{"id":24896,"date":"2024-04-19T17:08:34","date_gmt":"2024-04-19T20:08:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/?p=24896"},"modified":"2024-04-19T17:14:34","modified_gmt":"2024-04-19T20:14:34","slug":"um-engenheiro-mecanico-prepara-a-entrega-de-tucuma","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/um-engenheiro-mecanico-prepara-a-entrega-de-tucuma\/","title":{"rendered":"UM ENGENHEIRO MEC\u00c2NICO PREPARA A ENTREGA DE TUCUM\u00c3"},"content":{"rendered":"<p>Ele saiu de Cana\u00e3 dos Caraj\u00e1s direto para Tucum\u00e3, cidade de cerca de 40 mil habitantes, separada por uma rua de Ouril\u00e2ndia do Norte, famosa por abrigar a mina de n\u00edquel On\u00e7a Puma, da Vale Base Metals, subsidi\u00e1ria da Vale, no estado do Par\u00e1. Havia finalizado a implanta\u00e7\u00e3o de uma mina subterr\u00e2nea de cobre e ouro para a OZ Minerals e foi contratado para construir outra, a c\u00e9u aberto, tamb\u00e9m de cobre, para a EroBrasil.<\/p>\n<p>Nada de novo no front de sua trajet\u00f3ria profissional at\u00e9 hoje. Al\u00e9m desses dois projetos mais recentes, j\u00e1 havia estado no P3P \u2013 Terceira Pelotiza\u00e7\u00e3o, que aumentou a capacidade de produ\u00e7\u00e3o da Samarco, em 2008, em 7,5 Mtpa de pellets feed, elevando-a a um total de 21,5 Mtpa. Partiu de imediato para outra empreitada ainda mais gigantesca: a constru\u00e7\u00e3o do Minas-Rio, da Anglo American, com capacidade de produ\u00e7\u00e3o de 26,5 Mtpa, em Concei\u00e7\u00e3o do Mato Dentro. L\u00e1 ficou durante 8 anos \u2013 seis deles at\u00e9 produzir o primeiro concentrado de min\u00e9rio de ferro e outros dois realizando o ramp up da planta de beneficiamento e dando apoio \u00e0 equipe de opera\u00e7\u00e3o. Em 2016, seguiu para a Serra do Salitre, ainda no estado de Minas Gerais, com o prop\u00f3sito de erguer o complexo mineroindustrial da Yara, para a produ\u00e7\u00e3o de concentrado fosf\u00e1tico.<\/p>\n<p>Thiago de Assun\u00e7\u00e3o Costa est\u00e1 h\u00e1 dois anos \u00e0 frente do Projeto Tucum\u00e3, ex-projeto Boa Esperan\u00e7a, atualmente com 92% de seu cronograma conclu\u00eddo, como diretor de Projetos da EroBrasil. \u201cExtremamente focado\u201d, como ele mesmo se define, sua meta hoje \u00e9 uma s\u00f3: produzir o primeiro concentrado de cobre da planta e, repetindo a mesma trilha que j\u00e1 percorreu em quatro oportunidades anteriores e que conhece bem, consumar o ramp up da instala\u00e7\u00e3o e, quem sabe, participar do primeiro ano da opera\u00e7\u00e3o do projeto.<\/p>\n<p>Nesta entrevista exclusiva \u00e0 <strong>In the Mine<\/strong>, Costa relembra o hist\u00f3rico da futura mina paraense, cujos direitos miner\u00e1rios foram adquiridos pela ent\u00e3o Minera\u00e7\u00e3o Cara\u00edba (MCSA) ainda em 2007, antes de sua aquisi\u00e7\u00e3o pela Ero Cooper. Fala tamb\u00e9m da geologia do dep\u00f3sito mineral de Tucum\u00e3, das mudan\u00e7as no conceito original do projeto em 2021, da possibilidade de aproveitamento de subprodutos e de uma prov\u00e1vel evolu\u00e7\u00e3o futura para uma opera\u00e7\u00e3o subterr\u00e2nea.<\/p>\n<p>Explica a lavra e a rota de processo, valores de CAPEX e OPEX, programas sociais e condicionantes ambientais \u2013 nada menos que 247 exig\u00eancias. Por fim, revela que odeia futebol, que sua maior realiza\u00e7\u00e3o &#8211; e \u00fanico hobby &#8211; \u00e9 a fam\u00edlia e que sua maior decep\u00e7\u00e3o s\u00e3o as quest\u00f5es p\u00fablicas no Brasil. Extremamente simp\u00e1tico, articulado e pr\u00e1tico, d\u00e1 um \u201cconselho\u201d a jovens engenheiros de produ\u00e7\u00e3o: \u201cN\u00e3o tenham pregui\u00e7a e fa\u00e7am tudo bem-feito para fazer de uma s\u00f3 vez\u201d.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Os direitos miner\u00e1rios do projeto Tucum\u00e3 foram adquiridos pela Minera\u00e7\u00e3o Cara\u00edba em 2007. Pouco depois, a pr\u00f3pria Cara\u00edba foi adquirida pela canadense Ero Copper. O que levou a empresa a investir em Tucum\u00e3, somente em 2022?