{"id":26765,"date":"2025-10-08T09:33:04","date_gmt":"2025-10-08T12:33:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/?p=26765"},"modified":"2025-10-08T09:51:56","modified_gmt":"2025-10-08T12:51:56","slug":"cadeia-produtiva-da-bauxita-aluminio-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/cadeia-produtiva-da-bauxita-aluminio-no-brasil\/","title":{"rendered":"CADEIA PRODUTIVA DA BAUXITA\/ALUM\u00cdNIO NO BRASIL"},"content":{"rendered":"<p><em>Por Mathias Heider, David Siqueira Fonseca e Maria do Ros\u00e1rio Miranda Costa<\/em><\/p>\n<p><em><sup>(Especialistas em Recursos Minerais da Ag\u00eancia Nacional de Minera\u00e7\u00e3o (ANM)<\/sup><\/em><\/p>\n<ol>\n<li><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>Os recursos mundiais de bauxita s\u00e3o estimados entre 55 e 75 bilh\u00f5es de toneladas, considerados mais do que suficientes para suportar a demanda futura. O Brasil possui 9% das reservas mundiais do min\u00e9rio, o que o insere como o quarto maior pa\u00eds em reservas, mesma posi\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o mundial em 2023. J\u00e1 em termos da alumina, o Brasil se destaca como terceiro maior produtor mundial e, em rela\u00e7\u00e3o ao alum\u00ednio, \u00e9 o nono maior produtor mundial. \u00c9 importante ressaltar que o pa\u00eds \u00e9 recordista mundial de reciclagem de latas de alum\u00ednio, de quase 99%, com menor consumo de energia e \u00e1gua. Segundo dados do USGS (Servi\u00e7o Geol\u00f3gico dos Estados Unidos), a produ\u00e7\u00e3o mundial de bauxita em 2023 foi da ordem de 400 Mt, sendo 32 Mt no Brasil. A produ\u00e7\u00e3o mundial de alum\u00ednio, no mesmo ano, atingiu 70,6 Mt e 29 Mt de reciclagem.<\/p>\n<p>Em 2023, a Cadeia da Bauxita\/Alum\u00ednio no Brasil foi respons\u00e1vel pela gera\u00e7\u00e3o de cerca de 136 mil empregos diretos, faturamento total da ordem de 27 bilh\u00f5es de reais e produ\u00e7\u00e3o de 1,022 milh\u00e3o de toneladas de alum\u00ednio, conforme dados da ABAL (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira do Alum\u00ednio). O pico dessa produ\u00e7\u00e3o ocorreu em 2009, com 1,661 milh\u00e3o de toneladas, reduzindo em 2019 para 650 mil toneladas, menor n\u00edvel ap\u00f3s a consolida\u00e7\u00e3o do polo produtor na regi\u00e3o Norte. O consumo per capita de alum\u00ednio no Brasil \u00e9 da ordem de 7,3 quilos por habitante. As exporta\u00e7\u00f5es atingiram US$ 4,62 bilh\u00f5es, com saldo de US$ 2,69 bilh\u00f5es na balan\u00e7a comercial.<\/p>\n<p>Cabe destacar que a alumina e o alum\u00ednio produzidos no Brasil utilizam fontes de energia limpas e t\u00eam menor emiss\u00e3o de CO\u2082, representando expressiva vantagem competitiva e comercial (baixo carbono). Como exemplo, cita-se os investimentos da Hydro (cerca de R$1,6 bilh\u00e3o) para utiliza\u00e7\u00e3o de g\u00e1s natural e instala\u00e7\u00e3o de tr\u00eas caldeiras el\u00e9tricas fornecidas pela usina solar de Mendubim, administrada pela subsidi\u00e1ria Hydro Rein.<\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li><strong>Hist\u00f3rico no Brasil<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>As primeiras refer\u00eancias sobre a ind\u00fastria do alum\u00ednio no Brasil foram a Elquisa \u2013 Eletroqu\u00edmica Brasileira, de Ouro Preto (MG), e a CBA \u2013 Companhia Brasileira de Alum\u00ednio, em Alum\u00ednio (SP). A Elquisa iniciou sua opera\u00e7\u00e3o em 1944, suspendendo-a em 1945 devido ao p\u00f3s-guerra, tendo produzido cerca de 900 toneladas. Em 1950 foi adquirida pela Alcan e, em 1958, expandiu sua produ\u00e7\u00e3o para 18 mil toneladas anuais. A CBA, iniciou suas opera\u00e7\u00f5es de lavra de bauxita em 1941(Po\u00e7os de Caldas\/MG) e produ\u00e7\u00e3o de alum\u00ednio (atual Alum\u00ednio\/SP) em 1955.<\/p>\n<p>Em 1955 foi fundada a Alcominas (Po\u00e7os de Caldas\/MG), adquirida pela Alcoa em 1965, iniciando a produ\u00e7\u00e3o de alum\u00ednio em 1970. No in\u00edcio da d\u00e9cada de 1960, havia adquirido a Companhia Geral de Minas, detentora de jazidas de bauxita em Po\u00e7os de Caldas (MG). Em Po\u00e7os de Caldas, al\u00e9m da F\u00e1brica de P\u00f3 de Alum\u00ednio, a Alcoa tem opera\u00e7\u00f5es de minera\u00e7\u00e3o, alumina, qu\u00edmicos e refus\u00e3o. Parte de sua produ\u00e7\u00e3o de p\u00f3 de alum\u00ednio, iniciada em 1972, vai para a ind\u00fastria do ni\u00f3bio, especialmente para a produ\u00e7\u00e3o de ligas de ni\u00f3bio met\u00e1lico e de grau v\u00e1cuo. Em 2015, a empresa suspendeu a produ\u00e7\u00e3o de alum\u00ednio prim\u00e1rio em Po\u00e7os de Caldas.