{"id":13053,"date":"2018-06-06T19:25:56","date_gmt":"2018-06-06T22:25:56","guid":{"rendered":"https:\/\/inthemine.com.br\/site\/?p=13053"},"modified":"2020-08-01T13:26:24","modified_gmt":"2020-08-01T16:26:24","slug":"evolucao-da-producao-do-manganes-no-brasil-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/evolucao-da-producao-do-manganes-no-brasil-2\/","title":{"rendered":"EVOLU\u00c7\u00c3O DA PRODU\u00c7\u00c3O DO MANGAN\u00caS NO BRASIL"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/banner-mercado-e1528312107738.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-13054\" src=\"https:\/\/inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/banner-mercado-e1528312107738.jpg\" alt=\"\" width=\"620\" height=\"90\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Mathias Heider \u00e9 engenheiro de Minas da ANM\/Sede. Jos\u00e9 Luiz Amarante \u00e9 diretor de Tecnologia e Transforma\u00e7\u00e3o Mineral da SGM\/MME.<\/p>\n<p>Fa\u00e7a o download das vers\u00f5es deste artigo em formato pdf (Parte I e Parte II) publicadas nas edi\u00e7\u00f5es 72 e 73 da revista In The Mine<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/minemercado.pdf\"><strong>Parte I<\/strong><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/mercado-manganes.pdf\"><strong>Parte II<\/strong><\/a><\/p>\n<ol>\n<li><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>Depois do auge da minera\u00e7\u00e3o de ouro no s\u00e9culo XVIII, o mangan\u00eas surge como principal subst\u00e2ncia mineral na incipiente pauta de exporta\u00e7\u00f5es do Brasil no final do s\u00e9culo XIX. A produ\u00e7\u00e3o mundial de a\u00e7o atingiu 28,3 Mt em 1900 e 60,3 Mt em 1910, o que exigia cada vez mais necessidade de atender a crescente demanda de mangan\u00eas, que foi considerado um mineral estrat\u00e9gico, insumo indispens\u00e1vel para a produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7o. O tra\u00e7o mais marcante do mercado internacional de mangan\u00eas foi a distin\u00e7\u00e3o entre os principais pa\u00edses produtores e os principais pa\u00edses consumidores, trazendo um risco de vulnerabilidade ou eleva\u00e7\u00e3o de valor desse bem mineral. Dos principais consumidores, somente a R\u00fassia (ent\u00e3o URSS &#8211; Uni\u00e3o das Rep\u00fablicas Socialistas Sovi\u00e9ticas) detinha dep\u00f3sitos significativos de mangan\u00eas em seus territ\u00f3rios e os demais dependiam das importa\u00e7\u00f5es. Com a chegada da Estrada de Ferro Central do Brasil (EFCB) em Queluz (atual Conselheiro Lafaiete) e regi\u00e3o de entorno, em Minas Gerais, no final do s\u00e9culo XIX, o Brasil se torna um importante fornecedor mundial desse insumo. Em 1886 haviam registros de exporta\u00e7\u00e3o da ordem de 15.000 toneladas de min\u00e9rio de mangan\u00eas e, em 1899, de 62.278 toneladas.<\/p>\n<p>Entre os anos de 1900 e 1957, a produ\u00e7\u00e3o total brasileira de mangan\u00eas registrada foi da ordem de 14 milh\u00f5es de toneladas, das quais cerca de 13 milh\u00f5es de toneladas foram destinadas \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o, principalmente para os Estados Unidos (EUA). O esfor\u00e7o de guerra (1914 e 1939) viabilizou a produ\u00e7\u00e3o de diversas minas de mangan\u00eas por todo Brasil. Em 1905, a guerra russo-japonesa e a greve nas minas de mangan\u00eas no C\u00e1ucaso elevaram as cota\u00e7\u00f5es do mangan\u00eas.<\/p>\n<p>Com o fim da segunda guerra e o in\u00edcio da guerra fria, a R\u00fassia decidiu, no in\u00edcio da d\u00e9cada de 1950, interromper ou limitar severamente as suas exporta\u00e7\u00f5es de mangan\u00eas para os EUA, Canad\u00e1, Inglaterra e algumas outras na\u00e7\u00f5es industrializadas do bloco ocidental, como repres\u00e1lia a boicotes comerciais pelo bloco ocidental. Sendo a maior produtora e a detentora das maiores reservas mundiais de mangan\u00eas, a decis\u00e3o da R\u00fassia causou certo p\u00e2nico entre os pa\u00edses desenvolvidos. Eles se tornaram dependentes dos outros grandes produtores de mangan\u00eas. Desde 1946, o governo americano (Departamento de Estocagem de Materiais Estrat\u00e9gicos) adotava a pol\u00edtica de estocar min\u00e9rio de mangan\u00eas em Pittsburg (atingindo 8 milh\u00f5es de toneladas em 1956), para atender o \u201cBattle act\u201d de 1952. O \u201cBattle act\u201d foi a proibi\u00e7\u00e3o americana de que os pa\u00edses aliados exportassem para a R\u00fassia materiais que pudessem ser utilizados para fins militares.