<\/p>\n<p><strong>Costa: <\/strong>Sim. A Cara\u00edba adquiriu os direitos de Tucum\u00e3 em 2007 e concluiu o seu primeiro estudo de viabilidade em 2012, que foi bastante positivo, apesar de baseado em poucas sondagens. Em 2015, esse estudo foi atualizado. Mas, ent\u00e3o, aconteceu a inunda\u00e7\u00e3o da mina Morro do Pilar, em Jaguarari (BA), paralisando suas opera\u00e7\u00f5es. Obviamente, n\u00e3o havia dinheiro para implementar Tucum\u00e3, assim como n\u00e3o havia sinaliza\u00e7\u00e3o de eleva\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os do cobre. Em 2017, a Ero comprou a Cara\u00edba e Tucum\u00e3 ficou em stand by, com uma ou outra atividade de sondagem. Em 2021 foi decidida a realiza\u00e7\u00e3o de um novo estudo de viabilidade, agora com a cara da Ero e com novos componentes de mercado, que indicavam um forte aumento das cota\u00e7\u00f5es de cobre a partir de 2024-25, em raz\u00e3o da maior demanda e da escassez de oferta do metal. Hoje estamos confirmando a previs\u00e3o daquele estudo, finalizado em agosto de 2021. Em fevereiro de 2022, o board da empresa, no Canad\u00e1, aprovou o projeto.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Qual \u00e9 a conforma\u00e7\u00e3o geol\u00f3gica do dep\u00f3sito, teores de min\u00e9rio, subprodutos, recursos e reservas?<\/p>\n<p><strong>Costa: <\/strong>Tucum\u00e3 fica no bloco sul da prov\u00edncia mineral de Caraj\u00e1s, no Par\u00e1, pr\u00f3ximo a duas opera\u00e7\u00f5es de cobre da Vale Base Metals: a mina de Sossego, em Cana\u00e3 dos Caraj\u00e1s, e a mina Salobo, em Marab\u00e1. Logo \u00e9 uma regi\u00e3o prop\u00edcia \u00e0 minera\u00e7\u00e3o de cobre. Nosso dep\u00f3sito em Tucum\u00e3 \u00e9 composto por rochas vulcano-sedimentares e granit\u00f3ides, numa forma\u00e7\u00e3o do tipo colina isolada, que deu origem ao morro Boa Esperan\u00e7a, nome original do projeto. Ou seja, n\u00e3o \u00e9 um trend de min\u00e9rio alongado e extenso. Temos ali uma brecha de quartzo e magnetita, sendo que o cobre \u00e9 o min\u00e9rio principal, presente em sulfetos de calcopirita. Al\u00e9m do cobre, temos magnetita, esp\u00e9cie de min\u00e9rio de ferro, como subproduto, em cerca de 15 a 20% do dep\u00f3sito. Os recursos medidos e indicados s\u00e3o de 44 Mt, com teor m\u00e9dio de 0.87 de cobre, e reservas de 42 Mt, com teor m\u00e9dio de 0.86. Do ponto de vista geol\u00f3gico, s\u00e3o rochas metam\u00f3rficas e intrus\u00f5es \u00edgneas contendo tonalito, diorito, gnaisse e migmatito.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Voc\u00ea disse que o estudo de viabilidade realizado em 2021 \u201ctinha a cara da Ero\u201d. Como \u00e9 essa \u201ccara\u201d?<\/p>\n<p><strong>Costa: <\/strong>O perfil da Ero \u00e9 muito mais agressivo, no sentido de buscar um crescimento maior do que a Cara\u00edba teve no passado. O estudo de viabilidade de 2012 serviu de base \u00e0 LP (Licen\u00e7a Pr\u00e9via) que recebemos nesse ano e tinha um conceito de projeto completamente diferente do que temos hoje. A capacidade da planta de beneficiamento, por exemplo, era de 2,3 Mtpa. Hoje, estamos construindo uma planta de 4 Mtpa. Antes, havia uma pr\u00e9-concentra\u00e7\u00e3o por jigagem ap\u00f3s as etapas de britagem e peneiramento. Essa jigagem n\u00e3o existe mais. Tamb\u00e9m havia uma barragem convencional de rejeitos que, em raz\u00e3o dos acidentes ocorridos com a Samarco e a Vale, foi substitu\u00edda por um sistema de dry stacking, de filtragem e empilhamento do material. S\u00e3o modernidades surgidas nos \u00faltimos dez anos que foram incorporadas ao projeto. Al\u00e9m disso, nossas reservas aumentaram desde 2012, exigindo a amplia\u00e7\u00e3o da planta.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Qual \u00e9 a vida \u00fatil da mina?