<\/p>\n<p>Em 1967 houve a descoberta das reservas de bauxita na Amaz\u00f4nia pela Alcan, que criou a Minera\u00e7\u00e3o Rio do Norte (MRN), posteriormente assumida pela Vale (ent\u00e3o Companhia Vale do Rio Doce &#8211; CVRD), com participa\u00e7\u00e3o de 41%, Alcan (19%), CBA (10%) e mais seis empresas internacionais (Reynolds, INI, RTZ, ASV, Norsk e Billiton Metais), cada uma delas com 5%. Em 1979 s\u00e3o iniciadas as opera\u00e7\u00f5es da MRN. Em 2022,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.bnamericas.com\/en\/news\/south32-completes-acquisition-of-new-stake-in-brazilian-bauxite-producer\">a South32<\/a>\u00a0adquiriu uma participa\u00e7\u00e3o na Alcoa de 18,2%, atingindo 33% atualmente. A South32 foi criada em 2014 pela BHP, que realizou a cis\u00e3o de seus ativos, incluindo bauxita e alum\u00ednio, para a nova empresa.Em 2023, a CBA vendeu sua fatia de 10% na MRN para a Rio Tinto Alcan. Ainda em 2023, a VALE e a Hydro venderam sua fatia de 40% para a Ananke Alumina (subsidi\u00e1ria da Hydro) e, posteriormente, o total de 45% na MRN para a Glencore, processo aprovado pelo CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econ\u00f4mica). Citamos ainda a aquisi\u00e7\u00e3o pela Rio Tinto da Alcan, em 2007, por cerca de US$ 38 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>A Minera\u00e7\u00e3o Rio do Norte (MRN) deu in\u00edcio ao licenciamento do Projeto Novas Minas (PNM), na regi\u00e3o Oeste do Par\u00e1, por meio do qual pretende prolongar a produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel de bauxita em mais 15 anos, de 2027 a 2042. O projeto prev\u00ea a minera\u00e7\u00e3o de cinco novos plat\u00f4s: Rebolado, Escalante, Jamari, Barone e Cruz Alta Leste, localizados nos munic\u00edpios de Oriximin\u00e1, Terra Santa e Faro, todos na regi\u00e3o Oeste do Par\u00e1.<\/p>\n<p>Em 1978 foi anunciada a suspens\u00e3o do projeto Vera Cruz estabelecida em 1976 (atual Mina de Trombetas) pela Rio Tinto, que detinha 56% das a\u00e7\u00f5es (os outros 34% eram da Vale).<\/p>\n<p>Em 1984 foi inaugurada a Usina Hidrel\u00e9trica de Tucuru\u00ed, que atendeu \u00e0 necessidade de energia da ind\u00fastria de alum\u00ednio em instala\u00e7\u00e3o no norte do Brasil, viabilizando a Albras, entre outras empresas. A cronologia dos dois projetos tinha que ser compat\u00edvel para que, quando a Albras entrasse em funcionamento, houvesse energia para sua produ\u00e7\u00e3o. O projeto da Albras foi criado como uma associa\u00e7\u00e3o entre a Vale (51%) e o NAAC \u2013 cons\u00f3rcio Nippon Amazon Aluminium (49%), com in\u00edcio das obras em 1981. Atualmente a Hydro det\u00e9m 51% de participa\u00e7\u00e3o, adquiridos da Vale em 2011.<\/p>\n<p>Em fevereiro de 1978, o governo brasileiro criou o Programa Especial de Desenvolvimento Regional e da Infraestrutura do Complexo Alum\u00ednico Albras-Alunorte. Foi realizado um acordo entre os governos brasileiro e japon\u00eas, com a participa\u00e7\u00e3o da Vale e do NAAC para instalar a Alunorte m Barcarena\/PA. A opera\u00e7\u00e3o seria iniciada somente em 1995, devido \u00e0 crise no mercado mundial.<\/p>\n<p>A Alunorte tinha capacidade inicial de produ\u00e7\u00e3o de 1,5 Mta de alumina e foram feitas diversas expans\u00f5es (2003: 2,3 Mtpa e 2006: 4,4 Mtpa), atingindo 6,3 Mtpa em 2008. A refinaria recebe a bauxita da Minera\u00e7\u00e3o Paragominas (transportada via mineroduto) e da MRN. Uma parte da alumina segue para a Albras. Em 2023, a Hydro detinha 62% de participa\u00e7\u00e3o na opera\u00e7\u00e3o e a Glencore, 30%. Em 2024, a\u00a0CBA vendeu sua participa\u00e7\u00e3o de 3,03% na Alunorte para a Glencore, pelo valor de R$ 236,8 milh\u00f5es, Com a aquisi\u00e7\u00e3o das participa\u00e7\u00f5es da MRN e da Alunorte, a Glencore dispendeu cerca de US$ 1,1 bilh\u00e3o para