{"id":25400,"date":"2024-06-24T14:34:50","date_gmt":"2024-06-24T17:34:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/?p=25400"},"modified":"2024-06-24T14:38:54","modified_gmt":"2024-06-24T17:38:54","slug":"um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\/","title":{"rendered":"UM ECONOMISTA NA EVOLU\u00c7\u00c3O DO SETOR DE PEDRAS NATURAIS"},"content":{"rendered":"<p>Ainda estudante do curso de Economia, ingressou em uma das empresas do grupo Odebrecht, hoje Novonor. Saiu da \u00e1rea de produ\u00e7\u00e3o para a administrativa e dela para um n\u00facleo de intelig\u00eancia em minera\u00e7\u00e3o, criado pela construtora que, na \u00e9poca \u2013 anos 1970 \u2013, se interessava por investimentos minero-industriais. S\u00e3o dessa fase projetos em parceria com mineradoras como a Rio Tinto Zinc e a Western Mining, al\u00e9m da condu\u00e7\u00e3o do projeto Van\u00e1dio de Marac\u00e1s, ap\u00f3s a obten\u00e7\u00e3o dos direitos miner\u00e1rios em leil\u00e3o realizado pela CBPM (Cia.Baiana de Pesquisa Mineral), descobridora da jazida.<\/p>\n<p>\u201cPoderia ter sido um projeto baiano e brasileiro\u201d, diz Reinaldo Dantas Sampaio, sobre a mina de van\u00e1dio operada h\u00e1 cerca de 10 anos pela canadense Largo. N\u00e3o \u00e9 uma cr\u00edtica. Mas \u00e9 o lamento de um empres\u00e1rio que, ao longo de d\u00e9cadas e sucessivos governos de seu estado de origem, se ressente da inexist\u00eancia, at\u00e9 hoje, de uma pol\u00edtica p\u00fablica para fomentar a cria\u00e7\u00e3o de uma base industrial de rochas ornamentais no Semi\u00e1rido baiano, regi\u00e3o de extraordin\u00e1ria riqueza geol\u00f3gica para esse tipo de empreendimento.<\/p>\n<p>Nesta entrevista exclusiva \u00e0 revista <strong>In the Mine, <\/strong>o presidente da Abirochas (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria de Rochas Ornamentais) detalha os dados do setor em termos de produ\u00e7\u00e3o, tecnologias, balan\u00e7a comercial, legisla\u00e7\u00e3o, desafios e perspectivas. Fala tamb\u00e9m da necessidade de uma pol\u00edtica setorial de estado que incentive e financie pesquisas, fomente uma ind\u00fastria de bens de capital e negocie condi\u00e7\u00f5es para a exporta\u00e7\u00e3o de produtos beneficiados para pa\u00edses como a China.<\/p>\n<p>Entre outras metas, Sampaio mant\u00e9m a de reativar a parceria entre a Abirochas e a Apex (Ag\u00eancia Brasileira de Promo\u00e7\u00e3o de Exporta\u00e7\u00f5es e Investimentos) que, ap\u00f3s 21 anos de realiza\u00e7\u00f5es bem-sucedidas, foi interrompida em 2020 e transferida a uma entidade \u201csem representa\u00e7\u00e3o setorial ou experi\u00eancia em com\u00e9rcio exterior\u201d por for\u00e7a de uma \u201carticula\u00e7\u00e3o pol\u00edtica\u201d, segundo ele. A jovens economistas alerta que nunca ser\u00e3o economistas se n\u00e3o compreenderem que a Economia \u00e9 essencialmente social e moral e s\u00f3 existe e serve se pensada para melhorar a vida das pessoas. Ser\u00e3o apenas tecnocratas, como dizia a mestra Maria da Concei\u00e7\u00e3o Tavares.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Em qual momento, sua forma\u00e7\u00e3o como economista o levou \u00e0 presid\u00eancia da Abirochas?<\/p>\n<p><strong>Sampaio: <\/strong>Em meados da d\u00e9cada de 1970, ingressei no grupo Odebrecht que, ent\u00e3o, tinha uma estrat\u00e9gia de atuar no setor minero-industrial. Para isso, constituiu um n\u00facleo de intelig\u00eancia em minera\u00e7\u00e3o composto por jovens profissionais de diversas compet\u00eancias, do qual tive o privil\u00e9gio de participar analisando a viabilidade econ\u00f4mica de investimentos minerais. Na final dos anos 1980, in\u00edcio de 1990, com o desinteresse do grupo por esse setor, nos desligamos e constitu\u00edmos uma nova empresa, a Peval Minera\u00e7\u00e3o. Algum tempo depois, fui eleito presidente do Simagran (Sindicato da Ind\u00fastria de M\u00e1rmores, Granitos e Similares do estado da Bahia), tendo assento no Conselho da Abirochas, para cuja presid\u00eancia fui escolhido em 2009.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Como era a atua\u00e7\u00e3o da Peval?<\/p>\n<p><strong>Sampaio: <\/strong>A Peval foi pioneira ao adotar equipamentos italianos de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o para o beneficiamento de rochas ornamentais. Buscamos tamb\u00e9m equipamentos pesados nos Estados Unidos (EUA) e implementos na Finl\u00e2ndia e Noruega. Iniciamos a empresa com 16 pedreiras pr\u00f3prias, produzindo granitos e quartzitos no Semi\u00e1rido baiano, em Goi\u00e1s e no Esp\u00edrito Santo, al\u00e9m da planta de beneficiamento em Salvador (BA). Acredit\u00e1vamos que, com o potencial geol\u00f3gico da Bahia, ir\u00edamos estimular uma nova base industrial no estado, o que n\u00e3o aconteceu. No final, a Peval n\u00e3o sobreviveu. Era \u00fanica em sua especialidade e n\u00e3o possu\u00eda um fluxo de navios de porto a porto. Foi um grande aprendizado e uma grande frustra\u00e7\u00e3o por n\u00e3o vermos outras ind\u00fastrias se instalando na Bahia, que hoje supre boa parte da produ\u00e7\u00e3o de rochas naturais com suas mat\u00e9rias-primas.