<\/p>\n<p><strong>Costa: <\/strong>No projeto anterior, de 2,3 Mtpa, seria de cerca de 20 anos. N\u00e3o se constr\u00f3i mais nenhuma mina para durar 20 anos, a n\u00e3o ser que seja uma S11D (produtora de min\u00e9rio de ferro da Vale, em Caraj\u00e1s), que \u00e9 gigantesca. Hoje, uma mina normal tem vida \u00fatil de 12 anos. \u00c9 o caso de Tucum\u00e3. Obviamente, essa estimativa pode mudar. H\u00e1 muito min\u00e9rio inferido que ainda ser\u00e1 sondado nos pr\u00f3ximos anos e provavelmente se transformar\u00e1 em recurso medido e inferido, que ter\u00e1 de ser lavrado. Mas, a princ\u00edpio, devemos considerar que o investidor quer gastar o m\u00ednimo necess\u00e1rio e lavrar o m\u00e1ximo de min\u00e9rio no menor tempo poss\u00edvel, at\u00e9 para ter um retorno r\u00e1pido do investimento. \u00c9 dessa agressividade que eu falo quando me refiro \u00e0 Ero. Provavelmente, a Cara\u00edba seria mais conservadora. Talvez ampliasse a planta para 2,8 ou 3 Mtpa. A Ero j\u00e1 planejou uma planta de 4 Mtpa porque acredita que teremos mais min\u00e9rio para lavrar.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>O que implica em campanhas cont\u00ednuas de explora\u00e7\u00e3o, certo?<\/p>\n<p><strong>Costa: <\/strong>Com certeza e aponta tamb\u00e9m para a possibilidade de abertura de uma mina subterr\u00e2nea no futuro, como tem acontecido com todas as minas de cobre do mundo: come\u00e7ar com uma mina a c\u00e9u aberto para depois partir para uma opera\u00e7\u00e3o subterr\u00e2nea. Nas campanhas feitas at\u00e9 hoje, temos dois ou tr\u00eas furos com profundidades maiores que os demais, entre 500 ou 600 m. E suas amostras comprovam a ocorr\u00eancia de min\u00e9rio nesse subsolo mais profundo. Como o custo de furos mais longos \u00e9 maior, decidimos abrir a mina a c\u00e9u aberto primeiro. Ent\u00e3o, quando a cota 4, que deve descer uns 600 m, chegar a 300 m, colocamos a sonda e j\u00e1 estaremos economizando 300 m de furo. Na vis\u00e3o do investidor, tanto faz ter um recurso medido e indicado que ser\u00e1 lavrado em 2035 ou daqui a cinco anos. At\u00e9 porque n\u00e3o \u00e9 inten\u00e7\u00e3o da Ero vender Tucum\u00e3, mas operar a mina e produzir, como faz na Cara\u00edba e em Xavantina (MT). Se o interesse fosse vender, faria todo o sentido fazer mais furos para agregar valor ao dep\u00f3sito.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Voc\u00eas tamb\u00e9m pretendem aproveitar os recursos de magnetita?<\/p>\n<p><strong>Costa: <\/strong>Ainda estamos avaliando essa possibilidade. H\u00e1 pessoas interessadas, mas a log\u00edstica de Tucum\u00e3 n\u00e3o \u00e9 muito indicada para o transporte dos grandes volumes de min\u00e9rio de ferro. Hoje, seria um transporte por caminh\u00f5es rodovi\u00e1rios a uma dist\u00e2ncia de cerca de 900 km, entre a mina e o porto de Vila do Conde, em Barcarena (PA), o que \u00e9 bem complicado. Uma alternativa \u00e9 a Estrada de Ferro Caraj\u00e1s (EFC), j\u00e1 que o projeto Tucum\u00e3 fica a uns 200 km da mina S11D. Por isso, estamos conversando com a Vale sobre o uso da ferrovia.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Quais equipamentos est\u00e3o sendo usados na lavra?<\/p>\n<p><strong>Costa: <\/strong>Estamos concluindo a fase de pre-stripping, para abertura da mina, iniciada em agosto de 2022. Naquela \u00e9poca, ainda t\u00ednhamos um pouco de saprolito, um material dif\u00edcil de lidar e bastante escorregadio em dias de chuva, e usamos caminh\u00f5es 8&#215;4 da Mercedes-Benz e articulados da Volvo. Como j\u00e1 chegamos na rocha e as estradas est\u00e3o excepcionais, n\u00e3o precisamos mais do caminh\u00e3o articulado. \u00c9 uma lavra simples: ap\u00f3s o desmonte da rocha com explosivos, usamos escavadeiras de 45 e 70 t para carregar o caminh\u00e3o, que leva o min\u00e9rio para o Rom pad. S\u00e3o cinco escavadeiras e entre 25 e 30 caminh\u00f5es, dependendo se o per\u00edodo for seco ou chuvoso. Tamb\u00e9m temos tratores de esteira, retroescavadeiras, motoniveladoras e caminh\u00e3o pipa. Tanto o pre-stripping quanto a lavra, nos primeiros cinco anos de opera\u00e7\u00e3o da mina, foram terceirizados para a Fagundes Minera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>O planejamento de lavra tamb\u00e9m foi terceirizado?