{"id":26553,"date":"2024-11-06T11:13:22","date_gmt":"2024-11-06T14:13:22","guid":{"rendered":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/?p=26553"},"modified":"2024-11-06T11:13:22","modified_gmt":"2024-11-06T14:13:22","slug":"a-resiliencia-de-um-executivo-no-potassio-de-autazes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/a-resiliencia-de-um-executivo-no-potassio-de-autazes\/","title":{"rendered":"A RESILI\u00caNCIA DE UM EXECUTIVO NO POT\u00c1SSIO DE AUTAZES"},"content":{"rendered":"<p>Uma carreira impressionante em grandes mineradoras, passando pelo Par\u00e1, com a bauxita da MRN (Minera\u00e7\u00e3o Rio do Norte) e o min\u00e9rio de ferro e cobre da Vale, areias betuminosas da Shell Canad\u00e1, n\u00edquel da BHP Billiton em Mount Keith, na Austr\u00e1lia e, de volta ao Brasil, na Mirabela Minera\u00e7\u00e3o, atual Atlantic Nickel, para ficar apenas em alguns exemplos. N\u00e3o menos importante, a sociedade com Jos\u00e9 Mendo Mizael de Souza, figura lend\u00e1ria da minera\u00e7\u00e3o brasileira e um de seus mestres, ap\u00f3s seus pais, na J.Mendo Consultoria, hoje de sua propriedade.<\/p>\n<p>Mais que por essa trajet\u00f3ria, nos \u00faltimos tr\u00eas anos, ele se tornou conhecido pela defesa incans\u00e1vel de um projeto iniciado em 2009, com o ambicioso objetivo de encravar na Amaz\u00f4nia brasileira uma mina de pot\u00e1ssio. Nunca antes na hist\u00f3ria deste pa\u00eds, parodiando frase do atual presidente Lu\u00eds In\u00e1cio Lula da Silva, se falou tanto em um projeto de minera\u00e7\u00e3o. Para o bem e para o mal. Entraram para o mapa do pa\u00eds a distante cidade de Autazes, no Amazonas, e o povo ind\u00edgena Mura, etnia at\u00e9 ent\u00e3o bem menos famosa que a dos Kaiap\u00f3s, Ianom\u00e2mis, Xavantes ou Guaranis, cujo protagonismo tornou o licenciamento do projeto um imbr\u00f3glio jur\u00eddico \u2013 ainda n\u00e3o de todo resolvido &#8211; capitaneado pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal (MPF).<\/p>\n<p>Presidente da Pot\u00e1ssio do Brasil, subsidi\u00e1ria da canadense Brazil Potash, desde 2021, Adriano Viana Espeschit vem transitando, desde ent\u00e3o, por f\u00f3runs, \u00f3rg\u00e3os das tr\u00eas inst\u00e2ncias de poder, aldeias v\u00e1rias e ve\u00edculos da imprensa falada, escrita e digital. Em todas as oportunidades para mostrar a import\u00e2ncia do projeto Autazes para a cidade, o estado, o agroneg\u00f3cio e o pr\u00f3prio Brasil, que ver\u00e1 sua balan\u00e7a comercial menos pesada no prato das importa\u00e7\u00f5es quando a nova mina \u2013 a segunda no pa\u00eds \u2013 operar em sua capacidade plena daqui a pouco mais de quatro anos. Em todas essas vezes tamb\u00e9m, para desmascarar as fake news que assombram o empreendimento com os riscos \u2013 improv\u00e1veis, segundo ele &#8211; de subsid\u00eancia ou, literalmente, \u201csalgar\u201d a Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>Nesta entrevista exclusiva \u00e0 revista <strong>In the Mine<\/strong>, o executivo fala do projeto, da lavra e beneficiamento do min\u00e9rio, log\u00edstica da opera\u00e7\u00e3o, rejeitos e res\u00edduos, comunidades locais e programas socioambientais. Dispensa a necessidade de uma pol\u00edtica nacional para minerais cr\u00edticos e estrat\u00e9gicos e, ironicamente, diz que s\u00f3 assinaria o PL 2780, que trata do tema, se ele proibisse a divulga\u00e7\u00e3o de fake news. A jovens engenheiros de Minas recomenda: \u201cAcreditem. Voc\u00eas podem\u201d.<\/p>\n<p><strong>ITM<\/strong>: Embora o projeto Autazes seja bastante conhecido, gostaria que voc\u00ea fizesse um breve descritivo do empreendimento.