a Hydro. Esse valor ser\u00e1 ajustado em fun\u00e7\u00e3o da d\u00edvida l\u00edquida da Alunorte em 30 de junho de 2023. Em 31 de mar\u00e7o de 2023, essa d\u00edvida era US$ 335 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>A\u00a0Alumar\u00a0(Cons\u00f3rcio de Alum\u00ednio do Maranh\u00e3o S.A.), instalada em S\u00e3o Lu\u00eds, entrou em opera\u00e7\u00e3o em 1984 projetada para 100 mil toneladas de alum\u00ednio e 500 mil de alumina por ano. Em 2009, com investimento de R$ 5,2 bilh\u00f5es, a capacidade anual de produ\u00e7\u00e3o de alumina passou de 1,5 milh\u00e3o de toneladas para 3,5 milh\u00f5es e 435 mil toneladas de alum\u00ednio prim\u00e1rio. Atualmente, na produ\u00e7\u00e3o de alumina (Refinaria), o Cons\u00f3rcio \u00e9 composto pela\u00a0Alcoa (54%), South32 (36%) e Rio Tinto (10%). No setor de produ\u00e7\u00e3o de alum\u00ednio (Redu\u00e7\u00e3o), conta com a participa\u00e7\u00e3o da Alcoa (60%) e South32 (40%). A bauxita \u00e9 fornecida pelas minas de\u00a0<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Porto_Trombetas\">Trombetas<\/a>\u00a0e\u00a0<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Juruti\">Juruti<\/a>.<\/p>\n<p>Em 1982 entrou em produ\u00e7\u00e3o a Valesul (que seria encerrada em 2009) e, em 1985, a Albras. \u00a0Em 2011, os ativos do neg\u00f3cio alum\u00ednio da Vale (Albras, Alunorte e 60% da mina de Paragominas) foram adquiridos pela empresa Norsk Hydro. A Albras produz alum\u00ednio com uma das menores taxas de CO\u2082 do mundo. Suas emiss\u00f5es s\u00e3o da ordem de 4,0 kg\/CO\u2082 por kg de alum\u00ednio produzido, valor significativamente inferior \u00e0 m\u00e9dia global definida pelo International Aluminium Institute (12,9 t CO\u2082\/t Alum\u00ednio). Al\u00e9m do metal l\u00edquido e dos lingotes de alum\u00ednio em liga P1020, a Albras iniciou recentemente a produ\u00e7\u00e3o de lingotes PFA, P0610, P1015 e Barramentos.<\/p>\n<p>Em 1989 \u00e9 inaugurada a Latasa, em Pouso Alegre\/MG. Em 2023, o parque de latas de alum\u00ednio no Brasil produziu cerca de 33 bilh\u00f5es de unidades.<\/p>\n<p>A Novelis do Brasil (ex-grupo Alcan), com produ\u00e7\u00e3o de bauxita\/alum\u00ednio na regi\u00e3o de Ouro Preto, Caet\u00e9 e Mariana (MG), tornou-se parte, em 2007, da Hindalco, com sede em Mumbai, na \u00cdndia, sendo encerrada em 2014.<\/p>\n<p>O projeto de minera\u00e7\u00e3o e beneficiamento de bauxita da Alcoa em Juruti (PA) foi originado em\u00a02000, com a aquisi\u00e7\u00e3o da Reynolds, por interm\u00e9dio de\u00a0sua subsidi\u00e1ria,\u00a0a\u00a0ent\u00e3o\u00a0OMNIA\u00a0Min\u00e9rios. A Alcoa mant\u00e9m o modelo de minera\u00e7\u00e3o integrada \u00e0s demandas da comunidade, vivenciando o dia a dia do munic\u00edpio e contribuindo com o avan\u00e7o do capital social das organiza\u00e7\u00f5es locais e com melhorias estruturais dos servi\u00e7os oferecidos \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Existe um trip\u00e9 formado por um conselho permanente, de di\u00e1logo e a\u00e7\u00e3o coletiva entre empresas, governo e comunidades, com indicadores de sustentabilidade que monitoram o desenvolvimento.<\/p>\n<p>Em 2008, a produ\u00e7\u00e3o de alum\u00ednio prim\u00e1rio no Brasil atinge seu pico com 1,66 milh\u00e3o de toneladas. Contudo, a partir de 2009 s\u00e3o descontinuadas diversas unidades de produ\u00e7\u00e3o de alum\u00ednio (smelters) no Brasil: Valesul em 2009, Aratu\/BA em 2010, Saramenha (Elquisa\/Alcoa\/Novellis) em 2014, Alcoa (Po\u00e7os de Caldas\/MG) em 2015, mesmo ano em que foi suspensa a atividade da Alumar, reativada apenas em 2022.<\/p>\n<p>Em 2010, a mineradora anglo-australiana Rio Tinto Alcan anunciou investimentos da ordem de US$ 4 bilh\u00f5es na Bahia, para a explora\u00e7\u00e3o de bauxita e constru\u00e7\u00e3o de uma refinaria de alumina em Amargosa, mas o projeto foi descontinuado.