<\/p>\n<p><strong>Costa: <\/strong>N\u00e3o. O planejamento de curto, m\u00e9dio e longo prazo, \u00e9 realizado por nossa equipe, que determina onde e como o min\u00e9rio ser\u00e1 lavrado. No m\u00e1ximo, a Fagundes nos ap\u00f3ia no planejamento de curto prazo.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Quais s\u00e3o as etapas e equipamentos de beneficiamento?<\/p>\n<p><strong>Costa: <\/strong>Temos britagem prim\u00e1ria, secund\u00e1ria e terci\u00e1ria, todas da Metso. H\u00e1 um britador de mand\u00edbulas C160 na britagem prim\u00e1ria e outros tr\u00eas britadores c\u00f4nicos HP6, um na britagem secund\u00e1ria e dois na terci\u00e1ria, com peneiras tamb\u00e9m Metso fechando cada circuito. O min\u00e9rio britado segue por uma correia transportadora at\u00e9 a pilha-pulm\u00e3o, que alimenta o moinho de bolas FLSmidth e a ciclonagem, em um circuito tamb\u00e9m fechado. As pr\u00f3ximas etapas s\u00e3o de flota\u00e7\u00e3o em c\u00e9lulas-tanque, nova moagem e flota\u00e7\u00e3o Jameson (c\u00e9lula de flota\u00e7\u00e3o de espuma de alta intensidade). H\u00e1 tamb\u00e9m uma flota\u00e7\u00e3o s\u00f3 para separar a pirita contida no min\u00e9rio de cobre e tanto o concentrado de cobre quanto o rejeito passam por espessamento e filtragem. O concentrado do filtro segue para o transporte, enquanto os rejeitos s\u00e3o empilhados. Eu gostaria de destacar que as duas c\u00e9lulas Jameson s\u00e3o uma inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica do projeto, sendo a segunda flota\u00e7\u00e3o desse tipo instalada no Brasil. A primeira est\u00e1 na mina Morro do Pilar, da Cara\u00edba, e obteve excelentes resultados.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Qual o avan\u00e7o do cronograma do projeto hoje?<\/p>\n<p><strong>Costa: <\/strong>A \u00e1rea seca (processo anterior \u00e0 moagem) j\u00e1 foi constru\u00edda e comissionada. Em fevereiro, come\u00e7amos a produzir e estocar o min\u00e9rio em pilha. Hoje, cerca de 92% do projeto foi conclu\u00eddo. Em mar\u00e7o, os moinhos foram testados com \u00e1gua e devemos operar a flota\u00e7\u00e3o em abril, com produ\u00e7\u00e3o do primeiro concentrado entre final de junho e in\u00edcio de julho. Falta apenas finalizar a montagem, com alguns itens que sempre ficam por \u00faltimo num projeto, como o fechamento das tubula\u00e7\u00f5es e o lan\u00e7amento dos cabos de energia el\u00e9trica. A subesta\u00e7\u00e3o principal est\u00e1 energizada desde 20 de janeiro e estamos montando as subesta\u00e7\u00f5es secund\u00e1rias. Todos os equipamentos do beneficiamento tamb\u00e9m j\u00e1 foram posicionados e montados.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Quais s\u00e3o os custos Capex e Opex do projeto? E qual ser\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o beneficiada?<\/p>\n<p><strong>Costa: <\/strong>Nosso Capex est\u00e1 em torno de US$ 305 milh\u00f5es. Quanto ao Opex, como a mina ainda n\u00e3o est\u00e1 em opera\u00e7\u00e3o, a refer\u00eancia \u00e9 o valor estimado no Estudo de Viabilidade de 2021, de cerca de US$ 18,6 por tonelada processada. A produ\u00e7\u00e3o beneficiada varia conforme o teor de min\u00e9rio contido no ROM, que n\u00e3o \u00e9 constante. Em m\u00e9dia, devemos produzir entre 40 e 45 mtpa de concentrado de cobre.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Quais foram os maiores desafios para a implanta\u00e7\u00e3o do projeto?