<\/p>\n<p><strong>Espeschit<\/strong>: Autazes come\u00e7ou a partir de uma situa\u00e7\u00e3o at\u00e9 um pouco inusitada, a partir de um processo de desinvestimento da Petrobras e o grupo Forbes &amp; Manhattan foi considerado vencedor da venda dos ativos de Fazendinha e Arari (AM). Chegamos a pagar o sinal de entrada da transa\u00e7\u00e3o, mas ela foi descontinuada. Ent\u00e3o, resolvemos come\u00e7ar do zero, requerendo \u00e1reas livres dentro da potencial bacia evapor\u00edtica do Amazonas, para realizar os estudos de explora\u00e7\u00e3o mineral. Foi quando se deu a cria\u00e7\u00e3o da Pot\u00e1ssio do Brasil, controlada pela Brazil Potash, com sede no Canad\u00e1. Come\u00e7aram as rodadas de investimento, para atrair investidores, visando desenvolver o alvo Autazes, selecionado a partir de informa\u00e7\u00f5es adquiridas durante o processo de aquisi\u00e7\u00e3o da \u00e1rea da Petrobras, que havia realizado furos de sondagem na regi\u00e3o na d\u00e9cada de 1970, em busca de \u00f3leo e g\u00e1s.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Quais foram as pr\u00f3ximas etapas ap\u00f3s a capta\u00e7\u00e3o de investimentos?<\/p>\n<p><strong>Espeschit<\/strong>: N\u00f3s executamos 43 furos de sondagem de mil metros de profundidade cada, fizemos estudos para a avalia\u00e7\u00e3o de rotas de processos e, em 2016, a Worley Parsons, hoje s\u00f3 Worley, empresa canadense de engenharia e constru\u00e7\u00e3o, elaborou o estudo de viabilidade. Apresentamos o Plano de Aproveitamento Econ\u00f4mico (PAE), ao DNPM, atual ANM (Ag\u00eancia Nacional de Minera\u00e7\u00e3o) e entramos com o pedido de licenciamento ambiental. Ap\u00f3s a obten\u00e7\u00e3o da Licen\u00e7a Pr\u00e9via (LP), fomos surpreendidos com uma a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica, movida pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal (MPF), cobrando a realiza\u00e7\u00e3o de consulta p\u00fablica aos povos ind\u00edgenas situados nas proximidades do projeto.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Quando foi aberta essa a\u00e7\u00e3o p\u00fablica?<\/p>\n<p><strong>Espeschit<\/strong>: Isso ocorreu no final de 2016 e, j\u00e1 em mar\u00e7o de 2017, assinamos um acordo com a Justi\u00e7a Federal suspendendo a validade da LP por seis meses a fim de deflagrarmos o processo de consulta p\u00fablica ao povo Mura. Nesse per\u00edodo, fizemos o desmembramento dos direitos miner\u00e1rios para garantir que o projeto Autazes estaria totalmente fora de Terras Ind\u00edgenas, como de fato est\u00e1. Tamb\u00e9m apresentamos um novo PAE, que foi aprovado pela ANM. Em setembro de 2023, obtivemos mais de 90% de aprova\u00e7\u00e3o na consulta efetuada \u00e0s lideran\u00e7as de 36 aldeias do povo Mura no munic\u00edpio, bem acima da aprova\u00e7\u00e3o m\u00ednima de 60% exigida por lei. N\u00e3o foi unanimidade, mas foi uma maioria significativa.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>E durante esses sete anos, os investidores se mantiveram no projeto?<\/p>\n<p><strong>Espeschit<\/strong>: Sim, investidores que acreditaram desde o in\u00edcio. Alguns, inclusive brasileiros, de Manaus (AM), que det\u00eam 12% das a\u00e7\u00f5es. Hoje temos uma participa\u00e7\u00e3o mundial bastante significativa. O maior investidor \u00e9 o CD Capital (30,7%), da Inglaterra, seguido do Sentient Equity Partners (20,9%), da Austr\u00e1lia, ambos fundos de private equity mineral, e do Forbes &amp; Manhattan Barbados (12,2%). O restante, cerca de 24%, est\u00e1 dilu\u00eddo entre 7 mil investidores minorit\u00e1rios, predominantemente dos Estados Unidos.<\/p>\n<p><strong>ITM:<\/strong> Qual o valor dos investimentos at\u00e9 agora?<\/p>\n<p><strong>Espeschit<\/strong>: Foram cerca de US$ 250 milh\u00f5es, principalmente em explora\u00e7\u00e3o mineral, j\u00e1 que cada furo de sondagem custa entre US$ 1 milh\u00e3o e US$ 1,8 milh\u00e3o. A maioria deles, como eu j\u00e1 disse, teve em torno de mil metros de profundidade, mas chegamos al\u00e9m disso em alguns casos. E estamos prospectando outros alvos para ampliar os recursos e reservas.