<\/p>\n<p>No mercado internacional, toda e qualquer nova explora\u00e7\u00e3o de mangan\u00eas era de primordial interesse para os Estados Unidos, j\u00e1 que a R\u00fassia era respons\u00e1vel por, aproximadamente, 75% da produ\u00e7\u00e3o mundial do min\u00e9rio. Essa situa\u00e7\u00e3o movimentou politicamente as iniciativas norte-americanas em dire\u00e7\u00e3o aos pa\u00edses perif\u00e9ricos que tivessem reservas pass\u00edveis de uma explora\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica de curto prazo. A press\u00e3o norte-americana e os interesses internos brasileiros resultaram em uma \u201cflexibiliza\u00e7\u00e3o\u201d da lei com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 explora\u00e7\u00e3o mineral e foi elaborada, em 1944, uma nova reda\u00e7\u00e3o para o C\u00f3digo de Minas. Com isso, companhias destinadas \u00e0 explora\u00e7\u00e3o mineral poderiam ter at\u00e9 50% de capital estrangeiro, desde que constitu\u00eddas no Brasil.<\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li><strong>Hist\u00f3rico<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>Com a chegada da Estrada de Ferro Brasil Central (EFBC), antiga EF Dom Pedro II, na regi\u00e3o de Queluz e General Carneiro em torno de 1894\/95, foi viabilizado o escoamento do mangan\u00eas abundante nesta regi\u00e3o. Em 1888, quando seus trilhos chegaram a Ouro Preto, Henrique Hargreaves j\u00e1 mencionava as camadas de min\u00e9rio de mangan\u00eas existentes ao longo do ramal Ouro Preto da EFCB. Um dos primeiros estabelecimentos que explorou mangan\u00eas em Minas Gerais foi a Usina Wigg, em 1893.<\/p>\n<p>Operavam naquela \u00e9poca, diversas empresas: a Sociedade Geral das Minas de Mangan\u00eas Gon\u00e7alves Ramos, que explorava as jazidas do Paiva, Colatino, Michaela e Piquiri; a empresa A.Thun; a Sociedade An\u00f4nima de Minas de Mangan\u00eas de Ouro Preto (jazidas de S\u00e3o Gon\u00e7alo e Cocuruto); a Sociedade Brasileira de Minera\u00e7\u00e3o (jazida de \u00c1gua Preta) e a Companhia Morro da Mina. Empresas belgas dirigiram-se para a regi\u00e3o de Ouro Preto como a La Soci\u00e9t\u00e9 Anonyme des Mines de Manganese de Ouro Preto, a Compagnie Mini\u00e8re Belgo-Br\u00e9sili\u00e9nne, a Soci\u00e9t\u00e9 Belge-Br\u00e9siliene de Tr\u00eas Cruzes et Extensions. Citamos ainda a Sociedade Geral das Minas de Manganez , a Companhia de Minera\u00e7\u00e3o do Brasil, a Companhia Manganez Queluz de Minas e a Cia.Santa Matilde.<\/p>\n<p>O mineral oriundo do Brasil possu\u00eda a vantagem industrial de conter at\u00e9 55% de Mangan\u00eas Met\u00e1lico e uma baixa quantidade de F\u00f3sforo. No ano de 1900, o Estado de Minas Gerais registrava exporta\u00e7\u00f5es de 88 mil toneladas de min\u00e9rio de mangan\u00eas, chegando a atingir 440 mil toneladas em 1941, durante a 2\u00aa Guerra Mundial. Em 1912 iniciou-se a extra\u00e7\u00e3o de mangan\u00eas em S\u00e3o Jo\u00e3o Del Rey.<\/p>\n<p>A lavra rudimentar iniciada em Queluz por Arthur Fornozini foi transformada na Cia.Morro da Mina (Grupo E G Fontes) em 1902, quando come\u00e7aram os embarques para o exterior. Entre 1914 e 1918, a empresa supriu a ind\u00fastria aliada com 899.350 t de min\u00e9rio de mangan\u00eas. Logo no in\u00edcio da 1\u00aa Guerra Mundial, a produ\u00e7\u00e3o de Morro da Mina saltou de 49.310 t para 165.220 t em 1914. Em 1917, ela atingiria a marca recorde de 296.110 t, caindo para 94.474 em 1918 com o final da guerra. A Companhia Morro da Mina produziu de 1902 a 1920, cerca de 1,8 milh\u00f5es de toneladas de mangan\u00eas. No entanto, ao longo dos anos, os teores de mangan\u00eas de suas jazidas foram se reduzindo (1921\/40: 46\/48; 1941\/49: 44\/45; 1950\/55: 42\/45 e depois atingindo 35 a 38%Mn). Em 1920, Morro da Mina foi vendida por US$ 4 milh\u00f5es para a Cia.Meridional de Minera\u00e7\u00e3o (EUA).