<\/p>\n<p>Em 2011, a norueguesa Norsk Hydro adquiriu os ativos de alum\u00ednio da Vale por US$ 4,9 bilh\u00f5es. A Vale passa a ter uma contrapartida de 22% na empresa. Os principais ativos comprados da Vale s\u00e3o sua parte de 51% na Albras, 57% na Alunorte e 60% na mina de bauxita da Paragominas,<\/p>\n<p>A partir de 2006, houve relevante expans\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de bauxita metal\u00fargica no Brasil:<\/p>\n<p><strong>2006<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Paragominas &#8211; Vale e hoje Hydro (PA);<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>2008<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Mira\u00ed &#8211; CBA (MG); e<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>2009<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Juriti &#8211; Alcoa (PA)<\/li>\n<\/ul>\n<p>Entre 2013 e 2017 foram iniciadas as opera\u00e7\u00f5es das mineradoras Santo Expedito e Terra Goyana, em Barro Alto\/GO, com bauxitas de excelente n\u00edvel de qualidade. Essa produ\u00e7\u00e3o abastece as opera\u00e7\u00f5es da CBA em Alum\u00ednio\/SP, dentre outros clientes.<\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li><strong>Cadeia Produtiva do Alum\u00ednio<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>A cadeia produtiva da bauxita\/alum\u00ednio tem diversos n\u00edveis de integra\u00e7\u00e3o, conforme figura abaixo:<\/p>\n<figure id=\"attachment_26766\" aria-describedby=\"caption-attachment-26766\" style=\"width: 614px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Mercadobauxita-Figura1.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-26766 size-full\" src=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Mercadobauxita-Figura1.png\" alt=\"Mercadobauxita-Figura1\" width=\"614\" height=\"517\" srcset=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Mercadobauxita-Figura1.png 614w, https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Mercadobauxita-Figura1-300x253.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 614px) 100vw, 614px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-26766\" class=\"wp-caption-text\">Figura 01: Cadeia Produtiva do Alum\u00ednio e n\u00edveis de integra\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Cabe destacar a CBA, totalmente integrada e com fornecimento pr\u00f3prio de energia, o que lhe confere forte vantagem competitiva ambiental e de custos.<\/p>\n<p>A cadeia produtiva do alum\u00ednio tem in\u00edcio com a extra\u00e7\u00e3o e beneficiamento da bauxita sendo, posteriormente, obtida a alumina. A alumina \u00e9 submetida ao processo de redu\u00e7\u00e3o eletrol\u00edtica, que exige uma elevada quantidade de energia el\u00e9trica para, enfim, obter-se o alum\u00ednio prim\u00e1rio em forma de lingotes, laminados ou ligas de fundi\u00e7\u00e3o. Em termos gerais, s\u00e3o necess\u00e1rias cerca de quatro toneladas de bauxita para produzir duas toneladas de alumina e obter uma tonelada de alum\u00ednio prim\u00e1rio. A varia\u00e7\u00e3o na qualidade da bauxita pode impactar na quantidade necess\u00e1ria para obter uma tonelada de alumina.<\/p>\n<figure id=\"attachment_26767\" aria-describedby=\"caption-attachment-26767\" style=\"width: 711px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Mercadobauxita-Tabela1.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-26767 size-full\" src=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Mercadobauxita-Tabela1.png\" alt=\"Mercadobauxita-Tabela1\" width=\"711\" height=\"281\" srcset=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Mercadobauxita-Tabela1.png 711w, https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/12\/Mercadobauxita-Tabela1-300x119.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 711px) 100vw, 711px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-26767\" class=\"wp-caption-text\">Tabela 01: Dados da Cadeia de Bauxita\/Alum\u00ednio no Brasil -Fonte: AMB, MDIC, ABAL<\/figcaption><\/figure>\n<ol start=\"4\">\n<li><strong>Fator China<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>A China, com a expans\u00e3o de sua produ\u00e7\u00e3o de alum\u00ednio prim\u00e1rio, necessita de importa\u00e7\u00f5es de bauxita para atender seu parque produtivo. O mercado global de bauxita entrou num per\u00edodo de transforma\u00e7\u00e3o significativa, impulsionado pelos primeiros sinais de esgotamento estrutural das reservas internas de bauxita da China que, combinados com o forte crescimento da alumina, criam uma oportunidade