr\u00e2neas no mundo sendo que, na \u00c1frica do Sul, j\u00e1 temos minas pr\u00f3ximas dos 4 km de profundidade. Alguns pesquisadores j\u00e1 falam, inclusive, de um novo limite de 7 km em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 superf\u00edcie terrestre. Ent\u00e3o, a prospec\u00e7\u00e3o de dep\u00f3sitos de sulfetos maci\u00e7os e disseminados, comuns em muitas minas subterr\u00e2neas de ferro, diamante e outros, pode nos levar sim a mais minas importantes no contexto brasileiro e mundial.<\/p>\n<p><strong>ITM: O impacto ambiental de uma mina subterr\u00e2nea \u00e9 mais extenso, embora n\u00e3o t\u00e3o vis\u00edvel a olho nu, que o de uma mina a c\u00e9u aberto. O senhor concorda com essa afirma\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Margarida: <\/strong>Veja que a pr\u00f3pria legisla\u00e7\u00e3o dos Estados Unidos (EUA), quando introduziu a quest\u00e3o da taxa\u00e7\u00e3o pelo fechamento de minas, estabeleceu um valor menor para as minas subterr\u00e2neas. O valor por tonelada, ent\u00e3o, era um reconhecimento de que os impactos s\u00e3o menores no subsolo. Al\u00e9m do impacto visual menor, temos a possibilidade de disposi\u00e7\u00e3o dos rejeitos e res\u00edduos gerados a c\u00e9u aberto nesse subsolo. Toda minera\u00e7\u00e3o evidentemente, envolve impactos e a sa\u00edda \u00e9 sempre a informa\u00e7\u00e3o. N\u00e3o convivemos no Brasil com problemas relevantes, por exemplo, de subsid\u00eancia. Tivemos o caso da lavra de salgema, em Alagoas, por meio de escava\u00e7\u00f5es que, embora afetem o subsolo, conceitualmente n\u00e3o s\u00e3o de minas subterr\u00e2neas, mas feitas a partir da superf\u00edcie do terreno.<\/p>\n<p><strong>ITM: Qual a sua recomenda\u00e7\u00e3o nesses casos, ent\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Margarida: <\/strong>Precisamos continuar, seja qual for o nome dado \u00e0 opera\u00e7\u00e3o \u2013 mina a c\u00e9u aberto ou subterr\u00e2nea -, estudando as t\u00e9cnicas de sustenta\u00e7\u00e3o como o enchimento, que \u00e9 uma oportunidade para, ao mesmo tempo em se disp\u00f5em res\u00edduos em subsolo, de recuperar pilares de min\u00e9rio. Isso pode acontecer tanto em minas de carv\u00e3o como em minas de min\u00e9rios met\u00e1licos. E o custo desse enchimento devem ser estudados. Dos tipos de suportes, das pr\u00f3prias ancoragens, como os tirantes e cabos, cada vez com maiores extens\u00f5es, que al\u00e9m de melhorar as condi\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a em v\u00e1rios tipos de escava\u00e7\u00e3o, t\u00eam o efeito adicional de permitir o controle da dilui\u00e7\u00e3o na lavra, a entrada de material est\u00e9ril junto com o min\u00e9rio extra\u00eddo, influenciando nos custos de transporte e melhorando o custo-benef\u00edcio da extra\u00e7\u00e3o. De toda forma, o impacto de uma opera\u00e7\u00e3o de subsolo \u00e9 mais controlado e sua mitiga\u00e7\u00e3o ter\u00e1 um custo menor que a de uma mina a c\u00e9u aberto.<\/p>\n<p><strong>ITM: Al\u00e9m da cota\u00e7\u00e3o e demanda por commodities minerais, quais fatores podem inviabilizar uma mina subterr\u00e2nea?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Margarida: <\/strong>Para que uma mina seja colocada em opera\u00e7\u00e3o temos, al\u00e9m dos custos de sustenta\u00e7\u00e3o, ventila\u00e7\u00e3o e refrigera\u00e7\u00e3o, entre outros, temos os aspectos geol\u00f3gicos, geom\u00e9tricos e locacionais e, ainda, a exist\u00eancia de taxa\u00e7\u00f5es e incentivos \u00e0 atividade, conforme a pol\u00edtica municipal, estadual ou federal. No caso da concomit\u00e2ncia ou sucess\u00e3o, passagem da mina a c\u00e9u aberto para a subterr\u00e2nea, h\u00e1 facilidades em alguns casos se, por exemplo, os equipamentos forem intercambi\u00e1veis. Entre os complicadores temos a infraestrutura j\u00e1 instalada e os custos e log\u00edstica para trabalhar o subsolo e trazer o min\u00e9rio para ser tratado e aproveitado na superf\u00edcie.