<\/p>\n<p>Descoberto em 1948, o Distrito Ferromanganes\u00edfero Urandi-Licinio de Almeida, na Bahia, foi explorado por mais de uma dezena de minas de mangan\u00eas. At\u00e9 1997, o estado teve uma produ\u00e7\u00e3o que atingiu a ordem de 130.000 toneladas anuais e atualmente a produ\u00e7\u00e3o \u00e9 pontual.<\/p>\n<p>Na Serra do Navio, no Par\u00e1, foram investidos cerca de US$ 8 milh\u00f5es em pesquisa mineral entre os anos de 1948 e 1951 e, em 1957, entrou em produ\u00e7\u00e3o a mina de mangan\u00eas de Serra do Navio (uma associa\u00e7\u00e3o entre a Icomi &#8211; Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio de Min\u00e9rios S\/A &#8211; e a Bethlehem Steel). No final da d\u00e9cada de 70, o min\u00e9rio de mangan\u00eas mais rico j\u00e1 havia sido lavrado (previs\u00e3o inicial de 10 Mt de reserva). Em 1972, a Icomi inicia o processo de pelotiza\u00e7\u00e3o, com capacidade anual de 250.000 toneladas, estando operacional somente a partir de 1975, ficando parada em 1983 e sendo definitivamente fechada em 1985.<\/p>\n<p>Em 1988, ap\u00f3s v\u00e1rias modifica\u00e7\u00f5es, a planta passa a realizar a sinteriza\u00e7\u00e3o dos finos do min\u00e9rio de mangan\u00eas. Essa opera\u00e7\u00e3o ficaria a cargo da Companhia Ferro Ligas do Amap\u00e1 (CFA), criada pela Caemi, controladora da Icomi, em 1990, com investimentos de US$ 22 milh\u00f5es, para a produ\u00e7\u00e3o de ligas de ferro mangan\u00eas atrav\u00e9s de um forno el\u00e9trico. Em 1996, a CFA encerrou precocemente as suas atividades na \u00e1rea da siderurgia, atribuindo a inviabilidade do empreendimento ao alto custo da energia el\u00e9trica e \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o das ligas no mercado mundial<\/p>\n<p>Ap\u00f3s 40 anos, em 1997, quando a Icomi encerrou as opera\u00e7\u00f5es de Serra do Navio, estima-se que foram produzidas 33,2 milh\u00f5es de toneladas de \u00f3xido de mangan\u00eas e movimentadas mais de 123 milh\u00f5es de toneladas de material est\u00e9ril, com o beneficiamento de mais de 61 milh\u00f5es de toneladas de min\u00e9rio e a gera\u00e7\u00e3o de mais de 26 milh\u00f5es de toneladas de rejeitos. A produ\u00e7\u00e3o da mina de Serra do Navio, iniciada em 1957, multiplicou as exporta\u00e7\u00f5es com as m\u00e9dias anuais passando de 201.000, entre 1900 e 1956, para 1,01 milh\u00e3o de toneladas, entre 1957 e 1971.<\/p>\n<p>Entre 1957 e 1963, a cota\u00e7\u00e3o do mangan\u00eas foi alta e est\u00e1vel (US$ 78\/t). Em 1963, com a entrada do Gab\u00e3o no mercado internacional de mangan\u00eas, caiu para US$ 40\/t e, em 1968, para US$ 28\/t. Em meados da d\u00e9cada de 70 houve eleva\u00e7\u00f5es tempor\u00e1rias, atingindo valores entre US$ 30 e 40\/t, impactando na lucratividade da explora\u00e7\u00e3o na Serra do Navio, cujos estudos de viabilidades foram estimados com cota\u00e7\u00f5es mais elevadas.<\/p>\n<p>Na tabela 01 abaixo, temos o hist\u00f3rico das exporta\u00e7\u00f5es de mangan\u00eas, de 1900 a 1989. Com a crise de 1929, as exporta\u00e7\u00f5es se reduziram, atingindo 2.000 toneladas em 1934, mostrando recupera\u00e7\u00e3o somente a partir de 1936. Em 1957, com o in\u00edcio das exporta\u00e7\u00f5es da Icomi (Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio de Min\u00e9rios S\/A), o Brasil se torna um expressivo player no mercado mundial.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/exportacoes-manganes.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-13055\" src=\"https:\/\/inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/exportacoes-manganes.jpg\" alt=\"\" width=\"620\" height=\"439\" srcset=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/exportacoes-manganes.jpg 1013w, https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/exportacoes-manganes-300x212.jpg 300w, https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/exportacoes-manganes-768x544.