ÁGUA DE BEBER
Até 2020, o Brasil pode saltar do sétimo para o terceiro lugar em produção de água mineral no mundo, o que tem atraído várias empresas e grupos internacionais de diversos setores. Em 2011, a indústria mundial de águas minerais e potáveis atingiu a produção de aproximadamente 250 bilhões de litros, faturando mais de US$ 100 bilhões. De acordo com a consultoria inglesa Zenith, o consumo mundial de água poderá atingir um aumento de 124% nos próximos dez anos, contra 36% das bebidas carbonatadas.
Leia a matéria na íntegra na edição 35 de INTHEMINE.
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O Chefe do Departamento de Engenharia de Minas e Petróleo (PMI) da Poli/USP Laurindo Leal Filho é um entusiasta da pesquisa e do conhecimento mineral. Ele afirma que as tendências da mineração podem ser direcionadas para o fundo do mar e até para fora do Planeta Terra. Defende uma forte ampliação do número de vagas nos cursos de Minas e Petróleo, respectivamente de dez para 40 e 50. O “processo”, em andamento, deve chegar à Reitoria até março de 2012.
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TEMPO DE AJUSTES
Dados obtidos junto às superintendências do DNPM apontam que houve continuidade de projetos e investimentos de 2010. Mas o fim de 2011 mostra um otimismo muito menor que o final do ano anterior e um momento de revisão dos planejamentos. São reflexos da crise europeia, da fraca retomada da economia norte-americana e de sinais de uma aparente desaceleração da demanda asiática, que devem acarretar numa possível queda do PIB brasileiro para aproximadamente 3,2%, na melhor das hipóteses. A mineração brasileira tem apresentado sinais de retração. Apesar disso, a economia brasileira atingiu o posto de 6º lugar no mundo e o balanço das operações minerais, realizado pelas superintendências do DNPM e por secretarias de estado, é positivo. A mineração foi ainda mais valorizada em alguns estados como SP, PA, MS e AM, onde foram criadas pastas e agendas próprias.
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