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Como as rochas ornamentais se situam no mercado consumidor?<\/p>\n<p><strong>Sampaio: <\/strong>Continuamos buscando uma maior presen\u00e7a na arquitetura brasileira. O setor depende da din\u00e2mica da constru\u00e7\u00e3o civil j\u00e1 que sua domin\u00e2ncia \u00e9 a de revestimento de im\u00f3veis ou espa\u00e7os urbanos. O problema \u00e9 que a cultura da pedra natural ainda \u00e9 uma car\u00eancia no Brasil, a come\u00e7ar da forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica. Nos cursos de Engenharia e Arquitetura n\u00e3o h\u00e1 uma s\u00f3 aula sobre rochas ornamentais. Tamb\u00e9m o setor, lastreado em pequenas e m\u00e9dias empresas, tem muita dificuldade de criar um di\u00e1logo permanente com a academia, para demonstrar as potencialidades da pedra natural que, por suas caracter\u00edsticas origin\u00e1rias, est\u00e9ticas e construtivas, atendem perfeitamente \u00e0s exig\u00eancias da arquitetura moderna.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Mesmo com especificadores essa aproxima\u00e7\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil?<\/p>\n<p><strong>Sampaio: <\/strong>Nos \u00faltimos 4 anos conseguimos dialogar com a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Design Interior (ABD). Antes disso, hav\u00edamos criado um programa voltado a arquitetos brasileiros e realizamos eventos em diversas capitais do pa\u00eds. Uma renomada arquiteta do Esp\u00edrito Santo nos disse, inclusive, que esperava por um encontro como esse h\u00e1 20 anos. Mas, no geral, esse desafio se mant\u00e9m.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Quais s\u00e3o os principais estados produtores no pa\u00eds?<\/p>\n<p><strong>Sampaio: <\/strong>O principal \u00e9 o Esp\u00edrito Santo, por sua tradi\u00e7\u00e3o e grau de desenvolvimento de sua base industrial, com uma produ\u00e7\u00e3o bruta de cerca de 3,9 Mtpa. Na sequ\u00eancia v\u00eam Minas Gerais e Bahia, cada um com 1,9 Mtpa. Depois, temos o Cear\u00e1 e outros estados, que totalizam uma produ\u00e7\u00e3o de 10 Mt brutas anuais.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Quais os tipos de rochas produzidas?<\/p>\n<p><strong>Sampaio: <\/strong>O Brasil tem uma geodiversidade mineral enorme e, no caso das rochas ornamentais, essa exuber\u00e2ncia \u00e9 muito maior. Existem vastas \u00e1reas de rochas magm\u00e1ticas, metam\u00f3rficas e \u00edgneas, por exemplo, com grande complexidade mineral e aspectos est\u00e9ticos raros. Temos m\u00e1rmores t\u00e3o belos quanto os italianos e os arenitos de nossas rochas sedimentares povoam quase todas as bordas de piscinas do pa\u00eds. Hoje, as rochas \u00edgneas s\u00e3o as mais valorizadas, com destaque para os quartzitos maci\u00e7os, um dos materiais mais caros no mercado internacional. Cerca de 75% da extra\u00e7\u00e3o nacional desse quartzito vem da Bahia e \u00e9 processada no Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>E qual o volume da produ\u00e7\u00e3o beneficiada?<\/p>\n<p><strong>Sampaio: <\/strong>S\u00e3o cerca de 7 milh\u00f5es m<sup>3 <\/sup>processados, equivalentes a 100 milh\u00f5es m<sup>2<\/sup> ou perto de 8% da oferta interna de produtos cer\u00e2micos para revestimento. Exportamos cerca de 17 milh\u00f5es m<sup>2<\/sup> de rochas beneficiadas e entre 600 e 650 mil t de rochas brutas, na forma de blocos, por ano. \u00c9 um fen\u00f4meno, porque n\u00e3o h\u00e1 setor de pequenas e m\u00e9dias empresas no pa\u00eds que tenha uma exporta\u00e7\u00e3o regular, nesse n\u00edvel, h\u00e1 mais de 20 anos. Em valores aproximados s\u00e3o US$ 1,3 bilh\u00e3o em exporta\u00e7\u00f5es, contra apenas US$ 50 a 60 milh\u00f5es em importa\u00e7\u00f5es por ano.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Para onde v\u00e3o essas exporta\u00e7\u00f5es?<\/p>\n<p><strong>Sampaio: <\/strong>Ao todo, exportamos para 124 pa\u00edses, mas cerca de 60% do valor das nossas exporta\u00e7\u00f5es vem dos EUA, onde somos os principais fornecedores de chapas de granito e rochas ornamentais, al\u00e9m de m\u00e1rmores. Temos a China tamb\u00e9m, que compra rocha bruta. Desde o governo Fernando Henrique Cardoso (1995 a 2002), tentamos reverter a tributa\u00e7\u00e3o excessiva que a China aplica sobre rochas beneficiadas. Precisamos que o Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores (MRE) sensibilize os interlocutores do governo chin\u00eas para uma solu\u00e7\u00e3o que poderia duplicar as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de rochas ornamentais, dada a grandeza do mercado chin\u00eas. Inclusive, esse tema est\u00e1 na pauta de uma reuni\u00e3o que terei no Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os (MDIC).<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Qual \u00e9 a estimativa de recursos e reservas do setor?