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Tabela 01: Exporta\u00e7\u00f5es de mangan\u00eas 1900-1989<\/p>\n<p>Fonte: DNPM e <a href=\"http:\/\/memoria.bn.br\/pdf\/123021\/per123021_1949_00161.pdf\">http:\/\/memoria.bn.br\/pdf\/123021\/per123021_1949_00161.pdf<\/a><\/p>\n<p><a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><\/a><strong>3. Evolu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Em 1969 teve in\u00edcio a &#8220;nova safra&#8221; em Morro da Mina, com o aproveitamento do min\u00e9rio s\u00edlico carbonatado atrav\u00e9s do processo de calcina\u00e7\u00e3o via forno vertical. Em 22 de mar\u00e7o de 1978, a Meridional vende Morro da Mina para a Sociedade Mineira de\u00a0Minera\u00e7\u00e3o (SMM), da Cia.Paulista de Ferro Ligas \u00a0(CPFL) que, em 1995, passa para o controle da VUPSA (Vale e Usiminas Participa\u00e7\u00f5es S\/A). Em dezembro de 1999, a Vale assume 100 % do controle e cria a Diretoria de Mangan\u00eas (DIMA), tendo sob sua administra\u00e7\u00e3o todos os ativos dessa \u00e1rea: as minas do Azul (PA), Urucum (MT), a SIBRA (BA) e a CPFL, com unidades nas cidades mineiras de Barbacena, Ouro Preto, Santa Rita e S\u00e3o Jo\u00e3o Del Rey, al\u00e9m da Mina Morro da Mina, em Conselheiro Lafaiete. Em 2003 foi constitu\u00edda a Rio Doce Mangan\u00eas (RDM), a partir dos ativos da SIBRA e, em 2004, com os ativos da CPFL<\/p>\n<p>A Vale se consolidou como a segunda produtora mundial de mangan\u00eas, adquirindo a Elkem Rana, na Noruega, com capacidade anual de 110.000 mil toneladas de ferro ligas, em 2003, por US$ 17,6 milh\u00f5es, formando a RDMN (Rio Doce Manganese Norway) e, posteriormente, a Vale Mangenese Norway. A Vale tamb\u00e9m operava uma planta de ferro ligas na Fran\u00e7a (Vale Mangen\u00e8se France SAS), com capacidade anual de 150.000 toneladas de ferro ligas. Em 2012, esses ativos de mangan\u00eas da Vale na Europa foram vendidos para a Glencore, por US$ 160 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Citamos ainda Goi\u00e1s (GO) cuja produ\u00e7\u00e3o de mangan\u00eas atingiu 40.000 \u00a0toneladas, em 1999, e depois entrou em decl\u00ednio. Atualmente, o min\u00e9rio \u00e9 extra\u00eddo na regi\u00e3o de Cavalcanti na forma de garimpo. Em Minas Gerais, a Samitri lavrava a Mina Conta Hist\u00f3ria, de min\u00e9rio de ferro com alto teor de mangan\u00eas, que servia como aditivo para carga de altos fornos mas n\u00e3o se prestava para a fabrica\u00e7\u00e3o de ferro ligas.<\/p>\n<p>No Mato Grosso do Sul (MS), os dep\u00f3sitos de mangan\u00eas eram conhecidos desde 1870. Em 1906, a <em>Compagnie de l\u2019Urucum<\/em> adquiriu a concess\u00e3o de uma jazida, operando at\u00e9 1918. Somente em 1940, no entanto, haveria uma escala mais expressiva de produ\u00e7\u00e3o pelo Grupo Chamma, constituindo a Sociedade Brasileira de Minera\u00e7\u00e3o (Sobramil), que viria atuar em associa\u00e7\u00e3o com a norte americana US Steel. A Sobramil lavrou e exportou cerca de 850.000 toneladas de min\u00e9rio de mangan\u00eas entre 1956 e 1972.<\/p>\n<p>Em 1976, a Vale, a Convap e a Metamat criam a Urucum Minera\u00e7\u00e3o, totalmente adquirida pela Vale, via leil\u00e3o, em 1994. Pouco antes, em 1974, havia sido fundada a Minera\u00e7\u00e3o Corumbaense Reunida (MCR), por El\u00edsio Curvo e pelo Grupo Tragtemberg. No final da d\u00e9cada de 80, a MCR foi vendida para a Acepar e outras empresas paraguaias e argentinas. Em 1991, foi adquirida pela EFX (Grupo TVX, de Eike Batista) e, na mesma d\u00e9cada de 90, pela RTZ (Rio Tinto), sendo vendida para a Vale em 2009. A MCR lavrou mangan\u00eas at\u00e9 1994, passando a produzir somente min\u00e9rio de ferro. A Mato Grosso Minera\u00e7\u00e3o foi outra empresa que lavrou mangan\u00eas no Mato Grosso do Sul, sendo desativada pelo cons\u00f3rcio VUPSA em 1995. Atualmente, a \u00fanica produtora no estado \u00e9 a Urucum Minera\u00e7\u00e3o (da Vale), lavrando cerca de 650.000 toneladas anuais de