<\/p>\n<p><strong>ITM: A escola de Minas sempre teve um papel proeminente na forma\u00e7\u00e3o de profissionais para a minera\u00e7\u00e3o subterr\u00e2nea. Atualmente, qual \u00e9 a \u00eanfase dada a esse tema no curso de Engenharia de Minas?<\/strong><br \/>\n<strong><br \/>\nJos\u00e9 Margarida: <\/strong>A educa\u00e7\u00e3o \u00e9 sempre um grande desafio. Por outro lado, tamb\u00e9m \u00e9 um incentivo para quem abra\u00e7ou a profiss\u00e3o de professor e j\u00e1 viu tantos alunos passarem pelo curso de Engenharia de Minas, al\u00e9m do trabalho direto com a p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o e do contato com profissionais de empresas, que nos ajudam a entender as necessidades da \u00e1rea. Em rela\u00e7\u00e3o ao conhecimento do trabalho em subsolo, n\u00f3s criamos mais disciplinas obrigat\u00f3rias na \u00e1rea de Geomec\u00e2nica, que envolve tanto escava\u00e7\u00f5es a c\u00e9u aberto quanto subterr\u00e2neas. Tamb\u00e9m criamos disciplinas eletivas no Projeto de Lavra Subterr\u00e2nea e em Seguran\u00e7a e Sa\u00fade que, embora tamb\u00e9m n\u00e3o seja exclusiva para o subsolo, \u00e9 uma oportunidade de ampliar o conhecimento. Os alunos t\u00eam hoje maior possibilidade de escolher as disciplinas, dentro da flexibiliza\u00e7\u00e3o das normas educacionais como a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educa\u00e7\u00e3o Nacional) e outros instrumentos, enriquecendo um pouco mais o curso. Temos tamb\u00e9m os programas de est\u00e1gio, os estudos com softwares comerciais de lavra envolvendo tamb\u00e9m o subsolo, as inicia\u00e7\u00f5es cient\u00edficas, pesquisas em n\u00edvel de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o com vest\u00edveis tecnol\u00f3gicos e estamos construindo um laborat\u00f3rio de ventila\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>ITM: Em 2024 tivemos a quarta edi\u00e7\u00e3o do Simp\u00f3sio Internacional de Ventila\u00e7\u00e3o de Minas da Iberoam\u00e9rica, organizado pela UFOP, UFMG e USACH (Universidade de Santiago do Chile). Quais foram os destaques do evento?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Margarida: <\/strong>Foi nossa segunda participa\u00e7\u00e3o nesse evento, um f\u00f3rum onde podemos trocar experi\u00eancias com profissionais de mineradoras, consultores, docentes e discentes e fornecedores de renome de v\u00e1rios pa\u00edses al\u00e9m da Am\u00e9rica do Sul, como o Canad\u00e1 e a Austr\u00e1lia. Participamos de minicursos, palestras, debate e visita t\u00e9cnica. \u00c9 uma experi\u00eancia muito enriquecedora que nos mostra a realidade de minas pelo mundo afora. O pr\u00f3ximo evento deve ser realizado no Peru e estamos nos movimentando para manter nossa participa\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m estamos vislumbrando a cria\u00e7\u00e3o de uma associa\u00e7\u00e3o internacional nessa \u00e1rea de ventila\u00e7\u00e3o em curto ou m\u00e9dio prazo.<\/p>\n<p>ITM: Quem integraria essa associa\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Margarida: <\/strong>Principalmente, os docentes das universidades que organizam o simp\u00f3sio, mas tamb\u00e9m outros interessados como consultores e profissionais de empresas fornecedoras de sistemas de ventila\u00e7\u00e3o e refrigera\u00e7\u00e3o. O objetivo \u00e9 melhorar nosso conhecimento sobre esses sistemas tanto partindo na superf\u00edcie quanto nas minas subterr\u00e2neas, viabilizando grupos de pesquisa sobre o tema. A associa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m pode solucionar dificuldades que as universidades enfrentam para organizar e fazer a gest\u00e3o de eventos, quanto \u00e0 capta\u00e7\u00e3o de recursos e pagamento dos servi\u00e7os.