<\/p>\n<p><strong>Sampaio: <\/strong>A quest\u00e3o de recursos e reservas tem sido objeto de nossos di\u00e1logos com a ANM (Ag\u00eancia Nacional de Minera\u00e7\u00e3o) h\u00e1 algum tempo. Segundo nosso consultor Cid Chiodi, diferente de outros bens minerais, a reserva de rocha ornamental deve ser a reserva j\u00e1 lavrada. Imagine que, com o avan\u00e7o de uma frente de lavra, surjam xen\u00f3litos, fissuras ou veios que descaracterizem o material originalmente apresentado ao mercado. Nesse caso, a reserva \u00e9 zero devido a elementos delet\u00e9rios que surgiram na rocha e que ningu\u00e9m tinha como antecipar. Ent\u00e3o, ser\u00e1 necess\u00e1rio licenciar outra frente de lavra, um processo bastante burocr\u00e1tico e demorado, at\u00e9 porque as condi\u00e7\u00f5es operacionais da ANM s\u00e3o dram\u00e1ticas. Al\u00e9m dos aspectos mec\u00e2nicos, de fissura de um bloco depois de extra\u00eddo, por exemplo, e de diferen\u00e7as crom\u00e1ticas da rocha, h\u00e1 outra vari\u00e1vel que pode influenciar no que se considera reserva: a altera\u00e7\u00e3o de padr\u00f5es arquitet\u00f4nicos, que simplesmente determinam a exclus\u00e3o de um produto do mercado.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Como a ANM avalia esse conceito de reserva lavrada?<\/p>\n<p><strong>Sampaio: <\/strong>No di\u00e1logo pessoal sempre h\u00e1 disposi\u00e7\u00e3o para escutar. Mas todos s\u00e3o personagens de um sistema institucional fundado em conceitos muito r\u00edgidos. Toda regulamenta\u00e7\u00e3o se baseia em princ\u00edpios do direito positivo. Que pune quando se faz o que n\u00e3o se poderia fazer ou quando se deixa de fazer o que \u00e9 obrigat\u00f3rio fazer. Essa vis\u00e3o punitiva se afasta das possibilidades premiais da Economia moderna, de premiar quem fa\u00e7a algo que signifique um avan\u00e7o de interesse da sociedade.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Por exemplo?<\/p>\n<p><strong>Sampaio: <\/strong>Por exemplo, o que chamo de estoques remanescentes \u2013 seja est\u00e9ril ou res\u00edduo s\u00f3lido \u2013, descartados por n\u00e3o serem mais de interesse econ\u00f4mico para o empres\u00e1rio. Esses materiais poderiam ser objeto de uma pol\u00edtica premial de estado, que estimulasse e mesmo financiasse pesquisas para transform\u00e1-los em bens de interesse da sociedade. A Abirochas, por exemplo, est\u00e1 custeando junto ao Centro de Tecnologia Mineral (Cetem), um grande parceiro nosso, uma pesquisa para utilizar rochas ricas em pot\u00e1ssio na remineraliza\u00e7\u00e3o de solos e nutri\u00e7\u00e3o de plantas. \u00c9 uma pesquisa muito cara e o ideal \u00e9 que fosse custeada por recursos p\u00fablicos.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>O que sempre \u00e9 dif\u00edcil de obter&#8230;<\/p>\n<p><strong>Sampaio: <\/strong>Exato. Dizem que n\u00e3o h\u00e1 recursos para isso. Mas, por mais de 50 anos, o Brasil usa recursos de toda a sociedade para financiar a pesquisa e o desenvolvimento tecnol\u00f3gico do agroneg\u00f3cio brasileiro. E foi muito bom que tenha feito isso. Se tiv\u00e9ssemos metade do or\u00e7amento anual da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria), de quase R$ 4 bilh\u00f5es, para pesquisar tecnologias de aproveitamento de res\u00edduos, j\u00e1 ter\u00edamos dado um salto na imagem da minera\u00e7\u00e3o brasileira e na pr\u00f3pria ind\u00fastria mineral. A sociedade contempor\u00e2nea quer racionalidade. A sustentabilidade \u00e9 tamb\u00e9m racionalidade.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Como foi a evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica do setor?<\/p>\n<p><strong>Sampaio: <\/strong>A ind\u00fastria de rocha ornamental no Brasil \u00e9 refer\u00eancia em avan\u00e7o tecnol\u00f3gico. A velocidade com que ela saiu de um est\u00e1gio relativamente rudimentar para a base industrial mais moderna e eficiente do mundo \u00e9 extraordin\u00e1ria. Cerca de 60% das m\u00e1quinas de beneficiamento foram adquiridas da It\u00e1lia. Hoje, j\u00e1 temos duas ou tr\u00eas empresas brasileiras produzindo teares de fio diamantado, que s\u00e3o a \u00faltima gera\u00e7\u00e3o do corte de rochas de alta performance, com desempenho igual ao dos equipamentos italianos e por valores bem menores. Esse \u00e9 outro desafio: um pa\u00eds com nossa capacidade de explorar, beneficiar, consumir e exportar rochas ornamentais deveria ter tamb\u00e9m, no \u00e2mbito de sua pol\u00edtica industrial, um est\u00edmulo para desenvolver uma ind\u00fastria de bens de capital no pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Quantas empresas de rochas ornamentais h\u00e1 no Brasil hoje?<\/p>\n<p><strong>Sampaio: <\/strong>Temos uma estimativa de 10 mil empresas, sendo que cerca de 9 mil s\u00e3o marmorarias. S\u00e3o dados antigos, baseados em um levantamento que fizemos nas juntas comerciais dos principais estados brasileiros por volta de 2017\/2018. Tamb\u00e9m n\u00e3o s\u00e3o dados exatos, porque muitas micro e pequenas empresas encerraram suas atividades sem dar baixa no registro. Daquelas 10 mil empresas, cerca de 1.200 s\u00e3o mineradoras, a maioria com plantas de beneficiamento, e 450 s\u00e3o exportadoras.