<\/p>\n<p><strong>Costa: <\/strong>Estamos pr\u00f3ximos das cidades de Tucum\u00e3 e Ouril\u00e2ndia do Norte, que j\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o cidades t\u00e3o pequenas, com cerca de 40 mil e 33 mil habitantes, respectivamente. Somos a primeira mineradora de Tucum\u00e3, enquanto Ouril\u00e2ndia do Norte tem a mina de n\u00edquel On\u00e7a Puma, da Vale Base Metals. O maior desafio nessa regi\u00e3o ainda \u00e9 a log\u00edstica. Os eletrocentros das subesta\u00e7\u00f5es el\u00e9tricas, por exemplo, foram fabricados na Weg, em Santa Catarina. O transporte do primeiro m\u00f3dulo demorou 26 dias, a partir de Itaja\u00ed, cortando todo o pa\u00eds, um percurso em que a carreta teve nada menos que 22 pneus furados.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Como voc\u00eas lidaram com a quest\u00e3o de m\u00e3o de obra?<\/p>\n<p><strong>Costa: <\/strong>J\u00e1 em 2022 levamos o SENAI (Servi\u00e7o Nacional de Aprendizagem) para Tucum\u00e3. Um fato curioso \u00e9 que, quando a carreta do SENAI come\u00e7ou a percorrer as ruas anunciando o treinamento, ningu\u00e9m se inscreveu para os cursos. O pessoal n\u00e3o sabia o que era SENAI e nem o que era minera\u00e7\u00e3o. A atividade econ\u00f4mica local \u00e9 pecu\u00e1ria, com cria\u00e7\u00e3o de gado de corte. Ent\u00e3o mudamos nossa estrat\u00e9gia e fomos bater de porta em porta, explicando sobre o projeto e o treinamento. Conseguimos formar v\u00e1rias turmas e hoje temos fila de interessados nos cursos. Inclusive, reformamos uma escola da cidade para abrigar as turmas. O saldo positivo \u00e9 que chegamos a ter mais de 1.500 contratados nas obras de implanta\u00e7\u00e3o, que s\u00e3o da regi\u00e3o e passaram pelo treinamento do SENAI. Agora, na opera\u00e7\u00e3o, 66% dos empregados s\u00e3o de pessoas da regi\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Voc\u00eas tamb\u00e9m chegaram a aproveitar parte da equipe do projeto Araguaia, da Horizonte Minerals, que foi desmobilizado em 2023, certo?<\/p>\n<p><strong>Costa: <\/strong>Houve um contexto para essa situa\u00e7\u00e3o. A Milplan, que faz a montagem eletromec\u00e2nica em Tucum\u00e3, tamb\u00e9m fazia esse trabalho no projeto Araguaia. O pessoal de l\u00e1 j\u00e1 estava treinado e foi desmobilizado de repente. Ent\u00e3o, n\u00f3s absorvemos parte dessa turma. Alguns foram para o S11D e outros para projetos da pr\u00f3pria Horizonte Minerals. Quem sabe, quando finalizarmos a montagem, a Horizonte retome seu projeto e eles possam voltar.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Quantos empregados est\u00e3o trabalhando hoje?<\/p>\n<p><strong>Costa: <\/strong>Temos entre 2 mil e 2,3 mil pessoas mobilizadas, entre os quais 150 a 200 s\u00e3o funcion\u00e1rios pr\u00f3prios. Na fase de opera\u00e7\u00e3o teremos entre 550 e 600 empregados, entre pr\u00f3prios e terceirizados da Fagundes Minera\u00e7\u00e3o, que devem morar em Tucum\u00e3 ou em Ouril\u00e2ndia do Norte.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Voc\u00ea j\u00e1 notou um maior afluxo de pessoas para essas cidades desde o in\u00edcio do projeto?<\/p>\n<p><strong>Costa: <\/strong>Com certeza. No m\u00ednimo, houve um aumento de 5% da popula\u00e7\u00e3o de Tucum\u00e3, o que \u00e9 significativo para uma cidade com cerca de 40 mil habitantes. Ainda que n\u00e3o seja um aumento que acontece do dia para noite, ele se d\u00e1 num per\u00edodo muito curto. Al\u00e9m do maior afluxo de pessoas, vemos o aumento da arrecada\u00e7\u00e3o de impostos, que eleva o a circula\u00e7\u00e3o de dinheiro na cidade e a disponibilidade de produtos e servi\u00e7os. Esse \u00e9 o lado bom. O lado ruim \u00e9 a infla\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os de aluguel, por exemplo, at\u00e9 porque a oferta fica pequena diante de uma alta demanda. S\u00e3o \u00f4nus e b\u00f4nus que se v\u00ea em munic\u00edpios mineradores. Mas ainda acho que os b\u00f4nus s\u00e3o maiores.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Falando em b\u00f4nus, quais foram as contrapartidas ambientais para licenciamento do projeto?