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Qual ser\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o da futura mina?<\/p>\n<p><strong>Espeschit<\/strong>: A mina tem cerca de 23 anos de vida \u00fatil e foi projetada para ter uma capacidade de 2,2 Mtpa de cloreto de pot\u00e1ssio. Com esse volume reduziremos a depend\u00eancia brasileira do produto em cerca de 20%, baixando as importa\u00e7\u00f5es dos 98% atuais para perto de 80%, em um mercado que demanda aproximadamente 13 Mtpa.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>A implanta\u00e7\u00e3o do projeto j\u00e1 foi iniciada? Qual ser\u00e1 a gera\u00e7\u00e3o de empregos?<\/p>\n<p><strong>Espeschit<\/strong>: J\u00e1 iniciamos algumas atividades de campo, at\u00e9 porque precisamos resolver outras quest\u00f5es antes, como preparar toda da documenta\u00e7\u00e3o, discutir assuntos de engenharia com potenciais fornecedores, esclarecer d\u00favidas e fazer todo o planejamento de campo para minimizar surpresas. Em termos de gera\u00e7\u00e3o de empregos teremos, no per\u00edodo de obras, 2.600 empregados em m\u00e9dia, durante os quatro anos ou quatro anos e meio de implanta\u00e7\u00e3o, chegando a picos de at\u00e9 4 mil empregados. J\u00e1 na opera\u00e7\u00e3o, a previs\u00e3o \u00e9 de 1.300 postos de trabalho diretos e 15 mil indiretos. Nosso compromisso \u00e9 que 80% dessa m\u00e3o de obra, no m\u00ednimo, seja local e capacitada durante a constru\u00e7\u00e3o da mina.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Qual ser\u00e1 o m\u00e9todo e equipamentos empregados na lavra?<\/p>\n<p><strong>Espeschit: <\/strong>A mina subterr\u00e2nea ter\u00e1 dois shafts de 930 m de profundidade aproximadamente, um para produ\u00e7\u00e3o e outro para ventila\u00e7\u00e3o. O m\u00e9todo de lavra ser\u00e1 o de c\u00e2maras e pilares longos e foi desenhado por uma empresa alem\u00e3 especializada, a Ercosplan, que inclusive forneceu servi\u00e7os para Taquari-Vassouras, no Sergipe, a \u00fanica mina de pot\u00e1ssio em opera\u00e7\u00e3o no Brasil. No nosso caso, o min\u00e9rio est\u00e1 a cerca de 800 m de profundidade, com varia\u00e7\u00f5es em determinados pontos. Quanto aos equipamentos s\u00e3o os modelos convencionais da minera\u00e7\u00e3o de sais de pot\u00e1ssio, como mineradoras cont\u00ednuas, conhecidas por \u201cmariettas\u201d, para o desmonte, operando em 3 a 4 frentes de lavra simult\u00e2neas, conforme a programa\u00e7\u00e3o e a dist\u00e2ncia de transporte. \u00c9 uma tecnologia comprovada, sem nenhum risco de inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica significativo.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Quais s\u00e3o os principais cuidados requeridos nesse tipo de lavra? H\u00e1, por exemplo, o risco de subsid\u00eancia da superf\u00edcie da mina como ocorreu com a Braskem, em Alagoas?<\/p>\n<p><strong>Espeschit: <\/strong>\u00c9 uma excelente pergunta, porque pode esclarecer essa quest\u00e3o de uma forma at\u00e9 definitiva. Primeiramente, nosso m\u00e9todo de lavra \u00e9 distinto do utilizado pela Braskem, que \u00e9 o de dissolu\u00e7\u00e3o, sem monitoramento f\u00edsico in loco. Os pilares s\u00e3o dimensionados para que n\u00e3o tenha subsid\u00eancia. Tanto que esse fen\u00f4meno jamais ocorreu em Taquari-Vassouras. O dimensionamento precisa ser feito de forma adequada, utilizando os fatores de seguran\u00e7a necess\u00e1rios para garantir a sustenta\u00e7\u00e3o dos pilares. Nossa lavra ser\u00e1 feita com tanto crit\u00e9rio que a recupera\u00e7\u00e3o do min\u00e9rio ser\u00e1 praticamente reduzida \u00e0 metade. Isso porque o min\u00e9rio contido nos pilares n\u00e3o ser\u00e1 lavrado. Logicamente que, com a evolu\u00e7\u00e3o da tecnologia, podemos chegar, no futuro, inclusive a lavrar tamb\u00e9m os pilares, o que Taquari-Vassouras est\u00e1 fazendo atualmente para estender a vida \u00fatil da mina. O licenciamento t\u00e9cnico e ambiental que recebemos \u00e9 