<\/p>\n<p><strong>ITM: Voltando \u00e0 quest\u00e3o do treinamento, quais aspectos deveriam ser mais enfatizados?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Margarida: <\/strong>N\u00f3s temos trabalhado com algumas empresas, al\u00e9m da forma\u00e7\u00e3o continuada de corpo t\u00e9cnico na p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, realizando treinamentos para operadores e outros trabalhadores no dimensionamento de estruturas de sustenta\u00e7\u00e3o de minas. A seguran\u00e7a \u00e9 um aspecto muito importante porque, \u00e0s vezes, mesmo treinadas as pessoas podem cometer uma desaten\u00e7\u00e3o e facilitar um acidente. V\u00e1rias minas j\u00e1 implementaram solu\u00e7\u00f5es no campo de rastreamento de pessoas. O controle de gases ainda \u00e9 um aspecto a ser melhorado e a medi\u00e7\u00e3o de par\u00e2metros e an\u00e1lise de dados \u00e9 uma ci\u00eancia que est\u00e1 em evolu\u00e7\u00e3o e merece \u00eanfase. Eu visito regularmente minas subterr\u00e2neas com meus alunos e sei que a Seguran\u00e7a \u00e9 prioridade zero, com destaque para t\u00e9cnicas de manter os funcion\u00e1rios atentos. Por exemplo, o crach\u00e1 com a foto da fam\u00edlia e n\u00e3o s\u00f3 da pessoa, para lembr\u00e1-la que est\u00e3o esperando por ela ap\u00f3s o trabalho. Tamb\u00e9m o aumento de sinais de alerta nas entradas das escava\u00e7\u00f5es e os manuais de procedimentos padr\u00e3o, al\u00e9m de dispositivos que permitem a localiza\u00e7\u00e3o r\u00e1pida e retirada em situa\u00e7\u00f5es, por exemplo, de desmonte por explosivos. Al\u00e9m disso, j\u00e1 identificamos normas sobre ventila\u00e7\u00e3o que precisam ser atualizadas.<\/p>\n<p><strong>ITM: Em termos de engenharia, quais fatores e par\u00e2metros devem ser priorit\u00e1rios na elabora\u00e7\u00e3o de um projeto de mina subterr\u00e2nea?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Margarida: <\/strong>Implicitamente, a busca da maior taxa de retorno econ\u00f4mico, considerando o teor de min\u00e9rio existente. Mas, observando as quest\u00f5es ambientais e de seguran\u00e7a da modalidade de lavra subterr\u00e2nea, devemos buscar a compreens\u00e3o dos efeitos dos par\u00e2metros geol\u00f3gicos, geot\u00e9cnicos e econ\u00f4micos para a melhor sele\u00e7\u00e3o ou adapta\u00e7\u00e3o do m\u00e9todo de lavra e sequenciamento da extra\u00e7\u00e3o, com o uso das abordagens e ferramentas dispon\u00edveis para a obten\u00e7\u00e3o de bons \u00edndices de recupera\u00e7\u00e3o de min\u00e9rio, de dilui\u00e7\u00e3o e de custos nesse trabalho. Muitas vezes, o problema n\u00e3o est\u00e1 no projeto, mas em sua execu\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o teve um controle cuidadoso. O mesmo ocorre na instala\u00e7\u00e3o em subsolo: precisamos estar sempre adaptando e melhorando os m\u00e9todos existentes com as novas tecnologias que o mercado nos traz.<\/p>\n<p><strong>ITM: Em sua opini\u00e3o, qual \u00e9 a mina subterr\u00e2nea ideal?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Margarida: <\/strong>\u00c9 a mina que implanta de forma mais eficiente as suas opera\u00e7\u00f5es, em conson\u00e2ncia com as informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis sobre a natureza do corpo de min\u00e9rio, das rochas que o envolvem e das restri\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas existentes. Com isso, \u00e9 poss\u00edvel selecionar os m\u00e9todos e equipamentos adequados, desde o acesso da superf\u00edcie ao subsolo. Sempre com profundo respeito aos colaboradores e \u00e0s comunidades no entorno do empreendimento, minimizando impactos sociais e ambientais.