<\/p>\n<p><strong>Costa: <\/strong>Temos um programa que foi definido com a Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS) do Par\u00e1, quando obtivemos a Licen\u00e7a de Instala\u00e7\u00e3o (LI), em 2021. Esse programa contempla 247 condicionantes ambientais, cujos indicadores devem ser reportados semanalmente ao \u00f3rg\u00e3o ambiental para atestar a regularidade de nossa atua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Quais s\u00e3o os objetos dessas condicionantes?<\/p>\n<p><strong>Costa: <\/strong>H\u00e1 o monitoramento da qualidade da \u00e1gua e dos n\u00edveis de emiss\u00f5es, ru\u00eddos e poeira, por exemplo. Algumas tratam de melhorias na infraestrutura da cidade, caso do trecho de 15 km de terra da estrada que atende a uma aldeia ind\u00edgena, que j\u00e1 recuperamos e hoje est\u00e1 em condi\u00e7\u00f5es melhores que o trecho de asfalto. Tamb\u00e9m j\u00e1 conclu\u00edmos o reassentamento das fam\u00edlias que viviam onde hoje \u00e9 nossa planta. Temos que realizar programas sociais na cidade, manter \u00e1reas preservadas e catalogar, resgatar e realocar animais, al\u00e9m de registrar e catalogar os esp\u00e9cimes de flora existentes na \u00e1rea do projeto. Durante a supress\u00e3o vegetal, encontramos 13 s\u00edtios arqueol\u00f3gicos, que foram resgatados e est\u00e3o no museu de Marab\u00e1. Constru\u00edmos um viveiro de mudas e s\u00f3 podemos cortar \u00e1rvores com di\u00e2metro acima de 30 cm, repondo cada exemplar com o plantio de um novo, da mesma esp\u00e9cie. A destina\u00e7\u00e3o da madeira cortada \u00e9 definida pela SEMAS. Parte dela pode ser usada como cavaco para nossas esta\u00e7\u00f5es de tratamento de \u00e1gua e efluentes, escoramento das obras ou refor\u00e7o das pontes da comunidade.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong> E quanto aos programas sociais? O que voc\u00eas t\u00eam realizado?<\/p>\n<p><strong>Costa: <\/strong>Realizamos muitos programas j\u00e1, nas \u00e1reas de Comunica\u00e7\u00e3o Social, Apoio \u00e0 Diversidade da Economia local, Educa\u00e7\u00e3o Ambiental e Apoio \u00e0 Sa\u00fade. Na Comunica\u00e7\u00e3o Social, por exemplo, temos o Portas Abertas, para divulgar informa\u00e7\u00f5es socioambientais e dar transpar\u00eancia \u00e0s atividades e impactos do projeto para a comunidade local, \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos, empresas privadas e associa\u00e7\u00f5es comerciais, entre outros. Para promover a economia, criamos subprogramas voltados a fornecedores locais e associa\u00e7\u00f5es de produtores rurais, al\u00e9m de parcerias com o SENAI, como j\u00e1 falei, SEBRAE (Servi\u00e7o Brasileiro de Apoio \u00e0s Micro e Pequenas Empresas), SESI (Servi\u00e7o Nacional de Aprendizagem Industrial) e associa\u00e7\u00f5es comerciais de Tucum\u00e3 e Ouril\u00e2ndia do Norte. Em Tucum\u00e3, alguns destaques s\u00e3o a constru\u00e7\u00e3o de uma \u00e1rea de exposi\u00e7\u00e3o para a Feira de Artesanato da cidade, o apoio ao Campeonato Municipal de Futebol, a doa\u00e7\u00e3o de caminh\u00f5es de coleta de res\u00edduos, o projeto Jovens do Futuro para alunos em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade social e a reativa\u00e7\u00e3o e reforma da academia de karat\u00ea, tamb\u00e9m para alunos de escolas municipais.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>O projeto \u00e9 pr\u00f3ximo a comunidades ind\u00edgenas?<\/p>\n<p><strong>Costa: <\/strong>O projeto fica a 13 km de uma aldeia dos Caiap\u00f3s e n\u00e3o causa qualquer impacto \u00e0 essa comunidade ind\u00edgena e \u00e0 dos Xicrin, tamb\u00e9m pr\u00f3xima. Temos uma intera\u00e7\u00e3o forte com o escrit\u00f3rio local da Funai (Funda\u00e7\u00e3o Nacional dos Povos Ind\u00edgenas), que faz a intermedia\u00e7\u00e3o com os ind\u00edgenas. Os Caiap\u00f3s, por exemplo, usam a estrada que passa em frente ao projeto para ir at\u00e9 a cidade e j\u00e1 solicitaram contribui\u00e7\u00f5es \u00e0 aldeia, que n\u00f3s atendemos, sempre atrav\u00e9s da Funai.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Pessoalmente, o que significa implantar um projeto a partir do zero como Tucum\u00e3?