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>O que levou o empres\u00e1rio brasileiro a modernizar o parque industrial?<\/p>\n<p><strong>Sampaio: <\/strong>Eu diria, sem qualquer arrog\u00e2ncia, que a Abirochas teve um papel central nessa trajet\u00f3ria a partir de 1999, quando assinamos nosso primeiro conv\u00eanio com a Apex. Nascia a\u00ed a internacionaliza\u00e7\u00e3o do setor que, para acessar as oportunidades de exporta\u00e7\u00e3o, precisava passar por uma moderniza\u00e7\u00e3o empresarial, gerencial e tecnol\u00f3gica. A\u00ed, surgiu outro problema: superar a barreira tarif\u00e1ria para importar equipamentos da It\u00e1lia, o que foi feito num esfor\u00e7o conjunto da Abirochas com empres\u00e1rios do setor. Esses avan\u00e7os levaram as rochas ornamentais \u00e0 posi\u00e7\u00e3o de quinto bem mineral mais exportado pelo Brasil em valor, com 80% de produtos beneficiados e apenas 20% de mat\u00e9ria-prima.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Como est\u00e1 o setor hoje em termos de sustentabilidade?<\/p>\n<p><strong>Sampaio: <\/strong>Eu diria que est\u00e1 \u00e0 altura dos desafios que se apresentam. Se especificadores, respons\u00e1veis por formular os conceitos de arquitetura e urbanismo, tivessem, de fato, um compromisso irredut\u00edvel com o que se define como sustentabilidade, a pedra natural seria o principal elemento de revestimento em obras. Um produto cujo consumo de energia \u00e9 bem menor que o de qualquer outro revestimento; que recircula toda a \u00e1gua utilizada na produ\u00e7\u00e3o desde os anos 1990; e que n\u00e3o utiliza subst\u00e2ncias qu\u00edmicas no beneficiamento. Somem-se a esses fatores, sua durabilidade extraordin\u00e1ria e seu baixo custo de manuten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong><br \/>\nITM: <\/strong>Quais s\u00e3o os principais diferenciais da rocha ornamental brasileira em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 de outros pa\u00edses?<\/p>\n<p><strong>Sampaio: <\/strong>Nosso maior diferencial \u00e9 a diversidade geol\u00f3gica. Em segundo lugar, nosso avan\u00e7o tecnol\u00f3gico para os mais modernos padr\u00f5es de extra\u00e7\u00e3o e beneficiamento. A \u00cdndia, por exemplo, \u00e9 um grande produtor, mas \u00e9 muito inferior ao Brasil em tecnologia. Por isso, apesar de exportar mais que o Brasil, s\u00f3 exporta mat\u00e9ria-prima. O Brasil lan\u00e7a no mercado internacional 100 novos padr\u00f5es de rocha ornamental por ano, algo que nenhum pa\u00eds faz.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Como a reforma tribut\u00e1ria pode impactar o setor de rochas ornamentais?<\/p>\n<p><strong>Sampaio: <\/strong>Tenho conceitos favor\u00e1veis e cr\u00edticos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 essa reforma. Primeiro, \u00e9 preciso entender que ela \u00e9 parcial, tratando s\u00f3 dos impostos diretos. Significa que os impostos indiretos, a despeito de toda sua reconfigura\u00e7\u00e3o, continuar\u00e3o pesando sobre a sociedade de igual modo, do ponto de vista percentual e desigual, porque a caracter\u00edstica regressiva da reforma n\u00e3o foi atacada. H\u00e1 muitas isen\u00e7\u00f5es e redu\u00e7\u00f5es de al\u00edquotas, mas se a carga total n\u00e3o for diminu\u00edda, haver\u00e1 aumento da al\u00edquota final do IBS (Imposto sobre Bens e Servi\u00e7os), para compensar aqueles descontos. Assim tamb\u00e9m com as desonera\u00e7\u00f5es, cujo efeito redistributivo \u00e9 nulo. Esses s\u00e3o problemas da reforma.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>E quais s\u00e3o os pontos favor\u00e1veis?<\/p>\n<p><strong>Sampaio: <\/strong>A reforma tem muitas virtudes: simplifica a apura\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria e d\u00e1 transpar\u00eancia ao que \u00e9 direito do estado ou do ente p\u00fablico e ao que \u00e9 obriga\u00e7\u00e3o do ente privado. Assim, reduz o custo da conformidade tribut\u00e1ria. Tamb\u00e9m traz previsibilidade, mesmo pondo fim \u00e0 autonomia tribut\u00e1ria de estados e munic\u00edpios, que n\u00e3o poder\u00e3o mais criar tributos de nenhuma natureza. A reforma faz tamb\u00e9m uma redistribui\u00e7\u00e3o intersetorial, o que \u00e9 justo porque h\u00e1 uma penaliza\u00e7\u00e3o da estrutura produtiva industrial em favor de segmentos como o de servi\u00e7os e agroneg\u00f3cio, que pagam muito pouco tributo. Ao se onerar em demasia o bem industrial, inibe-se a demanda efetiva e o crescimento da ind\u00fastria em qualquer economia.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>E quanto ao Imposto Seletivo, chamado de \u201cImposto do Pecado\u201d?<\/p>\n<p><strong>Sampaio: <\/strong>Acho um equ\u00edvoco criar uma tributa\u00e7\u00e3o diferenciada para a minera\u00e7\u00e3o, porque ela vai onerar todo o ciclo produtivo. H\u00e1 esse vi\u00e9s enganoso de tratar a minera\u00e7\u00e3o como algo ruim, quando ela \u00e9 inevit\u00e1vel e insubstitu\u00edvel. A sociedade deveria considerar que n\u00e3o pode viver sem a minera\u00e7\u00e3o e que, ao inv\u00e9s de repudi\u00e1-la e virar-lhe as costas, precisa olhar com aten\u00e7\u00e3o para ela.