<\/p>\n<figure id=\"attachment_27654\" aria-describedby=\"caption-attachment-27654\" style=\"width: 700px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Jose-Margarida-da-Silva2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-27654 size-full\" title=\"Fotos: Arquivo pessoal-Divulga\u00e7\u00e3o\" src=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Jose-Margarida-da-Silva2.jpg\" alt=\"Jos\u00e9 Margarida da Silva\" width=\"700\" height=\"865\" srcset=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Jose-Margarida-da-Silva2.jpg 700w, https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Jose-Margarida-da-Silva2-243x300.jpg 243w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-27654\" class=\"wp-caption-text\">Jos\u00e9 Margarida da Silva<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Perfil<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Nasceu em: <\/strong>01\/05\/1968, em Ouro Preto (MG)<\/p>\n<p><strong>Mora em: <\/strong>Ouro Preto (MG)<\/p>\n<p><strong>Forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica: <\/strong>Engenharia de Minas pela Universidade Federal de Ouro Preto \u2013 UFOP (1991). Mestrado em Geomec\u00e2nica Aplicada pela Universidade de S\u00e3o Paulo &#8211; USP (1998). Doutor em Engenharia Metal\u00fargica e de Minas pela Universidade Federal de Minas Gerais &#8211; UFMG (2005)<\/p>\n<p><strong>Trajet\u00f3ria profissional: <\/strong>Estagiou na Alcan (1985, 1991), Paulo Abib Engenharia (1986) e Funda\u00e7\u00e3o Gorceix (1991). Foi Editor de se\u00e7\u00e3o da Revista Escola de Minas. Coordenador e Conselheiro Titular da CEGM &#8211; C\u00e2mara Especializada de Geologia e Engenharia de Minas do Conselho Regional de Engenharia de Minas Gerais (CREA-MG). Professor do curso de Engenharia de Minas (desde 1993) e Vice Coordenador do Programa de Mestrado e Doutorado em Engenharia Mineral da UFOP<\/p>\n<p><strong>Fam\u00edlia: <\/strong>Dois irm\u00e3os, casado h\u00e1 31 anos e duas filhas, uma Arquiteta e uma Psic\u00f3loga<\/p>\n<p><strong>Um time de futebol: <\/strong>Cruzeiro<\/p>\n<p><strong>Um hobby: <\/strong>Jogar futebol<\/p>\n<p><strong>Um mestre ou \u00eddolo: <\/strong>Na vida, Jesus Cristo. Na minha profiss\u00e3o, Tales Silveira, precursor da lavra subterr\u00e2nea de larga escala no Brasil, com quem tive a oportunidade de conviver na Escola de Minas da UFOP e na Paulo Abib Engenharia<\/p>\n<p><strong>Maior decep\u00e7\u00e3o: <\/strong>A perda precoce de meus pais<\/p>\n<p><strong>Maior realiza\u00e7\u00e3o: <\/strong>Do ponto de vista pessoal, minha carreira na universidade. Do ponto de vista pessoal, as bodas de prata com minha esposa e minhas filhas<\/p>\n<p><strong>Um projeto de vida: <\/strong>Como priorizei minha vida pessoal, tenho o projeto profissional de realizar um curso de p\u00f3s-doutorado no exterior<\/p>\n<p><strong>Um \u201cconselho\u201d a jovens engenheiros de Minas: <\/strong>O estudo e a atualiza\u00e7\u00e3o s\u00e3o inevit\u00e1veis e fundamentais. Onde quer que o profissional esteja, ele deve se manter atualizado, atento \u00e0s novas tend\u00eancias e ao uso correto \u2013 baseado em conhecimento e com esp\u00edrito cr\u00edtico \u2013 da tecnologia<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entrevista exclusiva com o professor Jos\u00e9 Margarida da Silva, que j\u00e1 orientou mais de 125 teses e completa em maio 32 anos de carreira<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":27655,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[17],"tags":[],"class_list":["post-27653","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-personalidade"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>UM ORIENTADOR DE FUTUROS MESTRES E DOUTORES EM ENGENHARIA MINERAL - Revista In The 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