<\/p>\n<p><strong>Costa: <\/strong>Tucum\u00e3 \u00e9 o quinto projeto de implanta\u00e7\u00e3o do qual participo e o terceiro em que come\u00e7o do zero. Nessa trajet\u00f3ria, \u00e9 claro que j\u00e1 cometi alguns erros. Mas procuro inovar e n\u00e3o cometer o mesmo erro novamente. Um desafio sempre presente \u00e9 a acomoda\u00e7\u00e3o dos empregados, que trazem suas fam\u00edlias e podem n\u00e3o encontrar uma boa escola, um bom hospital, um clube ou uma academia como os que tinham em suas cidades de origem. Essas pessoas precisam estar motivadas para permanecer no projeto, principalmente na fase de obras, que \u00e9 bem dif\u00edcil, complexa e din\u00e2mica. Isso s\u00f3 acontece se as fam\u00edlias dessas pessoas tamb\u00e9m estiverem motivadas. Assim, investimos muito na escola e reformamos um clube da cidade, entre outras a\u00e7\u00f5es. \u00c9 fazer isso ou enfrentar uma rotatividade alta a cada seis meses, o que faz com que o projeto perca seu hist\u00f3rico e a identidade que havia sido criada com a primeira equipe.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>De quais projetos de implanta\u00e7\u00e3o voc\u00ea participou?<\/p>\n<p><strong>Costa: <\/strong>O primeiro onde trabalhei foi o P3P &#8211; Terceira Pelotiza\u00e7\u00e3o, da Samarco, iniciado no final de 2005. Em 2008, quando a implanta\u00e7\u00e3o foi conclu\u00edda, fui para o projeto Minas-Rio, da Anglo American, onde fiquei at\u00e9 2016. O Minas-Rio foi um projeto extremamente desafiador e cheguei l\u00e1 antes que se cortasse a primeira \u00e1rvore. Foi um aprendizado fora do comum para mim. Produzimos o primeiro concentrado de min\u00e9rio de ferro em 2014 e fiquei at\u00e9 2016, para fazer o ramp up da planta e dar apoio ao pessoal da opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>E os outros tr\u00eas projetos?<\/p>\n<p><strong>Costa: <\/strong>Teve a implanta\u00e7\u00e3o do Complexo Mineroindustrial de Serra do Salitre, da Yara, tamb\u00e9m em Minas Gerais. Cheguei em 2016, constru\u00edmos e colocamos em opera\u00e7\u00e3o as instala\u00e7\u00f5es de minera\u00e7\u00e3o, produzindo o primeiro concentrado fosf\u00e1tico no final de maio de 2018. L\u00e1 tamb\u00e9m fiquei na mina mais um ano, at\u00e9 meados de 2019, acompanhando a opera\u00e7\u00e3o. Nesse mesmo ano fui para Caraj\u00e1s (PA), implantar o projeto Pedra Branca, uma mina subterr\u00e2nea de cobre e ouro da Oz Minerals. Sa\u00ed em janeiro de 2022, quando o projeto passou a operar e vim para o projeto Tucum\u00e3, da Ero.<\/p>\n<p><strong>ITM: <\/strong>Em alguns desses projetos, voc\u00ea ainda permaneceu um ano ap\u00f3s o in\u00edcio da opera\u00e7\u00e3o, o que n\u00e3o \u00e9 muito usual&#8230;<\/p>\n<p><strong>Costa: <\/strong>Sim. Sempre se fala que h\u00e1 uma rixa entre o pessoal do projeto e o da opera\u00e7\u00e3o. Eu costumo dizer que a opera\u00e7\u00e3o acha que vai ganhar uma Ferrari nova, enquanto o projeto s\u00f3 tem dinheiro para comprar um Fiat Uno sem portas. O fato \u00e9 que a expectativa e a realidade s\u00e3o muito diferentes, o que nem sempre \u00e9 f\u00e1cil de entender e aceitar e pode acabar em confus\u00e3o. O segredo \u00e9 que o projeto seja bem-feito para evitar problemas com a opera\u00e7\u00e3o. Eu sempre fa\u00e7o um projeto como se ele fosse para mim mesmo e ningu\u00e9m quer errar quando faz algo para si mesmo.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Thiago-de-Assuncao-Costa2-e1713557280330.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-24898\" src=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Thiago-de-Assuncao-Costa2-e1713557280330.jpg\" alt=\"Thiago de Assun\u00e7\u00e3o Costa\" width=\"700\" height=\"802\" srcset=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Thiago-de-Assuncao-Costa2-e1713557280330.jpg 800w, https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Thiago-de-Assuncao-Costa2-e1713557280330-262x300.jpg 262w, https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Thiago-de-Assuncao-Costa2-e1713557280330-768x879.