uma garantia de que trabalharemos com total seguran\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Qual ser\u00e1 o volume de gera\u00e7\u00e3o de rejeitos e sua forma de disposi\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p><strong>Espeschit: <\/strong>O volume de rejeitos \u00e9 zero. Claro que haver\u00e1 um material resultante da escava\u00e7\u00e3o dos shafts e do desenvolvimento da mina. Esse material, n\u00e3o sendo sal, ser\u00e1 estocado em uma pilha de inertes, porque ele \u00e9 arenoso. Sendo sal ser\u00e1 estocado na pilha de sal, a mesma que receber\u00e1 o res\u00edduo do processo de beneficiamento. Do min\u00e9rio que extra\u00edmos, cerca de 30% \u00e9 silvinita, que gera o cloreto de pot\u00e1ssio, e cerca de 70% \u00e9 halita, ou cloreto de s\u00f3dio, sal de cozinha, o res\u00edduo que, uma vez separado no beneficiamento, ser\u00e1 estocado em uma pilha tempor\u00e1ria. Isso porque \u00e9 preciso terminar de esvaziar um painel ou c\u00e2mara para trazer esse material da superf\u00edcie e realizar o backfill ou preenchimento dos espa\u00e7os vazios no subsolo. Por isso, aquela pilha \u00e9 inicialmente tempor\u00e1ria. No decorrer do tempo, esse processo se torna circular: esvaziando e preenchendo sucessivamente os espa\u00e7os at\u00e9 o final da vida \u00fatil da mina, de forma a n\u00e3o restar sequer um grama de res\u00edduo na superf\u00edcie.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Falando em beneficiamento, quais ser\u00e3o as etapas e equipamentos empregados?<br \/>\n<strong><br \/>\nEspeschit: <\/strong>A rota de beneficiamento \u00e9 muito simples. Ap\u00f3s a britagem, o min\u00e9rio \u00e9 submetido a uma lixivia\u00e7\u00e3o a quente ou hot leaching, sem adi\u00e7\u00e3o de qualquer reagente. Na polpa gerada, quando resfriada, temos o cloreto de pot\u00e1ssio, que cristaliza primeiro que o cloreto de s\u00f3dio, e pode ser retirado, secado e compactado na forma de granulados. O cloreto de s\u00f3dio cristalizado n\u00e3o precisa ser compactado porque ser\u00e1 estocado na pilha de sal. Assim como na lavra, \u00e9 um processo amplamente utilizado, embora diferente do que existe em Taquari-Vassouras, por flota\u00e7\u00e3o. Esse m\u00e9todo, no nosso caso, n\u00e3o foi considerado adequado por n\u00e3o permitir uma recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica ou mais econ\u00f4mica do min\u00e9rio, com o teor recomendado para atender \u00e0s necessidades do mercado. Quanto aos equipamentos, teremos uma sequ\u00eancia de tr\u00eas etapas de britagem e caldeiras ou tanques usuais de aquecimento na lixivia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong><br \/>\nITM: <\/strong>A capta\u00e7\u00e3o de \u00e1gua ser\u00e1 feita do rio Madeirinha, correto? Qual ser o volume dessa capta\u00e7\u00e3o e o percentual de reuso?<\/p>\n<p><strong><br \/>\nEspeschit: <\/strong>Originalmente, apresentamos a alternativa de captar \u00e1gua de po\u00e7os profundos. Ou seja, de aqu\u00edferos dispon\u00edveis na regi\u00e3o. Por sugest\u00e3o do \u00f3rg\u00e3o ambiental do estado \u2013 e aqui, destaco a import\u00e2ncia da intera\u00e7\u00e3o que tivemos com os t\u00e9cnicos ainda na fase da Licen\u00e7a Pr\u00e9via \u2013, estudamos a viabilidade de capta\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio rio, que n\u00e3o ser\u00e1 o Madeirinha, mas o pr\u00f3prio Madeira. Uma op\u00e7\u00e3o inclusive mais cara que a anterior, mas que a empresa decidiu acatar por ser mais vi\u00e1vel ambientalmente falando. Da \u00e1gua nova captada, haver\u00e1 uma certa perda por causa do aquecimento na lixivia\u00e7\u00e3o, uma evapora\u00e7\u00e3o normal. Mas, no resfriamento da polpa, prevemos a recupera\u00e7\u00e3o do volume restante, com reutiliza\u00e7\u00e3o da ordem de 70% da \u00e1gua nova captada.