significativa para os produtores de bauxita em todo o mundo. Situa\u00e7\u00f5es como altera\u00e7\u00f5es nos custos das mat\u00e9rias-primas, din\u00e2micas de oferta e procura, fatores geopol\u00edticos e desenvolvimentos espec\u00edficos da ind\u00fastria impactam nas cota\u00e7\u00f5es, al\u00e9m de mudan\u00e7as de mercado, demandas regulat\u00f3rias e avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos. O r\u00e1pido crescimento econ\u00f4mico e urbaniza\u00e7\u00e3o do pa\u00eds t\u00eam impulsionado a demanda por produtos de alum\u00ednio em diversos setores. \u00c0 medida que a China continua a se desenvolver, a necessidade por alum\u00ednio seguir\u00e1 evoluindo, criando oportunidades e desafios para a ind\u00fastria.<\/p>\n<p>A necessidade de\u00a0mercado da bauxita est\u00e1 a ser refor\u00e7ada pela crescente urbaniza\u00e7\u00e3o, demanda de infraestrutura e solu\u00e7\u00f5es de mobilidade urbana que utilizam alum\u00ednio. De acordo com a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU), aproximadamente 68% da popula\u00e7\u00e3o em geral residir\u00e1 em \u00e1reas urbanas at\u00e9 2050 em todo o mundo. Al\u00e9m disso, prev\u00ea-se que a \u00cdndia adicione 416 milh\u00f5es de habitantes urbanos e a China 255 milh\u00f5es at\u00e9 ao final de 2050.<\/p>\n<p>A China elevou suas importa\u00e7\u00f5es de bauxita, de 52 Mt em 2016 para cerca de 112 Mt em 2020, respondendo por cerca de dois ter\u00e7os das importa\u00e7\u00f5es globais. Embora o pa\u00eds esteja entre os maiores produtores de bauxita, o min\u00e9rio dispon\u00edvel localmente tem qualidade menor com maior concentra\u00e7\u00e3o de ganga, exigindo uma melhoria consider\u00e1vel antes que possa ser colocado nas refinarias. \u00c9 importante destacar a eleva\u00e7\u00e3o das exporta\u00e7\u00f5es de bauxita do Brasil para a China. Foram de apenas US$ 6,28 milh\u00f5es em 2022 para US$ 41,13 milh\u00f5es em 2023. Desde a d\u00e9cada de 1980, a ind\u00fastria do alum\u00ednio na China aumentou continuamente, de cerca de 400 mil toneladas em 1983 para 41,6 milh\u00f5es de toneladas em 2023 (59% da produ\u00e7\u00e3o mundial). Ainda em 2023, a produ\u00e7\u00e3o global de alumina situou-se em torno de\u00a0140 milh\u00f5es de toneladas, sendo a China respons\u00e1vel por mais de 58%.<\/p>\n<p>A depend\u00eancia chinesa da Guin\u00e9 para obten\u00e7\u00e3o de bauxita decorre de sua necessidade substancial de um min\u00e9rio de alta qualidade para dar suporte \u00e0 sua ind\u00fastria de alum\u00ednio. A produ\u00e7\u00e3o de bauxita da China est\u00e1 diminuindo e a Indon\u00e9sia interrompeu as exporta\u00e7\u00f5es para priorizar o processamento dom\u00e9stico. Existem preocupa\u00e7\u00f5es sobre os riscos elevados associados (instabilidade, mudan\u00e7as pol\u00edticas locais, interven\u00e7\u00e3o governamental, greves etc) ao fornecimento de bauxita da Guin\u00e9, enfatizando a crescente depend\u00eancia de uma \u00fanica fonte para essa mat\u00e9ria-prima.\u00a0Em 2023, s\u00f3 a Guin\u00e9 atendeu a cerca de 70% das importa\u00e7\u00f5es de bauxita da China.<\/p>\n<ol start=\"5\">\n<li><strong>Mercado<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>Na d\u00e9cada de 1970, a situa\u00e7\u00e3o do mercado mundial podia ser definida como um cartel em que seis empresas dividiam, entre si, o controle das jazidas de bauxita, a tecnologia, a produ\u00e7\u00e3o e o com\u00e9rcio do alum\u00ednio. Eram as chamadas \u201cSeis Irm\u00e3s\u201d (Alcoa, Alcan, Reynolds, Kaiser, Alusuisse e Pechiney). Atualmente as principais empresas s\u00e3o: Rio Tinto Alcan; Alcoa; Corpora\u00e7\u00e3o de Alum\u00ednio da China (CHALCO); Companhia Nacional de Alum\u00ednio (NALCO); Norsk Hydro ASA; China Hongqiao Group; Emirates Global Aluminium PJSC; Metro Minera\u00e7\u00e3o; Hindalco Ind\u00fastrias; e Emirates Global Aluminium PJSC.<\/p>\n<p>De acordo com o\u00a0<a href=\"https:\/\/blogs.worldbank.org\/en\/energy\/cost-competitive-low-carbon-aluminum-key-energy-transition\">Banco Mundial<\/a>, o alum\u00ednio desempenha um papel crucial na transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, apoiando muitas tecnologias de baixo carbono como baterias, armazenamento de carbono para hidrog\u00eanio de baixo carbono, eletrolisadores para hidrog\u00eanio renov\u00e1vel, usinas hidrel\u00e9tricas, fios de transmiss\u00e3o e turbinas e\u00f3licas.