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>PERFIL<\/strong><\/p>\n<p><strong>Nasceu em: <\/strong>06 de mar\u00e7o de 1979, no Rio de Janeiro (RJ). Foi um acidente de percurso, porque meu pai viajava muito. Tenho um irm\u00e3o que nasceu em S\u00e3o Paulo (SP) e outro que nasceu em Manaus (AM). Mas morei s\u00f3 um ano no Rio e fui para Minas Gerais<\/p>\n<p><strong>Mora em: <\/strong>Alterno entre Tucum\u00e3 (PA) e Belo Horizonte (MG), onde minha fam\u00edlia mora<\/p>\n<p><strong>Trajet\u00f3ria acad\u00eamica: <\/strong>Engenheiro mec\u00e2nico formado em 2001 pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais). P\u00f3s-graduado em Gest\u00e3o de Pessoas pela Funda\u00e7\u00e3o Dom Cabral e em Gest\u00e3o de Neg\u00f3cios pela Universidade de Pret\u00f3ria, na \u00c1frica do Sul<\/p>\n<p><strong>Trajet\u00f3ria profissional: <\/strong>Comecei em 1999 na ABB \u2013 Asian Brown Boveri, na \u00e1rea de linhas de transmiss\u00e3o, subesta\u00e7\u00f5es e equipamentos de gera\u00e7\u00e3o de energia. Fui para a Samarco (2004), Anglo American (2008), no Minas-Rio e na opera\u00e7\u00e3o de Pedra Branca do Amapari (AP), Yara (2016), OZ Minerals (2019) e EroBrasil (2022), no projeto Tucum\u00e3<\/p>\n<p><strong>Fam\u00edlia: <\/strong>Sou muito bem-casado, com uma filha e dois filhos, de 13, 10 e 6 anos, que s\u00e3o uma ben\u00e7\u00e3o de Deus na minha vida<\/p>\n<p><strong>Time de futebol: <\/strong>Passei a odiar futebol numa final de campeonato, em 1986. O juiz roubou e eu nunca mais assisti a um jogo, joguei ou torci para algum time. Odeio desonestidade e falcatruas. Gosto de basquete americano<\/p>\n<p><strong>Um hobby: <\/strong>Ficar com minha fam\u00edlia no pouquinho de tempo que tenho dispon\u00edvel<\/p>\n<p><strong>Um mestre ou \u00eddolo:<\/strong> Jesus Cristo<\/p>\n<p><strong>Maior decep\u00e7\u00e3o at\u00e9 hoje: <\/strong>Maior decep\u00e7\u00e3o at\u00e9 hoje: As quest\u00f5es p\u00fablicas no Brasil. Temos muitas coisas para resolver na sociedade, como a fome, a falta de educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade. Precisamos nos empenhar em promover o bem-estar das pessoas, setor p\u00fablico\u00a0e\u00a0privado.<\/p>\n<p><strong>Maior realiza\u00e7\u00e3o at\u00e9 hoje<\/strong>: Minha fam\u00edlia<\/p>\n<p><strong>Um projeto de vida ou profissional<\/strong>: Hoje, \u00e9 entregar Tucum\u00e3. Sou extremamente focado. Quando entro em um projeto, n\u00e3o saio enquanto ele n\u00e3o estiver operando e dando resultado para a empresa<\/p>\n<p><strong>Um conselho a jovens engenheiros mec\u00e2nicos: <\/strong>Primeiro, n\u00e3o tenham pregui\u00e7a. N\u00e3o adianta entrar no Google ou no Chat GPT e achar que eles v\u00e3o resolver seus problemas. \u00c9 preciso correr atr\u00e1s e viver as situa\u00e7\u00f5es para encontrar uma solu\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, fa\u00e7am tudo bem-feito para fazer de uma vez s\u00f3, inclusive porque o esfor\u00e7o para fazer malfeito pode ser at\u00e9 maior. Meu primeiro chefe, na ABB, quando eu tinha 20 anos, me disse: \u201cSe voc\u00ea n\u00e3o estiver fazendo nada na empresa, j\u00e1 est\u00e1 na frente de 50% das pessoas que s\u00f3 fazem besteira\u201d<\/p>\n<h5>Fotos: EroBrasil\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/h5>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Thiago Costa, \u00e0 frente do Projeto Tucum\u00e3, 92% conclu\u00eddo, fala da lavra, rota de processo, programas sociais e condicionantes ambientais <\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":24897,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[17],"tags":[],"class_list":["post-24896","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-personalidade"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>UM ENGENHEIRO MEC\u00c2NICO PREPARA A ENTREGA DE 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