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>ITM: <\/strong>Voltando um pouco, como foi a parceria da Abirochas com a Apex?<\/p>\n<p><strong>Sampaio: <\/strong>A Abirochas concebeu um plano de internacionaliza\u00e7\u00e3o, que teve o apoio fundamental da Apex durante uma parceria de 21 anos, de 1999 a 2020. Como parte desse plano, realizamos o primeiro Congresso Mundial de Rocha Ornamental no Brasil, um evento que j\u00e1 se estende a v\u00e1rios pa\u00edses. Tamb\u00e9m criamos o programa Mercado Interno, para disseminar o uso de rochas naturais no Brasil. Uma de suas iniciativas foi a Academia das Rochas, que buscou subs\u00eddios junto a marmoristas de todas as capitais brasileiras, para ampliar o uso das pedras naturais na constru\u00e7\u00e3o civil. Em 2015, publicamos o Estudo da Competitividade Brasileira no Setor de Rochas Ornamentais e de Revestimento, com o objetivo de criar uma pol\u00edtica nacional de desenvolvimento setorial e tornar o Brasil uma plataforma exportadora, integrando minera\u00e7\u00e3o, ind\u00fastria e marmorarias modernas, capazes de realizar obras no exterior.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Qual foi a raz\u00e3o da ruptura com a Apex?<\/p>\n<p><strong>Sampaio: <\/strong>Na passagem de 2019 para 2020, a Apex passou por uma certa turbul\u00eancia, com troca de sua presid\u00eancia e diretores. Por for\u00e7a de uma articula\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e sem nenhuma conceitua\u00e7\u00e3o ou fundamenta\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica, o conv\u00eanio foi transferido para outra entidade, a Centrorochas, que n\u00e3o possui express\u00e3o nacional nem qualquer experi\u00eancia em com\u00e9rcio internacional. O resultado foi p\u00e9ssimo. Em 2024, foi vergonhosa a atua\u00e7\u00e3o da entidade na Coverings, maior feira do setor na Am\u00e9rica do Norte, realizada nos EUA. Na abertura do evento, os estandes brasileiros estavam vedados por cortinas pretas porque sua montagem n\u00e3o foi finalizada. Al\u00e9m desse desastre operacional, h\u00e1 uma s\u00e9rie de problemas bastante graves. A Abirochas j\u00e1 formalizou uma carta solicitando uma auditoria desse conv\u00eanio \u00e0 Apex e estamos buscando a retomada da parceria com a ag\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Quais s\u00e3o os maiores obst\u00e1culos para o desenvolvimento do setor?<\/p>\n<p><strong>Sampaio: <\/strong>A quest\u00e3o log\u00edstica tem grande peso na dificuldade de se forjar uma base industrial local. Mesmo o Esp\u00edrito Santo, maior produtor, tem que levar suas cargas por cabotagem at\u00e9 os portos de A\u00e7u (RJ) ou Santos (SP), porque o de Vit\u00f3ria n\u00e3o tem capacidade de receber navios de longo curso. Na Bahia, al\u00e9m da log\u00edstica h\u00e1 outras variantes, como a falta de uma pol\u00edtica de estado que amplie a produ\u00e7\u00e3o de rochas na regi\u00e3o do Semi\u00e1rido, onde ela ocorre e que possui uma grande riqueza geol\u00f3gica. Se 100 pedreiras fossem abertas nessa regi\u00e3o, ocupariam uma \u00e1rea de apenas 500 ha, gerando 800 empregos, com produ\u00e7\u00e3o bruta de cerca de US$ 80 milh\u00f5es por ano. Se o beneficiamento tamb\u00e9m fosse feito na Bahia, a receita bruta anual chegaria a US$ 320 milh\u00f5es. Uma atividade pecu\u00e1ria, nos mesmos 500 ha, empregaria 5 funcion\u00e1rios e geraria uma receita de apenas US$ 240 mil por ano.<\/p>\n<p><strong><br \/>\nITM: <\/strong>Voc\u00ea j\u00e1 levou essa ideia ao atual governo da Bahia?<\/p>\n<p><strong>Sampaio: <\/strong>O governador Jer\u00f4nimo Rodrigues (PT-BA) participou de um evento de constru\u00e7\u00e3o civil na Bahia, o ConstruNordeste, e ficou encantado com as rochas ornamentais expostas no estande de um empres\u00e1rio, que tamb\u00e9m \u00e9 o presidente do Simagran. Henrique Carballal, ent\u00e3o presidente da Cia.Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), tamb\u00e9m me disse que o governador tem todo interesse em implantar essa base minero-industrial de rochas ornamentais no estado. Estamos ansiosos para retomar e avan\u00e7ar nesse di\u00e1logo.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Em sua opini\u00e3o, o rigor da legisla\u00e7\u00e3o ambiental brasileira dificulta a atividade de rochas ornamentais?<\/p>\n<p><strong>Sampaio: <\/strong>Nesse caso, acho que o maior problema \u00e9 a pluralidade de entes p\u00fablicos atuando sobre o mesmo assunto. A legisla\u00e7\u00e3o em si n\u00e3o \u00e9 ruim, \u00e9 necess\u00e1ria. Mas deve haver uma certa uniformidade para evitar mudan\u00e7as repentinas. Por exemplo, quando se cria uma \u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental (APP) onde j\u00e1 existem direitos miner\u00e1rios, impedindo que sejam exercidos. Ou quando o Iphan (Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional) exige que toda atividade miner\u00e1ria tenha um estudo arqueol\u00f3gico. Claro que devemos preservar os s\u00edtios arqueol\u00f3gicos, mas de uma forma coerente com a realidade, onde a exig\u00eancia tenha base cient\u00edfica.