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 log\u00edstica, o EIA-Rima de 2015 aponta um tr\u00e1fego di\u00e1rio de 700 caminh\u00f5es de 35 t, para o transporte do cloreto de pot\u00e1ssio da mina ao porto de Urucurituba e, no sentido inverso, para o transporte de equipamentos, pe\u00e7as, materiais e pessoal. Quais s\u00e3o os programas para minimizar a emiss\u00e3o de particulados e poluentes nessa rota?<\/p>\n<p><strong>Espeschit: <\/strong>Em primeiro lugar, se eu tiver 700 caminh\u00f5es por dia de 35 t trafegando 25 dias por por m\u00eas, eu produziria 7.350.000 t de cloreto pot\u00e1ssio por ano. Como vou produzir s\u00f3 2,2 Mtpa ou cerca de 200 mil t\/m\u00eas, ser\u00e3o necess\u00e1rias 200 viagens de caminh\u00f5es de 35 t nesse trajeto de 12 km. Se o n\u00famero de 700 caminh\u00f5es consta do nosso EIA-Rima, deve<\/p>\n<p>ter ocorrido algum erro material. Al\u00e9m disso devemos empregar bitrens de 70 t e vamos usar a melhor frota poss\u00edvel. T\u00ednhamos estudado a possibilidade caminh\u00f5es movidos a g\u00e1s, pela proximidade do gasoduto. Mas, com a constru\u00e7\u00e3o de uma nova termel\u00e9trica, o fornecimento do campo mais pr\u00f3ximo de nossa mina est\u00e1 comprometido. Todos os equipamentos da mina ser\u00e3o el\u00e9tricos e vamos avaliar essa op\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m para os caminh\u00f5es de transporte, considerando a infraestrutura para o carregamento das baterias. Talvez, no nosso caso, o uso de biocombust\u00edveis nesses ve\u00edculos seja at\u00e9 melhor.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Ainda em termos de meio ambiente, quais s\u00e3o os planos para reduzir as emiss\u00f5es na mina e na usina?<\/p>\n<p><strong>Espeschit: <\/strong>Nosso pot\u00e1ssio ser\u00e1 o mais verde do mundo, n\u00e3o apenas pelas pr\u00e1ticas, mas principalmente pelo posicionamento da empresa nessa quest\u00e3o. Apenas por estarmos no Brasil, cuja matriz energ\u00e9tica \u00e9 84% renov\u00e1vel, vamos reduzir as emiss\u00f5es em 1,2 Mt de CO2e (di\u00f3xido de carbono equivalente) para a produ\u00e7\u00e3o de 2,2 Mtpa de cloreto de pot\u00e1ssio, se comparado ao Canad\u00e1 ou \u00e0 R\u00fassia, onde a energia prov\u00e9m da queima de g\u00e1s ou carv\u00e3o. Outra quest\u00e3o locacional \u00e9 que, por estarmos mais perto do mercado consumidor, evitaremos a queima de diesel para importar pot\u00e1ssio do Canad\u00e1, da R\u00fassia ou da Bielorr\u00fassia. Para vir de Saskatchewan, no Canad\u00e1, por exemplo o pot\u00e1ssio viaja 2.500 km de trem at\u00e9 Vancouver, sendo embarcado em um navio at\u00e9 chegar ao Porto de Santos (SP) e, de l\u00e1, carregado em caminh\u00f5es para subir at\u00e9 o Mato Grosso.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>E no caso da Pot\u00e1ssio do Brasil?<\/p>\n<p><strong>Espeschit: <\/strong>Nosso produto seguir\u00e1 em barca\u00e7as, do Porto de Uricurituba at\u00e9 Porto Velho, em Rond\u00f4nia, onde desce em caminh\u00f5es at\u00e9 o Mato Grosso. Com uma vantagem adicional: pega o frete de retorno do caminh\u00e3o, que sobe com a soja at\u00e9 a barca\u00e7a para exporta\u00e7\u00e3o, enquanto o navio volta vazio para o Canad\u00e1. \u00c9 um exemplo m\u00ednimo de a\u00e7\u00f5es diretas que nos permitir\u00e3o o reconhecimento, quer seja em cr\u00e9ditos de carbono que poderemos ofertar ao nosso consumidor final, como tamb\u00e9m de nossas atitudes. J\u00e1 anunciamos tamb\u00e9m que vamos recuperar uma \u00e1rea 10 vezes maior do que a que ocupamos com a mina, com plantio de \u00e1rvores e gerando atividades socioecon\u00f4micas para a comunidade. Um lote dessa \u00e1rea pode ser cedido para a forma\u00e7\u00e3o de um pomar de uma determinada fruta, como o cupua\u00e7u. Podemos industrializar a produ\u00e7\u00e3o de cupua\u00e7u para exporta\u00e7\u00e3o. S\u00e3o programas que geram cr\u00e9ditos de carbono. Tamb\u00e9m queremos subsidiar a agricultura familiar, fornecendo nutrientes para revitalizar o solo evitando o desmatamento de novas \u00e1reas. S\u00e3o desmatamentos localizados, mas que, multiplicados pela quantidade de agricultores familiares, se tornam relevantes.