min\u00e9rio de mangan\u00eas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"4\">\n<li><strong>Novas Reservas<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>Al\u00e9m de Igarap\u00e9 Azul, que deu origem \u00e0 Mina do Azul, da Vale, com lavra iniciada em 1983\/85, outras duas reservas de mangan\u00eas foram descobertas no Par\u00e1: Sereno e Buritirama. A reserva de Sereno ainda n\u00e3o foi lavrada. J\u00e1 a Minera\u00e7\u00e3o Buritirama foi constitu\u00edda em 1982 (descoberta na d\u00e9cada de 1960 pela Cia.Meridional de Minera\u00e7\u00e3o \u00a0&#8211; US Steel) e teve sua lavra iniciada em 2002.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/manganes-Fig1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-13056\" src=\"https:\/\/inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/manganes-Fig1.jpg\" alt=\"\" width=\"472\" height=\"424\" srcset=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/manganes-Fig1.jpg 472w, https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/manganes-Fig1-300x269.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 472px) 100vw, 472px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em 2009, a Rio Madeira Com\u00e9rcio Importa\u00e7\u00e3o e Exporta\u00e7\u00e3o iniciava a lavra de mangan\u00eas em Rond\u00f4nia (RO). Em 2013, a BMC \u2013 Brasil Mangan\u00eas Corporation (Meridian) &#8211; adquiriu os ativos de duas empresas familiares: Eletroligas e Rio Madeira. Por volta de 2006, o grupo formou joint venture com a Ferrometals e a Cancana Resources. A reserva de mangan\u00eas, com origem hidrotermal em Espig\u00e3o D\u2019Oeste, tem apenas uma mina similar no mundo (Woodie Woodie), na Austr\u00e1lia.Em 2014, a Cancana comprou, por US$ 5 milh\u00f5es, 30% de participa\u00e7\u00e3o na BMC. Em setembro do mesmo ano, por meio da BMC, a empresa canadense fechou um acordo para adquirir uma planta de processamento de mangan\u00eas e tr\u00eas direitos miner\u00e1rios da Eletroligas, em Espig\u00e3o d&#8217;Oeste e, em dezembro, assinou um termo de compromisso com a Ferrometals para transferir os direitos miner\u00e1rios que pertenciam \u00e0 M.L.B., da Nogueira Minera\u00e7\u00e3o, para a\u00a0joint venture\u00a0BMC, aumentando a sua participa\u00e7\u00e3o para 32,5%.<\/p>\n<p>Entre 2007 e 2016, foram aprovados pelo DNPM (atual Ag\u00eancia Nacional de MInera\u00e7\u00e3o) cerca de 127 relat\u00f3rios finais de pesquisa (MG:42, BA:28, GO:16, MT:11 e PA:7), com um total de 191 milh\u00f5es de toneladas de reservas contidas, equivalendo a cerca de 45 milh\u00f5es de toneladas de mangan\u00eas contido (n\u00e3o considerando as reservas indicadas e inferidas).<\/p>\n<ol start=\"5\">\n<li>\n<h3><strong>Estrutura produtiva do mangan\u00eas no Brasil e t\u00edtulos miner\u00e1rios<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Existem atualmente 94 concess\u00f5es de lavra ativas, a maioria em Minas Gerais (39) e na Bahia (37). A BMC tem 3 concess\u00f5es em Rond\u00f4nia. Existem 53 pedidos de pesquisa. Desse total, 23 s\u00e3o em Minas Gerais, 13 na Bahia e 8 no Par\u00e1. Dos 41 requerimentos de pesquisa, 15 est\u00e3o em Roraima, 10 na Bahia, 7 no Par\u00e1 e 6 em Rond\u00f4nia. Por fim, est\u00e3o vigentes 63 alvar\u00e1s de pesquisa, com predomin\u00e2ncia da Bahia (38), seguida por Minas Gerais (8), Par\u00e1 (6) e Rond\u00f4nia (4).<\/p>\n<p>Hoje, a maior produ\u00e7\u00e3o de mangan\u00eas \u00e9 realizada na Mina do Azul, da Vale, em Caraj\u00e1s (Parauapebas\/PA). Em seguida, a Urucum Minera\u00e7\u00e3o, em Corumb\u00e1 (MS) e a Minera\u00e7\u00e3o Buritirama, em Marab\u00e1 (PA). A BMC (Espig\u00e3o D\u2019oeste\/RO) surge como quarto produtor nacional. A minera\u00e7\u00e3o Nogueira Duarte e a Tratex, ambas em Minas Gerais, s\u00e3o produtores de menor porte.<\/p>\n<p>Em 2017, a Vale produziu 1,4 milh\u00e3o de toneladas de min\u00e9rio de mangan\u00eas na Mina do Azul, 673.000 toneladas em Urucum e 80.000 toneladas na Mina Morro da Mina (MG) e 146.000 toneladas de ferro ligas.