\u00a0Al\u00e9m disso, \u00e9 indispens\u00e1vel para tecnologias solares fotovoltaicas (PV), pois n\u00e3o haveria energia solar sem alum\u00ednio, que atualmente comp\u00f5e mais de 85% da maioria dos componentes solares.<\/p>\n<p>Em contraste, o consumo global de bauxita deve crescer a uma CAGR (Taxa de Crescimento Anual Composta) de 2%, atingindo 502 milh\u00f5es de toneladas at\u00e9 2030, amplamente alimentado pela crescente demanda dos setores automotivo e de energia, embalagens e constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O mercado implementou diversos \u00edndices para precificar a bauxita: CRU, CBIX, Shanghai Metal Markets e Fastmarket. O \u00edndice CBIX bauxita tem como padr\u00e3o 5% de s\u00edlica reativa, 10% de umidade e 50% de alumina \u2013 5\/10\/50, al\u00e9m de avaliar a presen\u00e7a de outros elementos.<\/p>\n<p>Uma das quest\u00f5es que est\u00e3o surgindo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 bauxita \u00e9 a presen\u00e7a de g\u00e1lio, que \u00e9 recuperado como um subproduto do processamento da alumina no processo Bayer, sendo que a quantidade de g\u00e1lio presente na bauxita \u00e9 de 50 partes por milh\u00e3o. \u00a0Tanto o arsenieto de g\u00e1lio (GaAs) quanto o nitrato de g\u00e1lio (GaN) s\u00e3o usados para fabricar produtos de alta tecnologia, como semicondutores para circuitos integrados. O g\u00e1lio se torna cada vez mais cr\u00edtico na produ\u00e7\u00e3o de chips de elevada performance (aplica\u00e7\u00e3o em defesa e Intelig\u00eancia Artificial &#8211; IA).<\/p>\n<ol start=\"6\">\n<li><strong>Conclus\u00f5es<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>A China tem o protagonismo na cadeia produtiva da Bauxita\/Alumina, detendo cerca de 60% da produ\u00e7\u00e3o mundial de alum\u00ednio prim\u00e1rio, mas depende de importa\u00e7\u00e3o de bauxita, al\u00e9m das suas reservas apresentarem qualidade inferior. Com isso, o mercado transoce\u00e2nico de bauxita apresentou consider\u00e1vel crescimento, levando \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o de diversos \u00edndices para a precifica\u00e7\u00e3o A crise energ\u00e9tica decorrente da guerra da Ucr\u00e2nia tamb\u00e9m impactou na competitividade e produ\u00e7\u00e3o de alum\u00ednio na Uni\u00e3o Europeia. O Brasil tem potencial de eleva\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de bauxita com o projeto Rondon, no Par\u00e1, e expans\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de alum\u00ednio prim\u00e1rio. Cabe destacar que a minera\u00e7\u00e3o de bauxita e toda a cadeia produtiva do alum\u00ednio buscam as melhores pr\u00e1ticas operacionais e de sustentabilidade, garantindo melhoria da competitividade e da imagem do setor mineral.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><a href=\"https:\/\/abal.org.br\/estatisticas\/nacionais\/perfil-da-industria\/\">https:\/\/abal.org.br\/estatisticas\/nacionais\/perfil-da-industria\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/abal.org.br\/noticia\/consumo-de-produtos-de-aluminio-em-2021-registra-o-maior-volume-historico\/\">https:\/\/abal.org.br\/noticia\/consumo-de-produtos-de-aluminio-em-2021-registra-o-maior-volume-historico\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/abal.org.br\/noticia\/cotacao-media-anual-de-aluminio-primario-encerra-2023-com-queda-de-17\/\">https:\/\/abal.org.br\/noticia\/cotacao-media-anual-de-aluminio-primario-encerra-2023-com-queda-de-17\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/am-material.com\/pt\/news\/understanding-aluminium-alloys-powder\/\">https:\/\/am-material.com\/pt\/news\/understanding-aluminium-alloys-powder\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/braziljournal.com\/cba-vende-alunorte-e-poe-r-237-milhoes-no-caixa\/\">https:\/\/braziljournal.com\/cba-vende-alunorte-e-poe-r-237-milhoes-no-caixa\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/conteudos.xpi.com.br\/acoes\/relatorios\/companhia-brasileira-de-aluminio-cbav3-crescimento-com-qualidade-de-um-dos-lideres-em-custos-de-producao-iniciando-a-cobertura-com-compra\/\">https:\/\/conteudos.xpi.com.br\/acoes\/relatorios\/companhia-brasileira-de-aluminio-cbav3-crescimento-com-qualidade-de-um-dos-lideres-em-custos-de-producao-iniciando-a-cobertura-com-compra\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/dana.com.br\/canaldana\/2024\/07\/22\/apos-13-anos-brasil-retorna-a-elite-da-producao-de-aluminio\/\">https:\/\/dana.com.br\/canaldana\/2024\/07\/22\/apos-13-anos-brasil-retorna-a-elite-da-producao-de-aluminio\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/economia.uol.com.br\/noticias\/estadao-conteudo\/2024\/05\/20\/producao-de-aluminio-salta-18-vezes-em-cinco-decadas-no-brasil-aponta-abal.htm\">https:\/\/economia.uol.com.br\/noticias\/estadao-conteudo\/2024\/05\/20\/producao-de-aluminio-salta-18-vezes-em-cinco-decadas-no-brasil-aponta-abal.htm<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/mg\/sul-de-minas\/noticia\/2014\/03\/alcoa-anuncia-fechamento-de-linhas-de-producao-em-pocos-de-caldas.html\">https:\/\/g1.globo.com\/mg\/sul-de-minas\/noticia\/2014\/03\/alcoa-anuncia-fechamento-de-linhas-de-producao-em-pocos-de-caldas.html<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/ibram.org.br\/noticia\/fabrica-de-po-de-aluminio-da-alcoa-em-pocos-de-caldas-completa-40-anos\/\">https:\/\/ibram.org.br\/noticia\/fabrica-de-po-de-aluminio-da-alcoa-em-pocos-de-caldas-completa-40-anos\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/ieefa.org\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/IEEFA_Why-Aluminium-Smelters-are-a-Critical-Component-in-Australian-Decarbonisation_June-2020.pdf\">https:\/\/ieefa.org\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/IEEFA_Why-Aluminium-Smelters-are-a-Critical-Component-in-Australian-Decarbonisation_June-2020.pdf<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/journals.openedition.org\/eces\/1109?lang=es\">https:\/\/journals.openedition.org\/eces\/1109?lang=es<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/market.us\/report\/bauxite-market\/\">https:\/\/market.us\/report\/bauxite-market\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/mine.nridigital.com\/mine_jul24\/growing-demand-bauxite-dependence-guinea-supply\">https:\/\/mine.nridigital.com\/mine_jul24\/growing-demand-bauxite-dependence-guinea-supply<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/operarioverde.blogspot.com\/2016\/12\/a-historia-do-aluminio-no-brasil.html\">https:\/\/operarioverde.blogspot.com\/2016\/12\/a-historia-do-aluminio-no-brasil.html<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/pantheon.ufrj.br\/bitstream\/11422\/5170\/1\/MTLage.pdf\">https:\/\/pantheon.ufrj.br\/bitstream\/11422\/5170\/1\/MTLage.pdf<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Alumar\">https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Alumar<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Alumina_do_Norte_do_Brasil_S.A\">https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Alumina_do_Norte_do_Brasil_S.A<\/a>.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/revistaaluminio.com.br\/edicao\/\">https:\/\/revistaaluminio.com.br\/edicao\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/s29.q4cdn.com\/945634774\/files\/doc_presentations\/2024\/Feb\/26\/february-2024-investor-presentation-vfinal.pdf\">https:\/\/s29.q4cdn.com\/945634774\/files\/doc_presentations\/2024\/Feb\/26\/february-2024-investor-presentation-vfinal.pdf<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/worldpopulationreview.com\/country-rankings\/aluminum-production-by-country\">https:\/\/worldpopulationreview.com\/country-rankings\/aluminum-production-by-country<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.adimb.com.br\/simexmin2012\/wp-content\/themes\/simexmin\/palestras\/10%20-%20Casos%20de%20Sucesso\/XI_5_Hayston.pdf\">https:\/\/www.adimb.com.br\/simexmin2012\/wp-content\/themes\/simexmin\/palestras\/10%20-%20Casos%20de%20Sucesso\/XI_5_Hayston.pdf<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.ba.gov.br\/infraestrutura\/noticia\/2024-03\/859\/alcan-investe-us-4-bilhoes-para-producao-de-bauxita-na-bahia\">https:\/\/www.ba.gov.br\/infraestrutura\/noticia\/2024-03\/859\/alcan-investe-us-4-bilhoes-para-producao-de-bauxita-na-bahia<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.cmgroup.net\/industries\/bauxite\/\">https:\/\/www.cmgroup.net\/industries\/bauxite\/<\/a>)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/economia\/2023\/12\/6668108-o-brasil-e-benchmark-para-o-aluminio-destaca-presidente-da-abal.html\">https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/economia\/2023\/12\/6668108-o-brasil-e-benchmark-para-o-aluminio-destaca-presidente-da-abal.html<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/economia\/2023\/12\/6668108-o-brasil-e-benchmark-para-o-aluminio-destaca-presidente-da-abal.html\">https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/economia\/2023\/12\/6668108-o-brasil-e-benchmark-para-o-aluminio-destaca-presidente-da-abal.html<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.fiema.org.br\/uploads\/revista\/16290\/gY_Ra5lYsIPIxDw8tAFRum084dg3Vi3G.pdf\">https:\/\/www.fiema.org.br\/uploads\/revista\/16290\/gY_Ra5lYsIPIxDw8tAFRum084dg3Vi3G.pdf<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.grandviewresearch.com\/industry-analysis\/bauxite-market\">https:\/\/www.grandviewresearch.com\/industry-analysis\/bauxite-market<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.hydro.com\/br\/global\/imprensa\/noticias\/2023\/hydro-e-glencore-firmam-parceria-para-avancar-ainda-mais-no-desenvolvimento-da-alunorte\/\">https:\/\/www.hydro.com\/br\/global\/imprensa\/noticias\/2023\/hydro-e-glencore-firmam-parceria-para-avancar-ainda-mais-no-desenvolvimento-da-alunorte\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.infomoney.com.br\/business\/gigante-do-aluminio-hydro-investe-r-16-bilhao-para-reduzir-emissoes-em-um-terco\/\">https:\/\/www.infomoney.com.br\/business\/gigante-do-aluminio-hydro-investe-r-16-bilhao-para-reduzir-emissoes-em-um-terco\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/pulse\/primeira-sucess%C3%A3o-e-o-alum%C3%ADnio-bruno-ferrari-salmeron\/\">https:\/\/www.linkedin.com\/pulse\/primeira-sucess%C3%A3o-e-o-alum%C3%ADnio-bruno-ferrari-salmeron\/<\/a><\/p>\n<p>https:\/\/www.oestadonet.com.br\/noticia\/19635\/a-disputa-pela-bauxita\/<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.seudinheiro.com\/2024\/economia\/autossuficiencia-aluminio-brasil-producao-rens\/\">https:\/\/www.seudinheiro.com\/2024\/economia\/autossuficiencia-aluminio-brasil-producao-rens\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.visualcapitalist.com\/aluminum-smelter-production-by-country\/\">https:\/\/www.visualcapitalist.com\/aluminum-smelter-production-by-country\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/mrn.com.br\/index.php\/pt\/projeto-novas-minas\">https:\/\/mrn.com.br\/index.php\/pt\/projeto-novas-minas<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/ibram.org.br\/noticia\/mina-de-bauxita-da-alcoa-em-juriti-vira-modelo\/\">https:\/\/ibram.org.br\/noticia\/mina-de-bauxita-da-alcoa-em-juriti-vira-modelo\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.hydro.com\/br\/global\/sobre-a-hydro\/a-hydro-no-mundo\/americas\/brasil\/barcarena\/albras\/\">https:\/\/www.hydro.com\/br\/global\/sobre-a-hydro\/a-hydro-no-mundo\/americas\/brasil\/barcarena\/albras\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.hydro.com\/en\/global\/media\/news\/2023\/hydro-completes-sale-to-glencore\/\">https:\/\/www.hydro.com\/en\/global\/media\/news\/2023\/hydro-completes-sale-to-glencore\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/revistamineracao.com.br\/2023\/04\/27\/glencore-compra-45-da-mrn-e-30-da-alunorte-no-para\/\">https:\/\/revistamineracao.com.br\/2023\/04\/27\/glencore-compra-45-da-mrn-e-30-da-alunorte-no-para\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hist\u00f3rico, principais produtores, desenvolvimento, o fator China, mercado, perspectivas e novos projetos no pa\u00eds<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":20814,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[],"class_list":["post-26765","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-mercado"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO 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