<\/p>\n<p><strong><br \/>\nITM: <\/strong>Eu gostaria de retomar a quest\u00e3o do controle de particulados e poeira.<\/p>\n<p><strong>Espeschit: <\/strong>Em rela\u00e7\u00e3o a essa quest\u00e3o, eu lembro que estamos na Amaz\u00f4nia, um ambiente naturalmente \u00famido, condi\u00e7\u00e3o que minimiza o problema de dispers\u00e3o de particulados. Mas veja como \u00e9 mais uma vez importante a intera\u00e7\u00e3o com n\u00e3o s\u00f3 os \u00f3rg\u00e3os ambientais, mas especialistas. Durante o processo de consulta ao povo Mura, os especialistas da UFAM (Universidade Federal do Amazonas), levantaram o problema de que a forma\u00e7\u00e3o de particulados em Autazes poderia provocar a ocorr\u00eancia de chuva salobra em Manaus. Embora a predomin\u00e2ncia das correntes de vento n\u00e3o siga nessa dire\u00e7\u00e3o, era uma probabilidade, ainda que pequena. Mesmo assim decidimos instalar aspersores em nossa pilha de sal. \u00c9 isso o que queremos. Conversar com a comunidade, com os stakeholders, para poder trazer melhorias ao projeto.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Em rela\u00e7\u00e3o ao transporte do min\u00e9rio em barca\u00e7as, em outras \u00e9pocas falar\u00edamos apenas do problema de cheia e vazante do rio. Agora vemos a seca completa em v\u00e1rios trechos. Como voc\u00eas est\u00e3o vendo essa situa\u00e7\u00e3o diante da log\u00edstica fluvial que estruturaram?<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Espeschit: <\/strong>Logicamente, esse assunto est\u00e1 em voga agora, devido a uma situa\u00e7\u00e3o c\u00edclica e moment\u00e2nea. Conversei recentemente com o diretor de Opera\u00e7\u00f5es do grupo A Maggi, que me disse que \u00e9 a primeira vez que rios secaram em 25 anos. Os governos estadual e federal est\u00e3o atuando para minimizar esse problema. Temos a hidrovia do rio Madeira, que poder\u00e1 se tornar uma concess\u00e3o e, dessa forma, garantir a navegabilidade na regi\u00e3o. Para isso, ser\u00e1 preciso fazer a dragagem do rio, como aconteceu no Mississipi (EUA). Tamb\u00e9m temos um plano B, de utilizar a BR-319 (rodovia Manaus-Porto Velho), como alternativa de transporte. De toda forma, trata-se de uma situa\u00e7\u00e3o moment\u00e2nea que cria um risco com probabilidade de provocar algum impacto real no projeto. Mas ser\u00e1 m\u00ednimo.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Voc\u00ea disse que grande parte da for\u00e7a de trabalho na opera\u00e7\u00e3o ser\u00e1 local. Como ser\u00e1 feita a capacita\u00e7\u00e3o dessas pessoas?<\/p>\n<p><strong>Espeschit: <\/strong>No caso dos equipamentos temos os treinamentos t\u00e9cnicos que s\u00e3o realizados pelos pr\u00f3prios fornecedores. Tamb\u00e9m faremos parcerias com institui\u00e7\u00f5es empresariais do estado ligadas ao Sistema S, como o Senai (Servi\u00e7o Social de Aprendizagem Industrial). J\u00e1 temos alguns pr\u00e9-acordos que ser\u00e3o reestruturados com alguns ajustes, em fun\u00e7\u00e3o da evolu\u00e7\u00e3o do projeto. Temos tempo suficiente para fazer isso e a experi\u00eancia de nosso time, que j\u00e1 implantou projetos em regi\u00f5es at\u00e9 mais remotas e complicadas.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Quais programas sociais para comunidades locais ser\u00e3o implementados?