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Qual \u00e9 sua vis\u00e3o do futuro do setor?<\/p>\n<p><strong>Sampaio: <\/strong>Um dos desafios \u00e9 o dom\u00ednio da forma com uma nova tecnologia que abra novas possibilidades e d\u00ea \u00e0 pedra natural uma percep\u00e7\u00e3o de maleabilidade, de menor rigidez, estimulando a criatividade de arquitetos e projetistas. Outro desafio, que \u00e9 uma quest\u00e3o brasileira, \u00e9 difundir a cultura da pedra junto a especificadores e construtores. No site da Abirochas est\u00e1 dispon\u00edvel um manual de especifica\u00e7\u00e3o, aplica\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o de rochas ornamentais, envolvendo especialistas no tema. A difus\u00e3o dessa cultura \u00e9 importante porque h\u00e1 uma inevit\u00e1vel reprodutibilidade t\u00e9cnica da pedra natural. Assim como se imitam obras de arte, a ind\u00fastria imita a obra da natureza que \u00e9 a pedra natural. Mesmo sem a aura da pe\u00e7a aut\u00eantica, como dizia o fil\u00f3sofo Walter Benjamin, que jamais surgir\u00e1 novamente em termos geol\u00f3gicos.<\/p>\n<p><strong><br \/>\nITM: <\/strong>Estamos falando do porcelanato, certo?<\/p>\n<p><strong>Sampaio: <\/strong>Principalmente do porcelanato. A ind\u00fastria cer\u00e2mica tem um capital muito mais robusto que a de rochas ornamentais, se coloca na m\u00eddia o tempo inteiro, investe em desenvolvimento tecnol\u00f3gico e tem parcerias com especificadores. Hoje, n\u00e3o s\u00f3 pode copiar a pedra natural quando quiser, como est\u00e1 come\u00e7ando a copiar o que quer, seguindo tend\u00eancias de mercado. Como esse processo \u00e9 inevit\u00e1vel, precisamos aprofundar o di\u00e1logo com especificadores para refor\u00e7ar que s\u00f3 a pedra natural \u00e9 capaz de conferir a um projeto arquitet\u00f4nico o car\u00e1ter de uma obra prima. Pode ser um pouco mais caro que a cer\u00e2mica produzida em f\u00e1bricas, mas \u00e9 \u00fanica. Se conseguirmos conquistar 5% do mercado cer\u00e2mico, cresceremos 50% em nosso mercado.<\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Reinaldo-Dantas-Sampaio2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-25402\" src=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Reinaldo-Dantas-Sampaio2.jpg\" alt=\"Reinaldo Dantas Sampaio2\" width=\"800\" height=\"1443\" srcset=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Reinaldo-Dantas-Sampaio2.jpg 800w, https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Reinaldo-Dantas-Sampaio2-166x300.jpg 166w, https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Reinaldo-Dantas-Sampaio2-568x1024.jpg 568w, https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Reinaldo-Dantas-Sampaio2-768x1385.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/a>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Perfil: <\/strong><\/p>\n<p><strong>Nasceu em: <\/strong>Amargosa, no Rec\u00f4ncavo Baiano, em 05\/09\/1953<\/p>\n<p><strong>Mora em: <\/strong>Salvador, capital do estado<\/p>\n<p><strong>Forma\u00e7\u00e3o Acad\u00eamica: <\/strong>Economia, pela Faculdade Cat\u00f3lica de Ci\u00eancias Econ\u00f4micas da Bahia (FACCEBA). Especializa\u00e7\u00e3o em Economia Mineral pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)<\/p>\n<p><strong>Trajet\u00f3ria Profissional:<\/strong> Grupo Odebrecht, a partir de 1973, nas \u00e1reas de produ\u00e7\u00e3o e administrativa e depois como diretor financeiro de empresas ligadas ao setor minero-industrial. Fundador de mineradoras de calc\u00e1rio e brita e da Peval Minera\u00e7\u00e3o, onde ainda participa do Conselho de Administra\u00e7\u00e3o. Ex-presidente do Sindicato da Ind\u00fastria de M\u00e1rmores, Granitos e Similares da Bahia (Simagran) e ex-vice-presidente da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias da Bahia (Fieb). H\u00e1 20 anos na Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI), onde \u00e9 conselheiro. Presidente da Abirochas (2009 a 2020 e 2023 a 2025)<\/p>\n<p><strong>Fam\u00edlia: <\/strong>Casado h\u00e1 44 anos, com um filho, uma nora, que tamb\u00e9m se tornou filha, e dois netos<\/p>\n<p><strong>Time de Futebol: <\/strong>Botafogo do Rio, meu time do cora\u00e7\u00e3o. Na Bahia, tor\u00e7o pelo Vit\u00f3ria<\/p>\n<p><strong>Hobby: <\/strong>Ler e caminhar<\/p>\n<p><strong>Um mestre: <\/strong>Celso Furtado, o grande norte de meu pensamento econ\u00f4mico<\/p>\n<p><strong>Decep\u00e7\u00e3o: <\/strong>N\u00e3o tenho registros. A vida tem sido muito generosa comigo<\/p>\n<p><strong>Projeto de vida ou profissional: <\/strong>Fundar um banco de desenvolvimento popular para financiar homens e mulheres com vontade ou necessidade de produ\u00e7\u00e3o, de maneira a potencializar suas compet\u00eancias<\/p>\n<p><strong>Um conselho a jovens economistas: <\/strong>Leiam todas as correntes de pensamento econ\u00f4mico. Leiam tamb\u00e9m Filosofia, Sociologia, Direito e Hist\u00f3ria, porque a Economia s\u00f3 se consolida no cruzamento de muitas ci\u00eancias. \u00c9 essencialmente social e moral e s\u00f3 existe e serve se pensada