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/manganes-Fig2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-13057\" src=\"https:\/\/inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/manganes-Fig2.jpg\" alt=\"\" width=\"473\" height=\"718\" srcset=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/manganes-Fig2.jpg 473w, https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/manganes-Fig2-198x300.jpg 198w\" sizes=\"auto, (max-width: 473px) 100vw, 473px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/concessoes-lavra-manganes.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-13059\" src=\"https:\/\/inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/concessoes-lavra-manganes.jpg\" alt=\"\" width=\"477\" height=\"608\" srcset=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/concessoes-lavra-manganes.jpg 477w, https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/concessoes-lavra-manganes-235x300.jpg 235w\" sizes=\"auto, (max-width: 477px) 100vw, 477px\" \/><\/a><\/p>\n<p>A cadeia produtiva do mangan\u00eas \u00e9 bastante desenvolvida no Brasil, com diversas empresas de ferro ligas (Figura 03)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/cadeia-produtiva.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-13060\" src=\"https:\/\/inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/cadeia-produtiva.jpg\" alt=\"\" width=\"638\" height=\"562\" srcset=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/cadeia-produtiva.jpg 638w, https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/cadeia-produtiva-300x264.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 638px) 100vw, 638px\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/manganes-tabela.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-13058\" src=\"https:\/\/inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/manganes-tabela.jpg\" alt=\"\" width=\"427\" height=\"782\" srcset=\"https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/manganes-tabela.jpg 427w, https:\/\/www.inthemine.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/manganes-tabela-164x300.jpg 164w\" sizes=\"auto, (max-width: 427px) 100vw, 427px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"5\">\n<li><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com a exaust\u00e3o estimada da Mina do Azul, da Vale, em um horizonte de 10 anos, o Brasil ser\u00e1 pela primeira vez um player menos significante no mercado internacional de mangan\u00eas. \u00c0 medida em que as minas de mangan\u00eas forem entrando em processo de exaust\u00e3o, a cota\u00e7\u00e3o desse bem mineral tender\u00e1 a uma valoriza\u00e7\u00e3o que, por sua vez, viabilizar\u00e1 jazimentos de menor porte e com maior custo de produ\u00e7\u00e3o. N\u00e3o podemos esperar que surjam no Brasil ativos de classe mundial, a exemplo da Serra do Navio (AP), Morro da Mina (MG) e Azul (PA). O reaproveitamento dos res\u00edduos da Icomi no Amap\u00e1 (AP), atualmente em disputa judicial, poder\u00e1 recuperar o mangan\u00eas remanescente (finos), al\u00e9m de viabilizar a explora\u00e7\u00e3o de alguma frente de lavra. A Vale tamb\u00e9m desenvolve um projeto de recupera\u00e7\u00e3o de finos da barragem na Mina do Azul, prolongando seu ciclo produtivo. Novas tecnologias de reaproveitamento de res\u00edduos podem trazer novas frentes de produ\u00e7\u00e3o de mangan\u00eas, gerando divisas, emprego e renda local.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/sites.poli.usp.br\/geologiaemetalurgia\/Revistas\/Edi%C3%A7%C3%A3o%2019\/completo19.pdf\">http:\/\/sites.poli.usp.br\/geologiaemetalurgia\/Revistas\/Edi%C3%A7%C3%A3o%2019\/completo19.pdf<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.mme.gov.br\/documents\/1138775\/1256650\/P11_RT19_Perfil_da_mineraxo_de_manganxs.pdf\/190c1abf-3223-4c19-9dfb-b267d06742c6\">http:\/\/www.mme.gov.br\/documents\/1138775\/1256650\/P11_RT19_Perfil_da_mineraxo_de_manganxs.pdf\/190c1abf-3223-4c19-9dfb-b267d06742c6<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/casteloroger.blogspot.com.br\/2011\/05\/olhos