NO VAZIO DE UMA POLÍTICA DE FOMENTO
Na exploração mineral não há dados suficientes disponíveis, mesmo os básicos. Se há, não estão integrados. Estando, falta processá-los. Se foram processados, não são disponibilizados. Quando são, seu preço é caro. Faltam também convênios com órgãos públicos, mecanismos de financiamento, adoção de padrões e terminologias para validar os trabalhos no exterior, revisão de barreiras tarifárias à importação de equipamentos e tecnologias, maior envolvimento de universidades e centros de pesquisas. Falta, enfim, uma política pública que valorize, estimule e assegure a descoberta mineral. Esses e outros desafios e gargalos são apontados por profissionais especializados na prospecção, pesquisa e desenvolvimento de projetos de exploração mineral.
Leia matéria na íntegra na edição 26 de INTHEMINE.
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Há pelo menos 50 anos, ele vem falando da mineração brasileira.
É quase impossível, por falta de espaço, relatar tudo o que José Mizael Mendo já fez pelo setor mineral, desde que deixou os bancos da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), em 1961. Remeter ao que faz hoje tampouco é fácil: além de dirigir a J.Mendo Consultoria e o CEAMIN (Centro de Estudos Avançados em Mineração), um “fórum de conhecimento mineral”, como o define, é presidente ou membro titular de conselhos diversos em praticamente todas as associações, fundações, agências e câmaras ligadas à mineração. Nesta entrevista exclusiva a In The Mine, ao falar de tudo e mais um pouco, Mendo faz o que sabe de melhor: difunde, explica, defende e, mais que tudo, comunica a mineração brasileira.
Leia entrevista na íntegra na edição 26 da revista In The Mine
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Termômetro fundamental para a atividade de mineração, os mais recentes indicadores da indústria siderúrgica confirmam o processo de recuperação do setor depois da crise econômica internacional. Os números são oficiais e foram divulgados na 21ª edição Congresso Brasileiro do Aço, organizado pelo Instituto Aço Brasil(IABr), reunindo os principais representantes do mercado, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, de 14 a 16 de abril.
A previsão do IABr para este ano é de uma produção de 33,2 Mt de aço – 25,1% maior do que no ano passado. As previsões relativas às vendas, cujos resultados foram fortemente impactados pela crise de 2008, são de aumento de 26,2%. A indústria brasileira do aço está preparada para atender aos desafios do crescimento econômico, garante André Bier Gerdau Johannpeter, diretor-presidente da Gerdau. "O Brasil tem capacidade de produzir hoje 42 Mt de aço bruto que serão acrescidas, ainda este ano, de mais 6 Mt devido ao início de operação de novas usinas.
Cobertura completa na edição 26 da revista In The Mine