para melhorar a vida das pessoas. Economista que n\u00e3o compreender isso nunca ser\u00e1 economista. Como dizia a mestra Maria da Concei\u00e7\u00e3o Tavares, \u201cn\u00e3o passar\u00e1 de um tecnocrata\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Reinaldo Dantas Sampaio, presidente da Abirochas, detalha os dados do setor em termos de produ\u00e7\u00e3o, tecnologias, balan\u00e7a comercial, legisla\u00e7\u00e3o, desafios e perspectivas<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":25401,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[17],"tags":[],"class_list":["post-25400","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-personalidade"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>UM ECONOMISTA NA EVOLU\u00c7\u00c3O DO SETOR DE PEDRAS NATURAIS - Revista In The Mine<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Presidente da Abirochas detalha os dados do setor em termos de produ\u00e7\u00e3o, tecnologias, balan\u00e7a comercial, legisla\u00e7\u00e3o, desafios e perspectivas\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"UM ECONOMISTA NA EVOLU\u00c7\u00c3O DO SETOR DE PEDRAS NATURAIS - Revista In The Mine\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Presidente da Abirochas detalha os dados do setor em termos de produ\u00e7\u00e3o, tecnologias, balan\u00e7a comercial, legisla\u00e7\u00e3o, desafios e perspectivas\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Revista In The Mine\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"http:\/\/www.facebook.com\/inthemine\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2024-06-24T17:34:50+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2024-06-24T17:38:54+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Reinaldo-Dantas-Sampaio.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"800\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"763\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Reda\u00e7\u00e3o ITM\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@intheminet\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@intheminet\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Reda\u00e7\u00e3o ITM\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"21 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"Reda\u00e7\u00e3o ITM\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/9eb77cece2cea253bb36c4b68c6a324c\"},\"headline\":\"UM ECONOMISTA NA EVOLU\u00c7\u00c3O DO SETOR DE PEDRAS NATURAIS\",\"datePublished\":\"2024-06-24T17:34:50+00:00\",\"dateModified\":\"2024-06-24T17:38:54+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\\\/\"},\"wordCount\":4044,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2024\\\/06\\\/Reinaldo-Dantas-Sampaio.jpg\",\"articleSection\":[\"PERSONALIDADE\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\\\/\",\"name\":\"UM ECONOMISTA NA EVOLU\u00c7\u00c3O DO SETOR DE PEDRAS NATURAIS - Revista In The Mine\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2024\\\/06\\\/Reinaldo-Dantas-Sampaio.jpg\",\"datePublished\":\"2024-06-24T17:34:50+00:00\",\"dateModified\":\"2024-06-24T17:38:54+00:00\",\"description\":\"Presidente da Abirochas detalha os dados do setor em termos de produ\u00e7\u00e3o, tecnologias, balan\u00e7a comercial, legisla\u00e7\u00e3o, desafios e perspectivas\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2024\\\/06\\\/Reinaldo-Dantas-Sampaio.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2024\\\/06\\\/Reinaldo-Dantas-Sampaio.jpg\",\"width\":800,\"height\":763,\"caption\":\"Reinaldo Dantas Sampaio\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"UM ECONOMISTA NA EVOLU\u00c7\u00c3O DO SETOR DE PEDRAS NATURAIS\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/\",\"name\":\"Revista In The Mine\",\"description\":\"Minera\u00e7\u00e3o brasileira\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/#organization\",\"name\":\"In The Mine magazine\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2014\\\/08\\\/parceiro_theinmine.png\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2014\\\/08\\\/parceiro_theinmine.png\",\"width\":170,\"height\":120,\"caption\":\"In The Mine magazine\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\"},\"sameAs\":[\"http:\\\/\\\/www.facebook.com\\\/inthemine\",\"https:\\\/\\\/x.com\\\/intheminet\",\"https:\\\/\\\/www.instagram.com\\\/minegaleria\",\"https:\\\/\\\/www.linkedin.com\\\/company\\\/in-the-mine?trk=biz-companies-cym\",\"https:\\\/\\\/www.youtube.com\\\/user\\\/revistainthemine\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/9eb77cece2cea253bb36c4b68c6a324c\",\"name\":\"Reda\u00e7\u00e3o ITM\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/0f7f41419befdee0feca08f9ea1e434cac9c04e0b8d28ab40cffb82628fcfdf1?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/0f7f41419befdee0feca08f9ea1e434cac9c04e0b8d28ab40cffb82628fcfdf1?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/0f7f41419befdee0feca08f9ea1e434cac9c04e0b8d28ab40cffb82628fcfdf1?