-na-historia-exploracao-do.html\">http:\/\/casteloroger.blogspot.com.br\/2011\/05\/olhos-na-historia-exploracao-do.html<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.diariodoamapa.com.br\/cadernos\/artigos\/icomi-retalhos-da-historia-mina-mineracao-e-beneficiamento-i\/\">https:\/\/www.diariodoamapa.com.br\/cadernos\/artigos\/icomi-retalhos-da-historia-mina-mineracao-e-beneficiamento-i\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/ap\/amapa\/noticia\/apos-quase-20-anos-icomi-deve-retomar-atividade-de-mineracao-em-serra-do-navio.ghtml\">https:\/\/g1.globo.com\/ap\/amapa\/noticia\/apos-quase-20-anos-icomi-deve-retomar-atividade-de-mineracao-em-serra-do-navio.ghtml<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.observatoriosocial.org.br\/sites\/default\/files\/01-01-2003_03-icomi-comportamento_social_trabalhista-amapa.pdf\">http:\/\/www.observatoriosocial.org.br\/sites\/default\/files\/01-01-2003_03-icomi-comportamento_social_trabalhista-amapa.pdf<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/sedeme.com.br\/portal\/cadeia-de-manganes\/\">http:\/\/sedeme.com.br\/portal\/cadeia-de-manganes\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.vale.com\/brasil\/PT\/investors\/information-market\/press-releases\/Paginas\/cvrd-simplifica-estrutura-operacional.aspx\">http:\/\/www.vale.com\/brasil\/PT\/investors\/information-market\/press-releases\/Paginas\/cvrd-simplifica-estrutura-operacional.aspx<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.observatoriosocial.org.br\/sites\/default\/files\/01-01-2003_03-icomi-comportamento_social_trabalhista-amapa.pdf\">http:\/\/www.observatoriosocial.org.br\/sites\/default\/files\/01-01-2003_03-icomi-comportamento_social_trabalhista-amapa.pdf<\/a><\/p>\n<p>http:\/\/www.vale.com\/PT\/investors\/information-market\/Press-Releases\/ReleaseDocuments\/2017%204Q%20Production%20Report_p.pdf<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.infomoney.com.br\/vale\/noticia\/2599986\/vale-vende-operacoes-europeias-ferroligas-manganes-por-160\">http:\/\/www.infomoney.com.br\/vale\/noticia\/2599986\/vale-vende-operacoes-europeias-ferroligas-manganes-por-160<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Estrada_de_Ferro_Central_do_Brasil\">https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Estrada_de_Ferro_Central_do_Brasil<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/observatoriogeograficoamericalatina.org.mx\/egal9\/Procesosambientales\/Usoderecursos\/06.pdf\">http:\/\/observatoriogeograficoamericalatina.org.mx\/egal9\/Procesosambientales\/Usoderecursos\/06.pdf<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.bozel.com\/historia.html\">http:\/\/www.bozel.com\/historia.html<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/revistas.face.ufmg.br\/index.php\/novaeconomia\/article\/viewFile\/3962\/2034\">http:\/\/revistas.face.ufmg.br\/index.php\/novaeconomia\/article\/viewFile\/3962\/2034<\/a><\/p>\n<p>http:\/\/www.sindiextra.org.br\/arquivos\/2012_02_14_00_50_16_Ferro_Ligas.pdf<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.anppas.org.br\/encontro_anual\/encontro2\/GT\/GT16\/gt16_jose_drummond.pdf\">http:\/\/www.anppas.org.br\/encontro_anual\/encontro2\/GT\/GT16\/gt16_jose_drummond.pdf<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/core.ac.uk\/download\/pdf\/6519675.pdf\">https:\/\/core.ac.uk\/download\/pdf\/6519675.pdf<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/casteloroger.blogspot.com.br\/2011\/05\/olhos-na-historia-exploracao-do.html\">http:\/\/casteloroger.blogspot.com.br\/2011\/05\/olhos-na-historia-exploracao-do.html<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/sedeme.com.br\/portal\/cadeia-de-manganes\/\">http:\/\/sedeme.com.br\/portal\/cadeia-de-manganes\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/memoria.bn.br\/DocReader\/Hotpage\/HotpageBN.aspx?bib=122831&amp;pagfis=1268&amp;url=http:\/\/memoria.bn.br\/docreader\">http:\/\/memoria.bn.br\/DocReader\/Hotpage\/HotpageBN.aspx?bib=122831&amp;pagfis=1268&amp;url=http:\/\/memoria.bn.br\/docreader#<