resumo 01


entrevista

ENTREVISTA


O MODELO DE GESTÃO AMBIENTAL DA VALE DO RIO DOCE


Maurício Reis, diretor de Gestão Ambiental e Territorial da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) fala do Guia de Fechamento de Minas da empresa, que virou referência nacional e mundial e do relacionamento da mineradora com as comunidades que vivem sob sua área de influência. Nesta entrevista exclusiva à revista In The Mine, poucos dias antes que uma tribo no Pará ameaçou paralisar as atividades das minas de ferro de Carajás e que outra, em Minas Gerais, ocupou os trilhos da Estrada de Ferro Vitória-Minas, ele garante: “A Vale está numa posição muito confortável para falar de meio ambiente”.


LEIA entrevista na edição número 1 de INTHEMINE


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ti

TI


INTERNET SUBTERRÂNEA E CAPACETES ELETRÔNICOS


Parece ficção científica, mas não é. Navegar na internet a centenas de metros debaixo do solo tornou-se possível na mina Karee, uma operação de extração de platina da Western Platinum Limited na África do Sul. A mineradora não implantou esta inovação técnica por boniteza. O que ela fez, de acordo com a Mine Radio Systems (MRS), empresa responsável pela tecnologia, foi substituir um antigo sistema distribuído de antenas por uma nova infra-estrutura, exatamente com a mesma tecnologia, popularmente conhecida como leaky feeder.

LEIA matéria na edição número 1 de INTHEMINE


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projeto

(CAPA) PROJETO


NOVAS FRENTES PARA A BAUXITA


A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) escolheu a segunda maior reserva do minério do Brasil para ampliar sua produção, localizada em Mirai (MG). Em atividade plena, a mina deve produzir 3 milhões de toneladas de bauxita lavada. O investimento na implantação do projeto é da ordem de R$ 100 milhões. São centenas de corpos de minério localizados nos topos ou nas meias encostas dos morros da região, ao longo de 150 quilômetros de extensão, com espessuras de minério variando de um até 20 metros. O diretor de Mineração da CBA, Calos Augusto Parisi, diz que com a entrada em operação da mina de Miraí, haverá um acréscimo na produção de alumínio primário da CBA que passará de 400 mil para 470 mil toneladas anuais. Isso irá exigir o consumo de 950 mil toneladas de alumina.


LEIA matéria na edição número 1 de INTHEMINE

 

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