<br \/>\n<strong><br \/>\nEspeschit: <\/strong>N\u00e3o definimos comunidades espec\u00edficas porque nosso foco \u00e9 Autazes e regi\u00e3o. Em termos de impacto, o Termo de Refer\u00eancia da Funai (Funda\u00e7\u00e3o Nacional dos Povos Ind\u00edgenas) considerou quatro \u00e1reas nas proximidades do projeto: Paracuhuba, j\u00e1 homologada, Jauary, que foi delimitada, a comunidade do Lago do Soares e a Vila de Urucurituba, todas da etnia Mura. Dessas, como se v\u00ea, somente Paracuhuba pode ser considerada Terra Ind\u00edgena, segundo a defini\u00e7\u00e3o em lei. Das outras tr\u00eas, apenas uma est\u00e1 em processo de homologa\u00e7\u00e3o, contrariamente ao que afirmam movimentos de Organiza\u00e7\u00f5es N\u00e3o Governamentais (ONGs). Lembrando que a Constitui\u00e7\u00e3o de 1988 permite a extra\u00e7\u00e3o de bens minerais em Terras Ind\u00edgenas, desde que regulamentada pelo Congresso Nacional.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>O pot\u00e1ssio \u00e9 considerado um mineral cr\u00edtico. Nesse sentido, qual sua avalia\u00e7\u00e3o do PL 2780\/2024, de autoria da Frente Parlamentar de Minera\u00e7\u00e3o Sustent\u00e1vel (FPMin), que institui a pol\u00edtica nacional de minerais cr\u00edticos e estrat\u00e9gicos?<\/p>\n<p><strong>Espeschit: <\/strong>A classifica\u00e7\u00e3o como minerais cr\u00edticos ou estrat\u00e9gicos \u00e9 m\u00f3vel, de forma que o mineral hoje assim considerado pode n\u00e3o s\u00ea-lo amanh\u00e3, assim como um mineral pode ser inclu\u00eddo em uma ou outra categoria. O Brasil atrai investidores que tomam suas decis\u00f5es baseados na situa\u00e7\u00e3o em que o pa\u00eds se encontra, atrav\u00e9s de um processo de due diligence. Eu trabalhei na Austr\u00e1lia e no Canad\u00e1 e conhe\u00e7o muito bem o Chile e sei que, em compara\u00e7\u00e3o a esses pa\u00edses, a legisla\u00e7\u00e3o brasileira \u00e9 muito boa. O problema \u00e9 que temos muito mais interfer\u00eancias externas, n\u00e3o de outros pa\u00edses, mas situacionais, no sentido de que sempre precisamos de algo a mais. Melhorias cont\u00ednuas da legisla\u00e7\u00e3o s\u00e3o sempre benvindas. Mas n\u00e3o teria problema nenhum em licenciar o projeto Autazes seguindo a legisla\u00e7\u00e3o brasileira atual. No entanto, apesar de estarmos fora de Terras Ind\u00edgenas, o que tira a compet\u00eancia de licenciamento do IBAMA (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov\u00e1veis), ficamos discutindo essa quest\u00e3o por sete anos e meio. N\u00e3o preciso de um novo Projeto de Lei para definir o que \u00e9 ou o que n\u00e3o \u00e9.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Mas a institui\u00e7\u00e3o de uma pol\u00edtica nacional n\u00e3o seria importante para aumentar a seguran\u00e7a jur\u00eddica em situa\u00e7\u00f5es como a do projeto Autazes?<\/p>\n<p><strong>Espeschit: <\/strong>De que adianta um pol\u00edtica? O licenciamento do projeto Autazes passou por cinco presidentes, cinco governadores e tr\u00eas prefeitos. Ent\u00e3o, n\u00e3o precisamos de mais regulamenta\u00e7\u00f5es. Insisto que temos uma legisla\u00e7\u00e3o muito boa. Nossa legisla\u00e7\u00e3o ambiental \u00e9 excepcional, se comparada \u00e0 de outros pa\u00edses. O problema aqui \u00e9 que o empreendedor n\u00e3o pode falar o que vai fazer porque acham que ele n\u00e3o vai fazer. Al\u00e9m disso, inventa-se o que n\u00e3o existe. Por exemplo: ap\u00f3s os acidentes com as barragens em Minas Gerais, dizia-se que a barragem de rejeitos do projeto Autazes iria ruir e salgar a Amaz\u00f4nia inteira. Primeiro, n\u00e3o teremos barragem de rejeitos em Autazes. Segundo, mesmo que toda a nossa produ\u00e7\u00e3o fosse lan\u00e7ada no rio Madeira, na pior das hip\u00f3teses, a altera\u00e7\u00e3o da salinidade da \u00e1gua seria bem inferior aos limites estabelecidos na legisla\u00e7\u00e3o ambiental. Outra inven\u00e7\u00e3o: um fen\u00f4meno de subsid\u00eancia como o das minas de salgema em Macei\u00f3 (AL). S\u00f3 que nosso m\u00e9todo de lavra \u00e9 outro. Al\u00e9m disso teremos monitoramento 24 h\/dia. Se houver uma varia\u00e7\u00e3o de 0,01 mm, ser\u00e1 detectada de imediato. A mina Morro Velho, em Nova Lima (MG) est\u00e1 a 2,6 mil m de profundidade e nunca registrou subsid\u00eancia. Tamb\u00e9m dizem que ela passa sob a Pra\u00e7a Sete, em Belo Horizonte, quando ela segue na dire\u00e7\u00e3o oposta. \u00c9 duro lidar com essas fake news. Se o PL 2780 proibisse a divulga\u00e7\u00e3o de fake news sobre a minera\u00e7\u00e3o, eu assinaria embaixo.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/President-of-Potassio-do-Brasil-Adriano-Espeschit-e1730902389769.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-26555\" src=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/President-of-Potassio-do-Brasil-Adriano-Espeschit-e1730902389769.jpg\" alt=\"President of Pot\u00e1ssio do Brasil - Adriano Espeschit\" width=\"700\" height=\"741\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong><br \/>\nPerfil<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Nasceu em: <\/strong>Curvelo, Minas Gerais, em 09\/09\/1965<\/p>\n<p><strong>Mora em: <\/strong>Nova Lima, Minas Gerais<\/p>\n<p><strong>Forma\u00e7\u00e3o: <\/strong>Engenheiro de Minas, formado em 1987 pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais)<\/p>\n<p><strong>Trajet\u00f3ria Profissional: <\/strong>Minha primeira experi\u00eancia foi na mina subterr\u00e2nea de pot\u00e1ssio de Taquari-Vassouras, da Petromisa (Petrobras Minera\u00e7\u00e3o). Minera\u00e7\u00e3o Rio do Norte \u2013 MRN (Engenheiro t\u00e9cnico de Suporte a Diretor de Planejamento e Controle de Opera\u00e7\u00f5es, 1989\/92). Minera\u00e7\u00f5es Brasileiras Reunidas \u2013 MBR (Engenheiro s\u00eanior a Diretor de Minera\u00e7\u00e3o, 1992\/2000). Vale (Engenheiro s\u00eanior a gerente geral de N\u00e3o Ferrosos, 2000\/05). Shell Canad\u00e1 (L\u00edder de Desenvolvimento de Projetos, 2005\/07). BHP Billiton (Gerente geral de Opera\u00e7\u00f5es de Mount Keith, 2007\/08). Mirabela Minera\u00e7\u00e3o, atual Atlantic Nickel (Diretor de Opera\u00e7\u00f5es, 2009). Steel do Brasil Participa\u00e7\u00f5es (Diretor de Opera\u00e7\u00f5es, 2010). E3 \u2013 Energy, Environment &amp; Emergency (CEO, 2010\/11). Ouro do Brasil Minera\u00e7\u00e3o (CEO, 2010\/13). Zinco do Brasil (COO, 2012\/14). Vortex Tecnologia Manuten\u00e7\u00e3o e Servi\u00e7os (Diretor executivo, 2013\/14). EDR (Partner, 2018\/20). Alamo Parkent Minera\u00e7\u00e3o (2017\/21). J.Mendo Consultoria (Diretor executivo, 2010\/&#8230;). Nhandu Parkent Minera\u00e7\u00e3o (CEO, 2017\/&#8230;). Pot\u00e1ssio do Brasil (Presidente, 2021\/&#8230;)<\/p>\n<p><strong>Fam\u00edlia: <\/strong>Casado, 2 filhos. Me acompanham nessa jornada h\u00e1 35 anos<\/p>\n<p><strong>Time de futebol: <\/strong>Cruzeiro<\/p>\n<p><strong>Hobby: <\/strong>Trabalhar. Me sinto muito bem fazendo o que fa\u00e7o. E minha fam\u00edlia<\/p>\n<p><strong>Um mestre ou \u00eddolo: <\/strong>Minha m\u00e3e, dona Marta Maria. Meu pai, dr.Espeschit (como era conhecido o m\u00e9dico Geraldo Viana Espeschit). Jos\u00e9 Mendo Mizael de Souza<\/p>\n<p><strong>Maior realiza\u00e7\u00e3o: <\/strong>A que vou completar amanh\u00e3<\/p>\n<p><strong>Um projeto: <\/strong>Melhorar a vida das pessoas na Amaz\u00f4nia<\/p>\n<p><strong>Um \u201cconselho\u201d a jovens engenheiros de Minas: <\/strong>Acreditem. Voc\u00eas podem<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Adriano Espeschit fala da lavra e beneficiamento do min\u00e9rio, log\u00edstica, rejeitos e res\u00edduos, comunidades locais e programas socioambientais<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":26554,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[17],"tags":[],"class_list":["post-26553","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-personalidade"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>A RESILI\u00caNCIA DE UM EXECUTIVO NO POT\u00c1SSIO DE AUTAZES - Revista In The Mine<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Adriano Espeschit fala da lavra e beneficiamento do min\u00e9rio, log\u00edstica, rejeitos e res\u00edduos, comunidades locais e programas 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