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.maxwell.vrac.puc-rio.br\/12068\/12068_4.PDF\">https:\/\/www.maxwell.vrac.puc-rio.br\/12068\/12068_4.PDF<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/historiaegenealogialafaiete.blogspot.com.br\/2017\/12\/morro-daa-mina-parte-2-final.html\">http:\/\/historiaegenealogialafaiete.blogspot.com.br\/2017\/12\/morro-daa-mina-parte-2-final.html<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.mme.gov.br\/documents\/1138775\/1256650\/P11_RT19_Perfil_da_mineraxo_de_manganxs.pdf\/190c1abf-3223-4c19-9dfb-b267d06742c6\">http:\/\/www.mme.gov.br\/documents\/1138775\/1256650\/P11_RT19_Perfil_da_mineraxo_de_manganxs.pdf\/190c1abf-3223-4c19-9dfb-b267d06742c6<\/a><\/p>\n<p>http:\/\/www.rondonia.ro.gov.br\/manganes-de-rondonia-so-tem-similar-em-mina-australiana-afirma-mineradora-de-espigao-do-oeste\/<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.anppas.org.br\/encontro_anual\/encontro2\/GT\/GT16\/gt16_jose_drummond.pdf\">http:\/\/www.anppas.org.br\/encontro_anual\/encontro2\/GT\/GT16\/gt16_jose_drummond.pdf<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/repositorio.unicamp.br\/bitstream\/REPOSIP\/305641\/1\/Passos_DelaideSilva_M.pdf\">http:\/\/repositorio.unicamp.br\/bitstream\/REPOSIP\/305641\/1\/Passos_DelaideSilva_M.pdf<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Cancana\">https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Cancana<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.vale.com\/brasil\/pt\/investors\/information-market\/press-releases\/paginas\/inicio-das-operacoes-da-planta-de-ferro-ligas-da-cvrd-na-noruega.aspx\">http:\/\/www.vale.com\/brasil\/pt\/investors\/information-market\/press-releases\/paginas\/inicio-das-operacoes-da-planta-de-ferro ligas-da-cvrd-na-noruega.aspx<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.adimb.com.br\/simexmin2016\/palestra\/auditorio_sao_joao_delrey_16\/11h30%20Presentation%20Ouro%20Preto.pdf\">http:\/\/www.adimb.com.br\/simexmin2016\/palestra\/auditorio_sao_joao_delrey_16\/11h30%20Presentation%20Ouro%20Preto.pdf<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/fusoesaquisicoes.blogspot.com.br\/2016\/07\/ferrometals-vai-assumir-controle-de.html\">http:\/\/fusoesaquisicoes.blogspot.com.br\/2016\/07\/ferrometals-vai-assumir-controle-de.html<\/a><\/p>\n<p>http:\/\/belgianclub.com.br\/pt-br\/heritage\/mina-de-mangan%C3%AAs-no-morro-santa-cruz-%E2%80%9Cmina-dos-belgas%E2%80%9D-corumb%C3%A1ms<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.thebhc.org\/sites\/default\/files\/beh\/BEHprint\/v024n1\/p0164-p0175.pdf\">http:\/\/www.thebhc.org\/sites\/default\/files\/beh\/BEHprint\/v024n1\/p0164-p0175.pdf<\/a><\/p>\n<p>ABREU, S. F. (1973) Recursos minerais do Brasil. v.2.Edgar Blucher, S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p>DRUMMOND, Jos\u00e9 A. O mangan\u00eas do Amap\u00e1 &#8211; o seu papel no desenvolvimento regional e nacional (1957- 1998) ou quando um recurso estrat\u00e9gico n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o estrat\u00e9gico. In: 110 ENCONTRO NACIONAL DA ANPPAS, II, maio 2004. Anais&#8230; S\u00e3o Paulo: Anppas, 2004. 35 p. DRUMMOND, Jos\u00e9 A.; PEREIRA, Mari\u00e2ngela de A. P. O Amap\u00e1 nos tempos do Mangan\u00eas: um estudo sobre o desenvolvimento de um estado amaz\u00f4nico \u2013 1943-2000. Rio de Janeiro: Garamoud, 2007.<\/p>\n<p>Fernandes, Francisco R. C. Os Maiores Mineradores do Brasil: Perfil Empresarial do Setor Mineral Brasileiro. Conselho Nacional de Pesquisa.CNPq. Bras\u00edlia 1982.<\/p>\n<p>LEONARDOS, O. H. (1957). \u201cProblema brasileiro do mangan\u00eas.\u201d Engenharia, minera\u00e7\u00e3o e metalurgia. n.155. Minas Gerais, (s.ed), pp.271-276.<\/p>\n<p>Priest. Tyler, An Open Vein: Manganese Ore and the Central of Brasil Railway, 1894-1920, 1995.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hist\u00f3rico, principais produtores, perspectivas, concess\u00f5es, t\u00edtulos miner\u00e1rios, \u00e1reas de mangan\u00eas no 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