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"Reda\u00e7\u00e3o ITM\"},\"url\":\"https:\\\/\\\/www.inthemine.com.br\\\/site\\\/author\\\/admin-itm\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"UM ECONOMISTA NA EVOLU\u00c7\u00c3O DO SETOR DE PEDRAS NATURAIS - Revista In The Mine","description":"Presidente da Abirochas detalha os dados do setor em termos de produ\u00e7\u00e3o, tecnologias, balan\u00e7a comercial, legisla\u00e7\u00e3o, desafios e perspectivas","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"UM ECONOMISTA NA EVOLU\u00c7\u00c3O DO SETOR DE PEDRAS NATURAIS - Revista In The Mine","og_description":"Presidente da Abirochas detalha os dados do setor em termos de produ\u00e7\u00e3o, tecnologias, balan\u00e7a comercial, legisla\u00e7\u00e3o, desafios e perspectivas","og_url":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\/","og_site_name":"Revista In The Mine","article_publisher":"http:\/\/www.facebook.com\/inthemine","article_published_time":"2024-06-24T17:34:50+00:00","article_modified_time":"2024-06-24T17:38:54+00:00","og_image":[{"width":800,"height":763,"url":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Reinaldo-Dantas-Sampaio.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Reda\u00e7\u00e3o ITM","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@intheminet","twitter_site":"@intheminet","twitter_misc":{"Escrito por":"Reda\u00e7\u00e3o ITM","Est. tempo de leitura":"21 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\/"},"author":{"name":"Reda\u00e7\u00e3o ITM","@id":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/#\/schema\/person\/9eb77cece2cea253bb36c4b68c6a324c"},"headline":"UM ECONOMISTA NA EVOLU\u00c7\u00c3O DO SETOR DE PEDRAS NATURAIS","datePublished":"2024-06-24T17:34:50+00:00","dateModified":"2024-06-24T17:38:54+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\/"},"wordCount":4044,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Reinaldo-Dantas-Sampaio.jpg","articleSection":["PERSONALIDADE"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\/","url":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\/","name":"UM ECONOMISTA NA EVOLU\u00c7\u00c3O DO SETOR DE PEDRAS NATURAIS - Revista In The Mine","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Reinaldo-Dantas-Sampaio.jpg","datePublished":"2024-06-24T17:34:50+00:00","dateModified":"2024-06-24T17:38:54+00:00","description":"Presidente da Abirochas detalha os dados do setor em termos de produ\u00e7\u00e3o, tecnologias, balan\u00e7a comercial, legisla\u00e7\u00e3o, desafios e perspectivas","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\/#primaryimage","url":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Reinaldo-Dantas-Sampaio.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Reinaldo-Dantas-Sampaio.jpg","width":800,"height":763,"caption":"Reinaldo Dantas Sampaio"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/um-economista-na-evolucao-do-setor-de-pedras-naturais\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"UM ECONOMISTA NA EVOLU\u00c7\u00c3O DO SETOR DE PEDRAS NATURAIS"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/#website","url":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/","name":"Revista In The Mine","description":"Minera\u00e7\u00e3o brasileira","publisher":{"@id":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/#organization","name":"In The Mine magazine","url":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/parceiro_theinmine.png","contentUrl":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/parceiro_theinmine.png","width":170,"height":120,"caption":"In The Mine magazine"},"image":{"@id":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["http:\/\/www.facebook.com\/inthemine","https:\/\/x.com\/intheminet","https:\/\/www.instagram.com\/minegaleria","https:\/\/www.linkedin.com\/company\/in-the-mine?trk=biz-companies-cym","https:\/\/www.youtube.com\/user\/revistainthemine"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/#\/schema\/person\/9eb77cece2cea253bb36c4b68c6a324c","name":"Reda\u00e7\u00e3o ITM","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/0f7f41419befdee0feca08f9ea1e434cac9c04e0b8d28ab40cffb82628fcfdf1?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/0f7f41419befdee0feca08f9ea1e434cac9c04e0b8d28ab40cffb82628fcfdf1?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/0f7f41419befdee0feca08f9ea1e434cac9c04e0b8d28ab40cffb82628fcfdf1?s=96&d=mm&r=g","caption":"Reda\u00e7\u00e3o ITM"},"url":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/author\/admin-itm\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25400","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25400"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25400\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":25404,"href":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25400\/revisions\/25404"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/25401"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25400"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25400"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25400"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}